<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298</id><updated>2012-01-15T11:50:00.101Z</updated><title type='text'>Cadernos de Viagem</title><subtitle type='html'>Anotações e imagens daqui e dali.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>265</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-7679562069209276265</id><published>2012-01-15T11:50:00.000Z</published><updated>2012-01-15T11:50:00.106Z</updated><title type='text'>Rotorua, Nova Zelândia</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-VVFQwHEk6x8/TmX7jloJ4wI/AAAAAAAAD2c/mSQ2L-TflG0/s1600/1+2011.08.20+nova+zel%25C3%25A2ndia+116.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="296" src="http://1.bp.blogspot.com/-VVFQwHEk6x8/TmX7jloJ4wI/AAAAAAAAD2c/mSQ2L-TflG0/s400/1+2011.08.20+nova+zel%25C3%25A2ndia+116.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Tem o viajante alguma curiosidade por cidades termais, que tem visitado aqui e ali. Mas poucas o surpreenderam tanto como Rotorua, cidade que se arroga o título de capital termal da Nova Zelândia. Fica na Ilha Norte, a maior e mais povoada das ilhas do país dos kiwis, a um pouco mais de 200 quilómetros de Auckland.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Surpreendeu o viajante a quantidade de nascentes termais. Na verdade, a cidade está construída na beira de um lago (o Lago de Rotorua), que mais não é do que a cratera extinta de um antigo vulcão. Por isso, em qualquer lugar em que se abra um buraco no chão, nasce água quente, borbulhante. Aliás, espontaneamente, todos os dias nascem novas fontes de água quente, com grandes teores de bicarbonato e de sílica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-DD_dIc3hiBM/TmX7qSg2ZiI/AAAAAAAAD2g/QF9Lo5iuAD4/s1600/2+2011.08.20+nova+zel%25C3%25A2ndia+093.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://2.bp.blogspot.com/-DD_dIc3hiBM/TmX7qSg2ZiI/AAAAAAAAD2g/QF9Lo5iuAD4/s400/2+2011.08.20+nova+zel%25C3%25A2ndia+093.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Há nascentes termais por toda a cidade, mas na zona conhecida como campo termal (o Kuirau Park) há dúzias delas! Na prática, são buracos no chão – alguns deles, com dezenas de metros de diâmetro, que formam fumarolas e piscinas naturais de água borbulhante. Chegou o viajante a Rotorua numa manhã fresca de inverno e o espectáculo foi impressionante: o vapor da água quente que se formava no ar frio dava à terra – em particular às nascentes –, um ar místico, de outro mundo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-OA7mOopfFuw/TmX7vr8UDuI/AAAAAAAAD2k/UIIbZM_VHME/s1600/3+2011.08.20+nova+zel%25C3%25A2ndia+135.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="198" src="http://3.bp.blogspot.com/-OA7mOopfFuw/TmX7vr8UDuI/AAAAAAAAD2k/UIIbZM_VHME/s400/3+2011.08.20+nova+zel%25C3%25A2ndia+135.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Há outras nascentes termais, nas redondezas, estão em geral associadas a géisers. Próximo, fica o parque termal de Whakarewarewa, onde é possível ver um temperamental géiser, cuja erupção acontece 10 a 25 vezes por dia. Muito mais certinho é um famoso, na zona, Geyser Lady Knox, um pouco mais distante da cidade, cujo jorro chega a 20 metros de altura e cuja erupção acontece todos os dias às 10:15 minutos. Em ponto!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-38oVzd40PzU/TmX70c2JreI/AAAAAAAAD2o/bbOkf1kde5M/s1600/4+2011.08.20+nova+zel%25C3%25A2ndia+145.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="392" src="http://2.bp.blogspot.com/-38oVzd40PzU/TmX70c2JreI/AAAAAAAAD2o/bbOkf1kde5M/s640/4+2011.08.20+nova+zel%25C3%25A2ndia+145.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A zona tornou-se um destino termal a partir do fim do século XIX, acompanhando e copiado o modelo termal da Europa na época. Foi para o efeito construída uma casa para banhos, promenades, um coreto, uma casa de chá e as fontes termais foram rodeadas de jardins. Já em 1908 foi construída um enorme palacete, para casa de banhos, nos Government Gardens. Esse palacete eduardiano ainda existe, mas está agora remodelado como museu. Mais tarde, em 1931, foi aberto um novo complexo de banhos, com piscinas. Este complexo (o Blue Baths Complex) tinha não apenas em vista permitir o uso da água termal como tratamento, mas sobretudo possibilitar banhos de laser. O edifício está também remodelado e funciona com a sua missão original, como piscina de charme. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ZUaJ2H5eGOo/TmX75n2OjqI/AAAAAAAAD2s/N2FpIb6lP8g/s1600/5+2011.08.20+nova+zel%25C3%25A2ndia+117.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="324" src="http://4.bp.blogspot.com/-ZUaJ2H5eGOo/TmX75n2OjqI/AAAAAAAAD2s/N2FpIb6lP8g/s640/5+2011.08.20+nova+zel%25C3%25A2ndia+117.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Sentiu o viajante que Rotorua é um bom destino de férias de verão, já que podem desenvolver-se aqui imensas actividades de ar livre, de montanha e de lago. Mas é também conhecida por ser uma das regiões da Nova Zelândia onde melhor sobrevive a cultura maori. Um terço dos habitantes da região são de origem maori&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;- em toda a Nova Zelândia não são mais de 15 por cento. Viu o viajante algumas casas comunais maori, de reunião dos chefes de família, embora lhe parecessem muito modernas. São edifícios simples, que parecem tendas canadianas. Os seus elementos decorativos principais são as esculturas em madeira, que em geral representam os símbolos dos antepassados da tribo a que pertencem os ramos da família dona da casa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ejlRvxhDcZI/TmX7_t03uqI/AAAAAAAAD2w/5XoeLu9w18s/s1600/2011.08.20+nova+zel%25C3%25A2ndia+131.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://4.bp.blogspot.com/-ejlRvxhDcZI/TmX7_t03uqI/AAAAAAAAD2w/5XoeLu9w18s/s400/2011.08.20+nova+zel%25C3%25A2ndia+131.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;De tudo ficou a impressão de uma Nova Zelândia profunda, alheia aos clichés dos fiordes e das montanhas nevadas, mas muito autêntica, na assunção da herança da colonização britânica, mas também na recuperação da quase extinta cultura dos maori, o primeiro povo que chegou às ilhas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-7679562069209276265?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/7679562069209276265/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=7679562069209276265&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/7679562069209276265'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/7679562069209276265'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2012/01/rotorua-nova-zelandia.html' title='Rotorua, Nova Zelândia'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-VVFQwHEk6x8/TmX7jloJ4wI/AAAAAAAAD2c/mSQ2L-TflG0/s72-c/1+2011.08.20+nova+zel%25C3%25A2ndia+116.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-2115950557514224247</id><published>2012-01-04T00:30:00.025Z</published><updated>2012-01-04T00:30:00.412Z</updated><title type='text'>Varsóvia</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-GCXaC63hzj4/TuVLcnEauCI/AAAAAAAAEEc/2nrxdrvAUso/s1600/1+2011.10.24+vars%25C3%25B3via+120.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="388" src="http://2.bp.blogspot.com/-GCXaC63hzj4/TuVLcnEauCI/AAAAAAAAEEc/2nrxdrvAUso/s640/1+2011.10.24+vars%25C3%25B3via+120.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;É uma cidade de contrastes: convivem o antigo e o moderno, o muito comum e profundo sentimento religioso com as manifestações mais fúteis e materialistas do mundo actual, a herança comunista com os modernos edifícios de hotéis e bancos internacionais. Porém, são contrastes pacíficos, que coexistem tranquilamente, enquanto o país progride e se desenvolve a uma enorme velocidade. Bom exemplo é o antigo edifício do Partido Comunista polaco, no &lt;em&gt;Rondo De Ga&lt;/em&gt;ulle’a (cruzamento da &lt;em&gt;Nowy Swiat&lt;/em&gt; com a avenida &lt;em&gt;Jerozolimskie&lt;/em&gt;: depois da queda do regime comunista, o edifício ficou abandonado; veio a ser utilizado para sede da Bolsa de Valores (vade retro comunismo…) e depois passou a edifício de escritórios, ocupado com bancos e sociedades financeiras; no rés do chão abriram entretanto lojas de artigos de luxo (o stand Ferrari, por exemplo).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-O43eg75ORrE/TuVLjmV5hCI/AAAAAAAAEEk/tBlplXeQog8/s1600/2+2011.10.24+vars%25C3%25B3via+146.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="288" src="http://3.bp.blogspot.com/-O43eg75ORrE/TuVLjmV5hCI/AAAAAAAAEEk/tBlplXeQog8/s400/2+2011.10.24+vars%25C3%25B3via+146.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O contraste é também grande entre as largas avenidas, ladeadas ainda em muito grande número por velhos e degradados prédios em estilo estalinista (cada vez mais substituídos por edifícios modernos, em vidro e aço) e as ruas mais estreitas da zona antiga, onde se sucedem os palacetes, palácios, edifícios nobres e igrejas. Nas zonas modernas, do centro, as distâncias são muito grandes e, mesmo sendo o viajante convicto caminhante, tornou-se necessário andar de transportes públicos. Pelo contrário, na cidade antiga, as distâncias são curtas, há zonas pedonais e é muito agradável passear.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Y6JF2uPpQIM/TuVLq3Y6BqI/AAAAAAAAEEs/qzH_TYn2K6U/s1600/3+2011.10.24+vars%25C3%25B3via+077.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="276" src="http://2.bp.blogspot.com/-Y6JF2uPpQIM/TuVLq3Y6BqI/AAAAAAAAEEs/qzH_TYn2K6U/s400/3+2011.10.24+vars%25C3%25B3via+077.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Calhou o viajante passar em Varsóvia com sol e a cidade revelou cores lindíssimas, nas fachadas maioritariamente barrocas dos bairros antigos. Trouxe na memória os magníficos palácios reconstruídos na segunda metade do século XX. Diz-se que 80 a 90 por cento de Varsóvia foi destruída no decurso da Segunda Guerra Mundial, sendo o núcleo antigo do centro reconstruído com o auxílio de pinturas e gravuras antigas. Viu o viajante na rua, em zonas mais turísticas, reproduções de detalhados óleo de &lt;em&gt;Canaletto&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;Giovanni Canal&lt;/em&gt;, o pintor veneziano do século XVIII que se tornou famoso pelos pinturas representando Veneza).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-buiW9w2vhn0/TuVLwr5T4SI/AAAAAAAAEE0/JPEFZNGdw3k/s1600/4+2011.10.24+vars%25C3%25B3via+064.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="228" src="http://1.bp.blogspot.com/-buiW9w2vhn0/TuVLwr5T4SI/AAAAAAAAEE0/JPEFZNGdw3k/s400/4+2011.10.24+vars%25C3%25B3via+064.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Não obstante, Varsóvia é actualmente uma cidade moderna, que vive menos do passado do que para o futuro. No presente, prepara-se o campeonato Europeu de futebol, do verão de 2012. Não obstante, sentiu o viajante que o Solidariedade (“&lt;em&gt;Solidarnosc&lt;/em&gt;”), o antigo sindicato que, a partir de 1980 inspirou as movimentações sociais que culminariam com a queda do regime comunista, ainda está na memória de todos. Aliás, o seu logótipo inspirou directamente o símbolo da presidência polaca da União Europeia, que agora terminou.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-KQCFjQcKYBI/TuVL2Pg4AeI/AAAAAAAAEE8/H3-HqzA0StA/s1600/5+2011.10.24+vars%25C3%25B3via+122.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="220" src="http://4.bp.blogspot.com/-KQCFjQcKYBI/TuVL2Pg4AeI/AAAAAAAAEE8/H3-HqzA0StA/s400/5+2011.10.24+vars%25C3%25B3via+122.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-2115950557514224247?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/2115950557514224247/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=2115950557514224247&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/2115950557514224247'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/2115950557514224247'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2012/01/varsovia.html' title='Varsóvia'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-GCXaC63hzj4/TuVLcnEauCI/AAAAAAAAEEc/2nrxdrvAUso/s72-c/1+2011.10.24+vars%25C3%25B3via+120.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-695432522514985584</id><published>2011-12-28T00:18:00.000Z</published><updated>2011-12-28T00:18:21.791Z</updated><title type='text'>Os portugueses no Luxemburgo</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-qbdHSt_oV6o/TuVVc-fyOYI/AAAAAAAAEFE/ptEYwZTZtf0/s1600/1+2011.11.13+alemanha+034.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://4.bp.blogspot.com/-qbdHSt_oV6o/TuVVc-fyOYI/AAAAAAAAEFE/ptEYwZTZtf0/s400/1+2011.11.13+alemanha+034.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;“Ó Horácio: há limas?” Foi isto que o viajante teve como resposta à pergunta que fez, depois de entrar no&lt;em&gt; Hotel La Ville de Bruxelles&lt;/em&gt;, em Vianden, nos confins das Ardenas, no Luxemburgo. Logo ao passar a porta de entrada, tinha visto na parede um papel manuscrito onde se dizia “há caipirinha”. Em português, pediu uma. E o seu cálculo não foi errado, porque logo de seguida a empregada de mesa, com claro sotaque do nordeste transmontano, fez a pergunta ao rapaz moreno e baixo, de t-shirt de mangas cavas, que estava por detrás do balcão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-FckDgVHEQO4/TuVVg6K_neI/AAAAAAAAEFM/kPAfSXQCmzA/s1600/2+2011.11.09+luxemburgo+026.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://1.bp.blogspot.com/-FckDgVHEQO4/TuVVg6K_neI/AAAAAAAAEFM/kPAfSXQCmzA/s400/2+2011.11.09+luxemburgo+026.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;E sim, havia limas. “Sabe”, explicou a rapariga, “estive de &lt;em&gt;congée&lt;/em&gt; e só voltei hoje e por isso não sabia se havia”. O que também havia era sopa de cenoura, abóbora e couve galega – aliás bastante melhor que a caipirinha. E só mais tarde o viajante reparou que na porta do bar estava pendurada uma bandeira portuguesa e que a ementa era bilingue: em português e francês. E também que a ementa era verdadeiramente de cozinha de fusão, com grande densidade de &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;specialités portuguaises&lt;/i&gt;. Já depois de sair ficou com pena de não ter provado o &lt;em&gt;croque monsieur&lt;/em&gt; de salpicão. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-uOyK5XS9-Q0/TuVVk4MHcHI/AAAAAAAAEFU/4XvN3SZ5ODA/s1600/3+2011.11.09+luxemburgo+013.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-uOyK5XS9-Q0/TuVVk4MHcHI/AAAAAAAAEFU/4XvN3SZ5ODA/s320/3+2011.11.09+luxemburgo+013.JPG" width="234" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Já ocorreram ao viajante várias outras histórias deste teor, quando tem passado pelo Luxemburgo. Foi o Café Chaves, na estrada de saída da cidade do Luxemburgo para o norte, ou o restaurante Bom Petisco II – Chez Cândido e Cristina, em Echternach. Ou ainda o anúncio que dizia haver “castanhas de Carrazedo de Montenegro” no Mini-Market de Bereldange. É bem sabido que neste pequeno país do centro da Europa, cerca de 100 mil dos 400 mil habitantes são portugueses ou descendentes de portugueses. Há muitas associações e colectividades lusas que, mais intensamente que em qualquer outro destino da diáspora, mantém vivos os laços a Portugal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-m-eua-cOsWA/TuVVnlFWXFI/AAAAAAAAEFc/tvYy4JI5d-8/s1600/4+2011.11.09+luxemburgo+039.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-m-eua-cOsWA/TuVVnlFWXFI/AAAAAAAAEFc/tvYy4JI5d-8/s320/4+2011.11.09+luxemburgo+039.JPG" width="239" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Mas nalguns casos vão mesmo mais longe: estão mesmo a mudar a face e a alma do Luxemburgo: não esquece o viajante Clervaux, no norte, encostada às Ardenas; nesta graciosa vilória, na tranquilidade de um domingo de manhã, ouviu o viajante o carrilhão da igreja a dar as horas e, não sem espanto, reconheceu &lt;em&gt;a treze de Maio, na Cova da Iria&lt;/em&gt;...&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-695432522514985584?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/695432522514985584/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=695432522514985584&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/695432522514985584'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/695432522514985584'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/12/os-portugueses-no-luxemburgo.html' title='Os portugueses no Luxemburgo'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-qbdHSt_oV6o/TuVVc-fyOYI/AAAAAAAAEFE/ptEYwZTZtf0/s72-c/1+2011.11.13+alemanha+034.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-3826570004982029908</id><published>2011-12-20T15:45:00.000Z</published><updated>2011-12-20T15:45:00.487Z</updated><title type='text'>Nova Zelândia – os antípodas próximos</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Xkm5n9rrP58/TmjTF054wTI/AAAAAAAAD4E/maFTPqCCgIY/s1600/1+2011.08.28+auckland+185.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="318" src="http://1.bp.blogspot.com/-Xkm5n9rrP58/TmjTF054wTI/AAAAAAAAD4E/maFTPqCCgIY/s640/1+2011.08.28+auckland+185.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Literalmente do outro ladodo mundo, geográfica e fisicamente, a Nova Zelândia é o país que fica maisdistante de Portugal. Não obstante, encontrou lá o viajante um familiar portode abrigo, do lado de lá da imensidão das culturas asiáticas e oceânicas quetêm que se atravessar até lá chegar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Apesar do seu tamanho enorme– tem 270 mil quilómetros quadrados, o que equivale, mais ou menos, ao tamanhodas ilhas britânicas –, a Nova Zelândia é um dos países mais isolados do globo.A próxima massa de terra (a Austrália) fica a 1600 km de distância de maraustral e navegação difícil. Além disso, geologicamente, as ilhas são novas:têm origem vulcânica e bem pode dizer-se que ainda estão em construção.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-LrfxW7JySfM/TmjTTgQBI5I/AAAAAAAAD4I/5Yciy1g9cRg/s1600/2+2011.08.20+nova+zel%25C3%25A2ndia+022.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="346" src="http://2.bp.blogspot.com/-LrfxW7JySfM/TmjTTgQBI5I/AAAAAAAAD4I/5Yciy1g9cRg/s640/2+2011.08.20+nova+zel%25C3%25A2ndia+022.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 12pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;Desta juventude geológica resultou que, verdadeiramente,fosse das últimas terra do mundo a ser ocupadas e colonizada por humanos.Sabe-se que os seus primeiros ocupantes (o povo maori, originário das ilhaspolinésias de Tonga e Samoa), apenas chegaram aqui há cerca de 1000 anos. Oseuropeus, por seu lado, chegaram no século XVII – o holandês Abel Tasman passoupor aqui em 1642, mas não chegou a desembarcar, porque alguns dos seusmarinheiros, que o fizeram, logo foram mortos em confronto com maoris. E só 100anos depois o lendário Capitão James Cook desembarcou e tomou posse das ilhas.Politicamente, o estatuto da Nova Zelândia ficou resolvido quando, em 1840, aInglaterra celebrou com os chefes das tribos locais o tratado de Waitangi, hojeem dia considerado o documento fundador do país. Desde essa altura, chegaram àsilhas muitos colonos ingleses e escoceses, cujos descendentes, ainda actualmente,compõem a maior parte dos mais de 4 milhões de habitantes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-AhEextxhHvI/TmjTbdKnKeI/AAAAAAAAD4M/a4OjYCOVaL8/s1600/3+2011.08.20+nova+zel%25C3%25A2ndia+017.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="198" src="http://4.bp.blogspot.com/-AhEextxhHvI/TmjTbdKnKeI/AAAAAAAAD4M/a4OjYCOVaL8/s400/3+2011.08.20+nova+zel%25C3%25A2ndia+017.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Este espírito britânico, comum toque mais solto e colonial, sente-se aliás na Nova Zelândia, que é um paísmuito civilizado, com grandes preocupações sociais. Aliás, foi o primeiro domundo a, em 1893, permitir o voto universal às senhoras. Por outro lado, temensino primário obrigatório e gratuito desde 1877. Após 1939, passou a contar comum sistema de segurança social especialmente vocacionado para os cuidados desaúde e as pensões de reforma – foi também o primeiro país do mundo a tê-lo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-kQ3zYsoQAR0/TmjTpmfcAKI/AAAAAAAAD4Q/vPl1ohTXm-4/s1600/4+2011.08.20+nova+zel%25C3%25A2ndia+176.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="198" src="http://4.bp.blogspot.com/-kQ3zYsoQAR0/TmjTpmfcAKI/AAAAAAAAD4Q/vPl1ohTXm-4/s400/4+2011.08.20+nova+zel%25C3%25A2ndia+176.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 12pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;Passou o viajante, em trânsito, pela ilha norte,que das duas maiores da Nova Zelândia é a mais povoada. Talvez por ser menosinóspita, dizem, porque a terra dos fiordes e das neves, dos vales selvagens edespovoados é a ilha sul. Portanto, não teve o viajante a visão de cliché dopaís, porque apenas apercebeu a parte “mais normal” e vulgar, menos exótica. Pelocontrário, viu muitas vacas e muitos carneiros. E também campos e quintas,muito arranjadas, à inglesa. E pequenas vilas, com uma rua central, com lojas,e igrejas de madeira e telhados pontiagudos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-he-T2Idf8So/TmjT55iuNRI/AAAAAAAAD4U/bur-nflV4uk/s1600/5+2011.08.20+nova+zel%25C3%25A2ndia+064.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="198" src="http://3.bp.blogspot.com/-he-T2Idf8So/TmjT55iuNRI/AAAAAAAAD4U/bur-nflV4uk/s400/5+2011.08.20+nova+zel%25C3%25A2ndia+064.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Mas também se surpreendeucom campos termais, porque a Nova Zelândia é um país geologicamente activo einstável. Recorda o viajante Rotorua, a cidade termal, cujas dezenas denascentes são enormes buracos onde fumega água borbulhante e sulfurosa. Étambém na ilha norte que fica Auckland, a cidade maior e mais cosmopolita dopaís, onde se fundem culturas. Aqui vivem um quarto dos habitantes da Nova Zelândia,que aqui se misturam com emigrados de todo o sudoeste asiático e do Pacífico. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-0hnL9k-5HIo/TmjUEm6grDI/AAAAAAAAD4Y/7kPfVM7SCik/s1600/6+2011.08.28+auckland+016.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="198" src="http://1.bp.blogspot.com/-0hnL9k-5HIo/TmjUEm6grDI/AAAAAAAAD4Y/7kPfVM7SCik/s400/6+2011.08.28+auckland+016.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-3826570004982029908?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/3826570004982029908/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=3826570004982029908&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/3826570004982029908'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/3826570004982029908'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/12/nova-zelandia-os-antipodas-proximos.html' title='Nova Zelândia – os antípodas próximos'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-Xkm5n9rrP58/TmjTF054wTI/AAAAAAAAD4E/maFTPqCCgIY/s72-c/1+2011.08.28+auckland+185.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-8033706505579181169</id><published>2011-12-12T00:36:00.022Z</published><updated>2011-12-12T00:36:00.093Z</updated><title type='text'>El Calafate, Patagónia, Argentina</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-BzNKiA_MlZk/To473sAX2nI/AAAAAAAAD7U/R_m5SPjCpEc/s1600/1+2011.09.04+patag%25C3%25B3nia+143.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="354" src="http://4.bp.blogspot.com/-BzNKiA_MlZk/To473sAX2nI/AAAAAAAAD7U/R_m5SPjCpEc/s640/1+2011.09.04+patag%25C3%25B3nia+143.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Calhou ao viajante passar em El Calafate, a caminho para o glaciar Perito Moreno, no Parque Nacional de Los Glaciares, na Patagónia, no sul da Argentina. Esta desconhecida terriola, com apenas algumas dezenas de anos, surgida quando surgiu o interesse na visita aos glaciares, está em pujante expansão. Não há muito, era apenas um lugarejo – pouco mais que uma quinta, como outras quintas ganadeiras que há na região. Actualmente, há aqui hotéis para todos os gostos e preços, restaurantes, bares, agências de viagens, bancos e imensas lojas, sobretudo de equipamento de montanha e para caminhar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-JcFWfj6vuVg/To478jj7pKI/AAAAAAAAD7Y/E5ZuqvvtNH0/s1600/2+2011.09.04+patag%25C3%25B3nia+133.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://2.bp.blogspot.com/-JcFWfj6vuVg/To478jj7pKI/AAAAAAAAD7Y/E5ZuqvvtNH0/s400/2+2011.09.04+patag%25C3%25B3nia+133.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O nome da terra é o mesmo de um arbusto baixo e espinhoso que cresce em grande abundância pela estepe e nas encostas das faldas dos Andes. Este arbusto modesto dá flores amarelas na primavera, que depois se transformam em bagas que parecem uvas. Tão emblemático como o calafate, são as lengas, árvores enormes, com estrutura parecida às das faias, onde crescem folhas carnudas, de tonalidade verde clara. Povoam as encostas nevadas das zonas de mais altitude, tal como os nodos, outro arbusto, embora com mais envergadura que o calafate, que dá exuberantes flores vermelhas no fim da primavera. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Jz3aIvN367w/To48Bh7EksI/AAAAAAAAD7c/1TU3EKfyyBE/s1600/3+2010.10.16+argentina+442.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="247" src="http://1.bp.blogspot.com/-Jz3aIvN367w/To48Bh7EksI/AAAAAAAAD7c/1TU3EKfyyBE/s400/3+2010.10.16+argentina+442.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Ficou o viajante com a impressão de que o ambiente de El Calafate deverá ser parecido ao de uma antiga cidade do faroeste, que cresceu muito e depressa, sem grandes rasgos de ordenamento urbano – embora tenha uma estrutura viária moderna, geométrica. No centro, há muitas instalações comerciais, que vão desaparecendo quando se caminha para a periferia. É também na periferia que fica a maior parte dos hotéis. Apesar de a maior parte dos habitantes locais andar sempre de carro, é agradável passear por aqui, respirando o ar sempre fresco desta cidade quase no fim do mundo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-gzmfx_ieH4g/To48Gdr_WyI/AAAAAAAAD7g/2jsLWFEQ49g/s1600/4+2010.10.16+argentina+468.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="270" src="http://4.bp.blogspot.com/-gzmfx_ieH4g/To48Gdr_WyI/AAAAAAAAD7g/2jsLWFEQ49g/s640/4+2010.10.16+argentina+468.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Da cidade, não se pode dizer que tenha propriamente locais de interesse que mereçam visita. Mas há uma excepção: a cerca de dois quilómetros do centro, com acesso por caminhos de terra perfeitamente caminháveis, fica uma reserva municipal, na Laguna Nimez. É uma reserva natural próxima do Lago Argentino onde nidificam dezenas de espécies de aves. Esta foi, aliás, uma das surpresas do viajante em terras patagónicas: há um enorme número de aves por estas paragens, que vão e vêem, ao sabor das estações. Os flamingos, por exemplo. A entrada na reserva da Laguna Nimez é controlada na temporada alta. Mas o posto de orientação está fechado e a entrada é livre na temporada baixa (há uma placa que pede aos visitantes que tenham cuidado com as espécies nidificantes e recomenda alguns comportamentos).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-kxlKrSZwouE/To48KIJGB7I/AAAAAAAAD7k/wBEjSkEAyjI/s1600/5+2011.09.04+patag%25C3%25B3nia+147.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="193" src="http://3.bp.blogspot.com/-kxlKrSZwouE/To48KIJGB7I/AAAAAAAAD7k/wBEjSkEAyjI/s400/5+2011.09.04+patag%25C3%25B3nia+147.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;l Calafate tem aeroporto, a cerca de vinte quilómetros. É um aeroporto novo e moderno, onde chegam meia dúzia de aviões por dia, 3 a 4 dos quais de Buenos Aires – os restantes, ligam El Calafate a Rio Gallegos, capital da província. Por estrada, Buenos Aires dista 2800 quilómetros. Ouviu o viajante dizer que a viagem é penosa, por estradas nem sempre boas. Também por estrada se chega a Rio Gallegos, a 300 km. Tudo visto, na prática, a terra é apenas usada como base para a visita aos glaciares (em particular ao Perito Moreno) e o resto é acessório. Porém, partem daqui outras excursões muito interessantes, a outros glaciares (em particular ao glaciar Uppsala, o maior da América do Sul), a El Chaltén, a capital argentina do trekking (nas imediações do pico Fitz Roy) ou ainda ao parque chileno de Torres del Paine.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-kspGLzMIdNw/To48NuyS1PI/AAAAAAAAD7o/BLoEFOUWMjQ/s1600/6+2011.09.05+buenos+aires+010.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="196" src="http://1.bp.blogspot.com/-kspGLzMIdNw/To48NuyS1PI/AAAAAAAAD7o/BLoEFOUWMjQ/s400/6+2011.09.05+buenos+aires+010.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-8033706505579181169?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/8033706505579181169/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=8033706505579181169&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/8033706505579181169'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/8033706505579181169'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/12/el-calafate-patagonia-argentina.html' title='El Calafate, Patagónia, Argentina'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-BzNKiA_MlZk/To473sAX2nI/AAAAAAAAD7U/R_m5SPjCpEc/s72-c/1+2011.09.04+patag%25C3%25B3nia+143.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-6617803412487838980</id><published>2011-12-01T23:41:00.002Z</published><updated>2011-12-01T23:41:00.182Z</updated><title type='text'>Florença, Itália</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-8FkW5y3qT-Q/TaODooESxwI/AAAAAAAADss/JhbeNqJRD5Y/s1600/PA240078.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="240" r6="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-8FkW5y3qT-Q/TaODooESxwI/AAAAAAAADss/JhbeNqJRD5Y/s320/PA240078.JPG" width="320" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A subida para a cúpula da Catedral de Santa Maria dei Fiore faz-se por uma íngreme e escura escada em caracol. Ao longo dela, os tradicionais escribas destes sítios, herdeiros dos homens das cavernas, mantêm viva a arte rupestre, assim perpetuando as pegadas dos seus membros anteriores na pedra daquele monumento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Pelos visto, já por lá passaram o Carlos e também a Cármen e o Agostinho, de “Ançã, Portugal”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-gX-hBqtujJk/TaODsuLAutI/AAAAAAAADsw/twgbUh4q6aQ/s1600/PA240114.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" r6="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-gX-hBqtujJk/TaODsuLAutI/AAAAAAAADsw/twgbUh4q6aQ/s320/PA240114.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-6617803412487838980?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/6617803412487838980/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=6617803412487838980&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/6617803412487838980'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/6617803412487838980'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/12/florenca-italia.html' title='Florença, Itália'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-8FkW5y3qT-Q/TaODooESxwI/AAAAAAAADss/JhbeNqJRD5Y/s72-c/PA240078.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-7841702638918132809</id><published>2011-11-28T13:31:00.010Z</published><updated>2011-11-28T13:31:00.791Z</updated><title type='text'>Casa-Museu Madre Teresa, Skopje, Macedónia</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-9NGTKgZnjbs/TeOOWjc8__I/AAAAAAAADys/wq4wHdZz8uQ/s1600/1+2011.04.19+skopje+209.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://3.bp.blogspot.com/-9NGTKgZnjbs/TeOOWjc8__I/AAAAAAAADys/wq4wHdZz8uQ/s400/1+2011.04.19+skopje+209.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;Ficou conhecida como Madre Teresa de Calcutá e teve, a partir do meio da sua vida, cidadania indiana (e também cidadania honorária norte-americana). Mas nasceu em Skopje, filha de pais albaneses e chamava-se Agnes Gonxha Bojaxhiu. A sua &lt;em&gt;Memorial House&lt;/em&gt; (&lt;a href="http://www.memorialhouseofmotherteresa.org/"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;http://www.memorialhouseofmotherteresa.org&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;) fica na principal avenida da capital – a Rua Macedónia, em tempos Rua Tito, uma artéria pedonal, no centro comercial da cidade. Está aberta das 9:00 às 20:00 (ao fim-de-semana fecha às 14:00). Nalguns dias da semana tem serviço religioso, na capela. Tudo é de entrada livre.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-4ipxpQQmWLA/TeOOZiS6xfI/AAAAAAAADyw/d-91Q4yjAQY/s1600/2+2011.04.19+skopje+185.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://3.bp.blogspot.com/-4ipxpQQmWLA/TeOOZiS6xfI/AAAAAAAADyw/d-91Q4yjAQY/s400/2+2011.04.19+skopje+185.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial;"&gt;Curiosamente, mas não por acaso, a localização do edifício é a mesma onde em tempos existiu uma velha igreja católica, dedicada ao Sagrado Coração de Jesus, onde Agnes Gonxha foi baptizada, um dia depois de ter nascido, a 27 de Agosto de 1910. Também era esta a igreja onde vinha regularmente, na sua prática católica, enquanto viveu na Macedónia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial;"&gt;É interessante perceber que um museu dedicado a Madre Teresa, católica, tenha tanta popularidade num país meio ortodoxo, meio muçulmano. Aliás, foi criado com fundos públicos e no primeiro ano após a sua abertura, em 2009, registou 80 mil visitantes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-iH2eJmnXLHc/TeOOctRXQ7I/AAAAAAAADy0/GCRIirSrhuY/s1600/3+2011.04.19+skopje+191.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="296" src="http://1.bp.blogspot.com/-iH2eJmnXLHc/TeOOctRXQ7I/AAAAAAAADy0/GCRIirSrhuY/s400/3+2011.04.19+skopje+191.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="color: black; font-family: Arial;"&gt;Da visita, a impressão com que ficou o viajante foi a de que a figura de Madre Teresa de Calcutá, galardoada com o prémio Nobel da Paz em 1979, é a mais considerada cidadã de Skopje, apesar de ter saído da cidade para Dublin com apenas 18 anos, para se juntar às Irmãs do Loreto, uma congregação de religiosas irlandesas. Depois de deixar Skopje, Agnes Gonxha Bojaxhiu adoptou o nome de Teresa, em homenagem a Santa Teresa de Lisieux, padroeiras de missionárias. Em 1928 foi para a Índia, onde viria a fundar a Congregação das Missionárias da Caridade, actualmente com mais de 5000 membros em 130 países.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-2CXTAn9fpvs/TeOOfhjyzuI/AAAAAAAADy4/4wGAMYd5al8/s1600/4+2011.04.19+skopje+192.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://1.bp.blogspot.com/-2CXTAn9fpvs/TeOOfhjyzuI/AAAAAAAADy4/4wGAMYd5al8/s400/4+2011.04.19+skopje+192.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial;"&gt;E nunca mais voltou a viver na Macedónia, que apenas voltou a visitar em 1970, na sequência do horrível tremor de terra que arrasou a cidade, em 1978, em 1980, altura em que foi declarada cidadã honorária da cidade (ainda no tempo de domínio dos comunistas jugoslavos) e em 1986, quando já sopravam os ventos da Perestroika e lhe foi permitido lançar as bases de instalação, aqui, de um delegação das Missionárias da Caridade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial;"&gt;O edifício da &lt;em&gt;Memorial House&lt;/em&gt; integra um espaço museológico, reproduzindo uma casa macedónia do início do século XX. Além disso, uma pequena capela, de paredes de vidros quebrados. Nela, simbolicamente – assim o assumiu o viajante -, uma imagem de Nossa Senhora de Fátima.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-7841702638918132809?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/7841702638918132809/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=7841702638918132809&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/7841702638918132809'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/7841702638918132809'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/11/casa-museu-madre-teresa-skopje.html' title='Casa-Museu Madre Teresa, Skopje, Macedónia'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-9NGTKgZnjbs/TeOOWjc8__I/AAAAAAAADys/wq4wHdZz8uQ/s72-c/1+2011.04.19+skopje+209.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-252191851753623899</id><published>2011-11-25T17:12:00.000Z</published><updated>2011-11-25T17:12:00.136Z</updated><title type='text'>A aventura do açúcar na ilha Maurício</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-rQq3OGauPpg/Tc_7vqohXiI/AAAAAAAADwE/_llqaP6WXKA/s1600/1.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://3.bp.blogspot.com/-rQq3OGauPpg/Tc_7vqohXiI/AAAAAAAADwE/_llqaP6WXKA/s400/1.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Quando os holandeses ocuparam a ilha Maurício, no fim do século XVI (quase um século depois de a ilha ter sido descoberta pelos portugueses), introduziram o cultivo da cana do açúcar. A cana encontrou aqui um clima óptimo e os solos vulcânicos, nunca antes agricultados, eram riquíssimos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-qV-LHpG1Etg/Tc_8qFf54jI/AAAAAAAADwI/Y5IfYOrPk5E/s1600/2.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="250" src="http://2.bp.blogspot.com/-qV-LHpG1Etg/Tc_8qFf54jI/AAAAAAAADwI/Y5IfYOrPk5E/s400/2.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Pouco depois, as plantações de cana do açúcar estendiam-se a toda a ilha, multiplicando-se as unidades de extracção (a que os portugueses do Brasil colonial chamavam “&lt;em&gt;engenhos&lt;/em&gt;”).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Yc09Cm0zdaU/Tc_8yr5z2HI/AAAAAAAADwM/bVHSihyrmEc/s1600/3.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-Yc09Cm0zdaU/Tc_8yr5z2HI/AAAAAAAADwM/bVHSihyrmEc/s400/3.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Em breve toda a economia da Maurício dependia deste produto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Nos tempos mais recentemente, a queda dos preços nos mercados internacionais fragilizou o sector, que tem vindo a reconverter-se, sob pena de ter que cessar a actividade. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Há já muitas fábricas fechadas, sendo a sua antiga produção canalizada para outras, que ainda vão sobrevivendo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-B-ROi-xNtX8/Tc_83FKPaQI/AAAAAAAADwQ/-c3sYysM9EU/s1600/4.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="247" src="http://3.bp.blogspot.com/-B-ROi-xNtX8/Tc_83FKPaQI/AAAAAAAADwQ/-c3sYysM9EU/s400/4.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Vem isto a propósito de uma visita turística (na ilha, turístico, mais turístico, não há…) que o viajante fez à velha fábrica de açúcar Beau Plan, agora convertida em museu de açúcar e centro de interpretação da actividade. Embora esta experiência (&lt;a href="http://www.aventuredusucre.com/"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;www.aventuredusucre.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;) seja tipicamente (exclusivamente…) para turistas, foi muito interessante, dando a conhecer ao viajante a história do cultivo da cana, relacionando-a com a história da Maurício, bem como todo o processo, desde o cultivo da cana até ao açúcar final. Sem esquecer, claro, o rum, o mais famoso produto secundário da cana. Achou o viajante interessante provar diferentes tipos de açúcar, de entre os 15 que actualmente se fabricam.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-9MWsPyovONA/Tc_86rxg6UI/AAAAAAAADwU/sIVbJs0nxXA/s1600/5.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="303" src="http://2.bp.blogspot.com/-9MWsPyovONA/Tc_86rxg6UI/AAAAAAAADwU/sIVbJs0nxXA/s400/5.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A fábrica Beau Plan, onde fica a Aventure du Sucre, fica a &lt;st1:metricconverter productid="15 quil�metros" w:st="on"&gt;15 quilómetros&lt;/st1:metricconverter&gt; a norte de Port Louis, capital da Maurício, tendo acesso directo por estrada. Está aberta todos os dias, das 9 às 17 horas. Nas instalações há restaurante, onde se pode almoçar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Y2TmZEUwViE/Tc_9DWtP_lI/AAAAAAAADwY/ibirTyKDbu4/s1600/6.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="223" src="http://4.bp.blogspot.com/-Y2TmZEUwViE/Tc_9DWtP_lI/AAAAAAAADwY/ibirTyKDbu4/s400/6.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-252191851753623899?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/252191851753623899/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=252191851753623899&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/252191851753623899'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/252191851753623899'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/11/aventura-do-acucar-na-ilha-mauricio.html' title='A aventura do açúcar na ilha Maurício'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-rQq3OGauPpg/Tc_7vqohXiI/AAAAAAAADwE/_llqaP6WXKA/s72-c/1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-487014511121451291</id><published>2011-11-16T15:05:00.000Z</published><updated>2011-11-16T15:05:00.515Z</updated><title type='text'>Auckland, Nova Zelândia</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-q1z2B06k1MU/TmjHk6VW12I/AAAAAAAAD3U/g8zkBYBfp-Y/s1600/1+2011.08.28+auckland+026.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://3.bp.blogspot.com/-q1z2B06k1MU/TmjHk6VW12I/AAAAAAAAD3U/g8zkBYBfp-Y/s400/1+2011.08.28+auckland+026.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Visitar grandes cidades dohemisfério sul supõe um espírito diferente. Assim é, por exemplo, porque sãocidades que nem sempre têm um centro e muito menos um centro histórico, já quea generalidade delas se localiza em países com uma muito recente história. Poroutro lado, são normalmente terras onde os visitantes e turistas são maisseduzidos pelo que podem fazer do que pelo que podem ver: isto é, asactividades de laser são mais atractivas do que os locais a visitar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Também acontece assim comAuckland, a maior cidade da Nova Zelândia, onde as duas coisas maisinteressantes sugeridas aos turistas são os passeios marítimos em super lanchasrápidas, nas baías da zona e subir à torre das telecomunicações, para saltar delá para baixo, com a técnica do &lt;em&gt;bungy jumping&lt;/em&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-2nw1uh024Sk/TmjIWGZHg0I/AAAAAAAAD3Y/WQlPK5P0xOY/s1600/2+2011.08.28+auckland+031.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://3.bp.blogspot.com/-2nw1uh024Sk/TmjIWGZHg0I/AAAAAAAAD3Y/WQlPK5P0xOY/s400/2+2011.08.28+auckland+031.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Apesar desse espírito – e denão lhe apetecerem emoções fortes –, dispôs-se o viajante a desfrutar da maiore mais importante cidade da ilha norte da Nova Zelândia. Auckland tem 1 milhãoe duzentos mil habitantes, que são um quarto da população de todo país. Alémdisso, é também porto de abrigo para uma multidão de imigrantes de todo osudoeste asiático e do Pacífico. Aliás, tem tanta população de nativos dasilhas do Pacífico que se diz que é a maior cidade polinésia do mundo! Estadiversidade populacional dá-lhe uma enorme diversidade cultural – tem umaenorme densidade de restaurantes étnicos e, pelas ruas, é bem visível estecadinho de culturas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-IWafPU80-aY/TmjIez7whiI/AAAAAAAAD3c/ed2pQDfUxE0/s1600/3+2011.08.28+auckland+157.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="318" src="http://2.bp.blogspot.com/-IWafPU80-aY/TmjIez7whiI/AAAAAAAAD3c/ed2pQDfUxE0/s640/3+2011.08.28+auckland+157.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Achou o viajante queAuckland é uma cidade enorme, muito espalhada no terreno, que apenas tem umagrande densidade de ocupação do território na &lt;em&gt;downtown&lt;/em&gt;, em particular na zonado chamado Water Front. Esta antiga zona portuária, onde ficam a meia dúzia deedifícios históricos da cidade, foi recuperada recentemente e constitui agora ocentro de todo o núcleo urbano. Por aqui há lojas, restaurantes e bares paratodos os gostos. É também local de passeio, se estiver bom tempo. E muitoagradável, por sinal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;É aqui que fica o edifícioda antiga estação do &lt;em&gt;ferry&lt;/em&gt;, construído em 1912, em estilo eduardiano, emtijolos, pedra de calcário e granito local. Em frente, começa a agitada Queen’sStreet, coração comercial da cidade. Ao lado, o Museu Marítimo, em frente doqual está exposto o veleiro neozelandês que ganhou a America’s Cup.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-OXlWKEmE1_w/TmjInzd66dI/AAAAAAAAD3g/01vtMCcrems/s1600/4+2011.08.28+auckland+014.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://4.bp.blogspot.com/-OXlWKEmE1_w/TmjInzd66dI/AAAAAAAAD3g/01vtMCcrems/s400/4+2011.08.28+auckland+014.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Fica também próximo, aquinze minutos de caminhada (mas a subir muito, porque esta cidade tem umageografia muitíssimo irregular), a Sky Tower. É um edifício original, em formade torre de comunicações e que, efectivamente, tem como objectivo principalservir de suporte a telecomunicações. Tem 328 metros de altura e dizem ser oedifício mais alto do hemisfério sul. Abriu ao público em 1997, porque nosandares superiores tem varandas de observação e restaurantes. É aqui que sedesenvolvem algumas das actividades radicais – pode saltar-se daqui em saltocontrolado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-hpdu9U9oE04/TmjI03rn0rI/AAAAAAAAD3k/tMhBdHqezqk/s1600/5+2011.08.28+auckland+165.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://1.bp.blogspot.com/-hpdu9U9oE04/TmjI03rn0rI/AAAAAAAAD3k/tMhBdHqezqk/s400/5+2011.08.28+auckland+165.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Porém, dois locais, emparticular, ficaram na memória do viajante: um deles, foi o Museu de Auckland,inesperado na sua modernidade e riqueza. O outro, foi o igualmente inesperado AlbertPark, um perfeito jardim inglês, apesar de ficar numa cidade do novo mundo e dohemisfério sul. Fica numa colina alta da cidade, de onde se pode perceber a&lt;em&gt;skyline&lt;/em&gt; da zona baixa e não falta aqui, até, uma estátua da Rainha Vitória.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-yr6MGPpwF-k/TmjJ0bwHxjI/AAAAAAAAD3o/J4qu8Qi98Mg/s1600/6+2011.08.28+auckland+015.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-yr6MGPpwF-k/TmjJ0bwHxjI/AAAAAAAAD3o/J4qu8Qi98Mg/s400/6+2011.08.28+auckland+015.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Auckland fica a uma enormedistância de Portugal. A melhor forma de voar para aqui é via Londres, com aAir New Zealand e, dependendo da escala (que pode ser Los Angeles ou HongKong), o tempo de voo variará entre 21 e 26 horas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-487014511121451291?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/487014511121451291/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=487014511121451291&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/487014511121451291'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/487014511121451291'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/11/auckland-nova-zelandia.html' title='Auckland, Nova Zelândia'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-q1z2B06k1MU/TmjHk6VW12I/AAAAAAAAD3U/g8zkBYBfp-Y/s72-c/1+2011.08.28+auckland+026.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-6476214727251224727</id><published>2011-11-11T12:16:00.000Z</published><updated>2011-11-11T12:16:00.509Z</updated><title type='text'>Samoa, o Pacífico diferente</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-QB4BGs8fDhw/Tmih3AQuKSI/AAAAAAAAD20/VUPG0Pcr1Q8/s1600/21+2011.08.20+samoa+127.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="474" src="http://4.bp.blogspot.com/-QB4BGs8fDhw/Tmih3AQuKSI/AAAAAAAAD20/VUPG0Pcr1Q8/s640/21+2011.08.20+samoa+127.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;No coração da Polinésia, asilhas Samoa gostam de ostentar uma história que dizem ter 3 mil anos. Diz-seque, juntamente com Tonga, o país insular mais próximo, é aqui que está aorigem de toda a civilização polinésia: foi aqui que se estabeleceram os povospré-históricos que criaram a cultura polinésia e daqui se expandiram para todoo Pacífico: entre outros, para o Havai e para a Nova Zelândia (a cultura maoriteve origem aqui).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-d4WkafB-Rug/Tmih8Jbj1hI/AAAAAAAAD24/U2S4Ac_MnUw/s1600/22+2011.08.20+samoa+225.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="318" src="http://3.bp.blogspot.com/-d4WkafB-Rug/Tmih8Jbj1hI/AAAAAAAAD24/U2S4Ac_MnUw/s640/22+2011.08.20+samoa+225.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Esta cultura sedimentou-semuito, porque os europeus chegaram cá muito tarde: os primeiros, terão sidonavegadores holandeses, que vinham à procura de baleias e que aportaram Samoaem 1722. Cem anos depois chegaram os primeiros missionários cristãos, que poucotempo depois tinham evangelizado completamente as ilhas. Em termos políticos,Samoa foi governada pelos seus chefes tradicionais até 1899. Nessa data passoua ser um protectorado alemão e assim se manteve até à Iª Guerra, no decurso daqual passou para o domínio da Nova Zelândia, que governou as ilhas até àindependência em 1962 – Samoa foi a primeira das modernas nações do Pacífico aconquistar a independência, no século XX.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-PiUXGiP23NQ/TmiiBurI-NI/AAAAAAAAD28/Yv6qk4Yn2wA/s1600/23+2011.08.24+samoa+078.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-PiUXGiP23NQ/TmiiBurI-NI/AAAAAAAAD28/Yv6qk4Yn2wA/s640/23+2011.08.24+samoa+078.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;É um país fora de rota, muitolonge da Europa, onde por isso é difícil ir (sem se perder pelo caminho, oviajante demorou 52 horas a chegar). Fica a 3000 mil quilómetros da NovaZelândia, a sua antiga potência colonial e ainda hoje o seu grande parceiroexterno, na política e nos negócios. Este isolamento tem dificultado movimentosmigratórios para as ilhas – ao contrário, muitos samoanos procuram trabalhofora, sobretudo na Nova Zelândia. Por isso, ainda hoje a maioria da população éautóctone.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-e03e7JjStpI/TmiiGk6oFII/AAAAAAAAD3A/3XjRfFoCiTk/s1600/24+2011.08.23+samoa+062.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-e03e7JjStpI/TmiiGk6oFII/AAAAAAAAD3A/3XjRfFoCiTk/s320/24+2011.08.23+samoa+062.JPG" width="298" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Chegou o viajante às ilhassem ter ainda a clara noção com que depois ficou de que a distância e oisolamento impediram a chagada a Samoa de muitas das comodidades do turismomoderno. Na verdade, este destino não é para aqueles para quem Pacífico Sulsignifica um hotel de 5 estrelas, com piscina em cima da praia, onde se servembebidas com uma espécie de guarda-chuva dentro. Pelo contrário, em Samoa há muitopoucos hotéis e todos eles de perfil modesto. Mesmo os melhores hotéis dasilhas não ombreiam com os padrões internacionais. Sentiu o viajante tambémfalta de outras estruturas, para quem não for &lt;em&gt;backpacker&lt;/em&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-r0xgHeI-1GA/TmiiLTeo2hI/AAAAAAAAD3E/qluv1glWIM8/s1600/25+2011.08.23+samoa+041.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="217" src="http://3.bp.blogspot.com/-r0xgHeI-1GA/TmiiLTeo2hI/AAAAAAAAD3E/qluv1glWIM8/s400/25+2011.08.23+samoa+041.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Esta modéstia do paíscorresponde ao perfil da população. Muito poucos deixam de seguir os hábitos eas rotinas locais: a vida é muito descontraída, sem pressa e simples. Toda agente usa roupa muito leve e havaianas. Mesmo! Até em ambiente de trabalho.Além disso, quase todos usam aquela espécie de saia, a meio caminho do pareobrasileiro, a que chamam lava-lava. Nota-se que gostam deste trajo insular eaté fazem questão de o usar. E isso (notou-o bem o viajante), é transversal atoda a sociedade. Aliás, a sociedade é verdadeiramente uma sociedade semclasses e sem grandes fossos económicos, também.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Os samoanos são muitoamigáveis. Percebe o viajante a sedução que terão sentido os marinheiroseuropeus do século XIX que andaram pelos mares do sul: as raparigas polinésias,apesar de não serem das mais graciosas nem das mais elegantes, são muitosimpáticas. Na rua, ao cruzarem-se com estrangeiros, cumprimentam sempre e demuito boa vontade estabelecem diálogo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-5LrsOxD6U8Y/TmiiUwbUY5I/AAAAAAAAD3I/M9BB5Q_GzL0/s1600/26+2011.08.26+samoa+172.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="298" src="http://2.bp.blogspot.com/-5LrsOxD6U8Y/TmiiUwbUY5I/AAAAAAAAD3I/M9BB5Q_GzL0/s400/26+2011.08.26+samoa+172.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Não obstante, esta sociedadeisolada do Pacífico tem uma estrutura muito fortemente aldeã. Vive ainda hojenuma estrutura social e desenvolve um efectivo modo de vida muito tradicional.O governo diário destas comunidades é também feito da forma tradicional, que sóé possível por o país ter apenas 180 mil habitantes. A base estrutural da vidaé a família alargada, que se pretende que seja o maior possível, para ser maispoderosa no contexto da aldeia. Em Samoa há 362 aldeias e 18000 chefes defamília alargada (aos quais cabe a tarefa de representar a família no conselhoda aldeia que, por sua vez, gere esta). Note-se que há apenas uma década que osmembros do parlamento deixaram de ser designados por estes conselhos de aldeia,para serem eleitos por sufrágio universal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-yg59jBO8nlw/Tmiiayr9jmI/AAAAAAAAD3M/QrS0IJExab0/s1600/27+2011.08.21+samoa+165.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="286" src="http://4.bp.blogspot.com/-yg59jBO8nlw/Tmiiayr9jmI/AAAAAAAAD3M/QrS0IJExab0/s400/27+2011.08.21+samoa+165.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 12pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;Por outro lado, mais de 80 por cento dos samoanossão cristãos praticantes. Em cada aldeia há uma ou mais igrejas onde todos, semexcepção, vão à missa ao domingo de manhã. Observou o viajante que este ritualse cumpre com muito rigor, até na forma muito aperaltada como todos se vestem.E depois, é também tradicional haver um almoço familiar, rico e com muitacomida – nessas alturas come-se taro, um vegetal que cozido parece batata,fruta-pão, outro vegetal que se come grelhado nas brasas, mas também pode sercozido ou frito em rodelas, como se fossem batatas fritas e muitos pratospreparados com coco – reteve o viajante um atum fresco e cru, marinado em leitede coco, sumo de limão, pimentos e cebola&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-zVJXXjIBbn8/TmiikWGIliI/AAAAAAAAD3Q/WM-iSkYXdEI/s1600/28+2011.08.20+samoa+148.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="295" src="http://4.bp.blogspot.com/-zVJXXjIBbn8/TmiikWGIliI/AAAAAAAAD3Q/WM-iSkYXdEI/s400/28+2011.08.20+samoa+148.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-6476214727251224727?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/6476214727251224727/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=6476214727251224727&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/6476214727251224727'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/6476214727251224727'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/11/samoa-o-pacifico-diferente.html' title='Samoa, o Pacífico diferente'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-QB4BGs8fDhw/Tmih3AQuKSI/AAAAAAAAD20/VUPG0Pcr1Q8/s72-c/21+2011.08.20+samoa+127.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-8920788414668187032</id><published>2011-11-07T00:09:00.002Z</published><updated>2011-11-07T00:09:00.785Z</updated><title type='text'>As “moules” de Bruxelas</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Nw0KtDgzxsU/TqSetr6-3fI/AAAAAAAAD8E/u3gyKmairMk/s1600/1+2009.01.29+bruxelas+121.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-Nw0KtDgzxsU/TqSetr6-3fI/AAAAAAAAD8E/u3gyKmairMk/s320/1+2009.01.29+bruxelas+121.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Juntamente com a cerveja e os chocolates, as “moules frites”, ou mexilhões com batatas fritas, são um dos ícones mais presentes na memória do viajante, quando a referência é Bruxelas. Tal como os chocos fritos de Setúbal, são um pitéu barato, pouco exigente, de preparação simples. Os dois fritos partilham ainda a origem muito recente. Como todos os turistas que passam por Bruxelas, já calhou ao viajante jantar no Chez Léon, uma “fritaria”, na Rue des Bouchers, nas traseiras da Grand-Place. É uma casa de pasto muito antiga, com origem em 1893, na altura com o estatuto de pequena tasca, onde se serviam mexilhões e batatas fritas. O seu dono era Léon Vanlancker. Décadas depois, no decurso da exposição de 1958 (a World Expo 1958, cujo emblema principal veio a ser o Atomium), o Chez Léon instalou-se no recinto da Expo e serviu “moules frites” aos numerosos visitantes internacionais. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-K7RbE3P7Lsk/TqSewazQVRI/AAAAAAAAD8M/i9qu-X6UIxg/s1600/2+2011.01.28+035.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="211" src="http://2.bp.blogspot.com/-K7RbE3P7Lsk/TqSewazQVRI/AAAAAAAAD8M/i9qu-X6UIxg/s400/2+2011.01.28+035.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Desde então, Bruxelas transformou-se na capital do mexilhão e deu à Bélgica, país de história curta e sem grandes tradições específicas, um dos seus ícones. Fica por dizer que, desde então, o Chez Léon se desmultiplicou e abriu muitos outros restaurantes em Bruxelas e também em França. Infelizmente, perdeu a genuinidade e transformou-se numa cadeia de restaurantes temáticos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&amp;nbsp;tradição belga diz que devem comer-se mexilhões apenas em meses cujo nome contenha a letra R, o que acontece a partir do mês de Outubro e termina em Abril. No ínterim, os mexilhões são pequenos e menos saborosos; como as lusitanas sardinhas assadas, mas ao contrário. Porém, com a intensificação da aquacultura, também aqui a tradição já não é o que era: em Bruxelas comem-se excelentes “moules” durante todo o ano.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-om12G368Qpo/TqSezsXkJ6I/AAAAAAAAD8U/uziPK4Ar0Vg/s1600/3+moules.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="208" src="http://1.bp.blogspot.com/-om12G368Qpo/TqSezsXkJ6I/AAAAAAAAD8U/uziPK4Ar0Vg/s400/3+moules.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Curiosamente, tem o viajante verificado que os restaurantes de Bruxelas fazem questão de salientar que os seus mexilhões vêm da Holanda – não são uns quaisquer… A verdade é que a Bélgica também produz mexilhões, em viveiros no Mar do Norte, mas a costa belga não tem rias ou mares de águas calmas onde possam instalar-se as gaiolas para criação. As instalações que existem estão muito expostas às correntes e intempéries. A produção belga acaba por ser muito reduzida, sendo necessário comprar matéria prima a França (aos viveiros da Bretanha ou da Normandia) e, sobretudo, à Holanda. Na região holandesa da Zelândia, a aquacultura do mexilhão é uma importante actividade económica, sendo o produto quase todo destinado à venda para a Bélgica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-cjfQi-MLx14/TqSe2VshYzI/AAAAAAAAD8c/-947K_IBQ-M/s1600/4+2011.01.28+033.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="255" src="http://4.bp.blogspot.com/-cjfQi-MLx14/TqSe2VshYzI/AAAAAAAAD8c/-947K_IBQ-M/s400/4+2011.01.28+033.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Em Bruxelas, os mexilhões fazem-se cozidos em vapor, na sua própria humidade, sem qualquer condimento – apenas com a excepção do funcho,&amp;nbsp;da cebola e do aipo que os acompanham na panela. Para turistas, há coloridas variantes exóticas, por exemplo a cozedura em vinho ou cerveja. Em todo o caso, são um bom e saudável alimento. Ao contrário da voz corrente, não elevam o colesterol, porque têm pouca gordura. São ricos em proteínas e sais minerais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;E já agora, outra dica de viajante: dizem os &lt;em&gt;chefs&lt;/em&gt; belgas (sim, há efectiva e verdadeiramente &lt;em&gt;chefs&lt;/em&gt; na Bélgica, embora qualquer viajante que tenha cruzado aquele país fique seguramente com a impressão de que essa é uma mera hipótese académica), os chefs, portanto, dizem que não há problema nenhum com os mexilhões que depois de cozidos continuam fechados – não estão estragados: apenas têm os músculos da concha mais fortes.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-8920788414668187032?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/8920788414668187032/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=8920788414668187032&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/8920788414668187032'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/8920788414668187032'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/11/as-moules-de-bruxelas.html' title='As “moules” de Bruxelas'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-Nw0KtDgzxsU/TqSetr6-3fI/AAAAAAAAD8E/u3gyKmairMk/s72-c/1+2009.01.29+bruxelas+121.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-112126772203816884</id><published>2011-11-04T16:13:00.013Z</published><updated>2011-11-04T16:13:00.640Z</updated><title type='text'>Cracóvia, Polónia</title><content type='html'>&lt;span style="color: black; font-family: Arial;"&gt;Passou o viajante pela antiga e histórica capital da Polónia num mês de Abril frio e gelado. Tanto, que as fotográficas que tirou, ficaram ainda mais fracas do que o habitual. Mas apesar disso, conseguiu aperceber a enorme alma desta cidade, que durante vários séculos (do século XI ao século XVI) foi capital e residência de reis e por isso centro importante de artes e ciências. &lt;/span&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-TRtJwG1TIf8/TqSdxkNvCyI/AAAAAAAAD78/BgRdsVOTk00/s1600/krakow.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://4.bp.blogspot.com/-TRtJwG1TIf8/TqSdxkNvCyI/AAAAAAAAD78/BgRdsVOTk00/s400/krakow.jpg" width="265" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial;"&gt;O seu centro histórico foi declarado património da Humanidade em 1978 – foi a primeira lista de locais outorgada pela Unesco e Cracóvia fez parte deste reduzida lista de lugares. Recorda, em particular, o viajante, a Praça Rynek Glowny, um enorme espaço quadrado de &lt;st1:metricconverter productid="200 metros" w:st="on"&gt;200  metros&lt;/st1:metricconverter&gt; de lado, do qual se diz ser a maior praça medieval da Europa. No meio, está o antigo mercado dos panos, um edifício do século XIII (embora tenha sido ampliado com elementos góticos e renascentistas), desde sempre dedicado ao comércio, actualmente repleto de lojas de artesanato. Mas impressionou-o também a cidadela de Wawel, nas margens do Vístula, encimada pelo castelo de Cracóvia, que durante séculos foi ocupado pelos reis da Polónia – é um edifício de origem medieval, mas modernizado no início do século XVII, em estilo renascentista. É visitável. No mesmo recinto fica também a catedral, em cujo interior ficam os túmulos reais. Aqui eram tradicionalmente coroados os reis polacos – e aqui eram enterrados também.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-112126772203816884?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/112126772203816884/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=112126772203816884&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/112126772203816884'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/112126772203816884'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2005/12/cracvia.html' title='Cracóvia, Polónia'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-TRtJwG1TIf8/TqSdxkNvCyI/AAAAAAAAD78/BgRdsVOTk00/s72-c/krakow.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-3178687250446494148</id><published>2011-11-03T01:12:00.000Z</published><updated>2011-11-03T01:12:54.192Z</updated><title type='text'>Lisboa, Avenida Fontes Pereira de Melo</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-zoJe7Y5wFZQ/TrHqDhipelI/AAAAAAAAD9M/YPaKrA6tiaY/s1600/2011.10.28+bruxelas+009.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-zoJe7Y5wFZQ/TrHqDhipelI/AAAAAAAAD9M/YPaKrA6tiaY/s320/2011.10.28+bruxelas+009.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Por vezes, no seu país, o viajante fica sem palavras. Perante esta imagem, confessa não saber o que dizer: será esta uma consequência do acordo ortográfico? Ou será apenas um subtil detalhe de uma acção de &lt;em&gt;marketing&lt;/em&gt;, demasiado elaborada para o modesto nível de exigência do viajante?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-3178687250446494148?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/3178687250446494148/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=3178687250446494148&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/3178687250446494148'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/3178687250446494148'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/11/lisboa-avenida-fontes-pereira-de-melo.html' title='Lisboa, Avenida Fontes Pereira de Melo'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-zoJe7Y5wFZQ/TrHqDhipelI/AAAAAAAAD9M/YPaKrA6tiaY/s72-c/2011.10.28+bruxelas+009.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-112126854749197396</id><published>2011-11-01T16:24:00.020Z</published><updated>2011-11-01T16:24:00.376Z</updated><title type='text'>Neues Museum, Berlim</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial Narrow;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://cadernosdeviagem.blogspot.com/search?q=pergamo"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-8RS9bnUlKUw/TqSjk8daweI/AAAAAAAAD8k/vLmPB6_UJuQ/s1600/museu%252520egip2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-8RS9bnUlKUw/TqSjk8daweI/AAAAAAAAD8k/vLmPB6_UJuQ/s320/museu%252520egip2.jpg" width="210" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;; font-size: 14pt;"&gt;Visitou, há anos, o viajante, um espaço nos arredores de Berlim que se chamava &lt;em&gt;Ägyptischesmuseum&lt;/em&gt; e ficava na zona de Charlottenburg. Dele reteve, em particular, o esfíngico busto da egípcia Nefertiti, que foi a rainha do faraó Akhenatom e é uma das poucas esposas de faraó que ficaram para a história. Como personagem, é discreta na história do Egipto, mas a sua serena beleza impressionou muito o viajante. Aliás, recordava bem esta icónica imagem dos livros de História do ensino secundário. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;; font-size: 14pt;"&gt;Neste Museu Egípcio reunia-se uma enorme colecção de objectos levados do Egipto para Berlim por arqueólogos alemães, ao longo dos séculos XIX e XX. Muitos deles têm sido reclamados, sem sucesso, pelas autoridades egípcias.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/488/172/1600/museu%20egip%201.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://photos1.blogger.com/blogger/488/172/400/museu%20egip%201.jpg" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;; font-size: 14pt;"&gt;Entretanto, em 2005, o museu fechou e a sua colecção foi transferida para o Neues Museum. Na altura, este museu estava fechado, desde 1945, mas estavam em curso obras para o reabrir. E assim veio a acontecer, em Outubro de 2009: desde então, o mais famoso busto da antiguidade e toda a restante colecção egípcia estão no Neues Museum, na Ilha dos Museus. Nesta ilha, a meio do rio Spree, no bairro de Mitte, estão instalados cinco museus de história e arte: o Altes Mueum (dedicado à antiguidade clássica), o Neues Museum, a Alte National Galerie (arte do século XIX), o Pergamom Museum (de que já se deixou nota &lt;a href="http://cadernosdeviagem.blogspot.com/search?q=pergamo"&gt;aqui&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;; font-size: 14pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;; font-size: 14pt;"&gt;e o Bodemuseum (escultura, numismática, pintura e arte bizantina). Esta ilha foi já classificada património da Humanidade, pela UNESCO, em função da densidade de museus que ali estão instalados. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-112126854749197396?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/112126854749197396/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=112126854749197396&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/112126854749197396'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/112126854749197396'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2005/12/museu-egpcio-berlim.html' title='Neues Museum, Berlim'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-8RS9bnUlKUw/TqSjk8daweI/AAAAAAAAD8k/vLmPB6_UJuQ/s72-c/museu%252520egip2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-3548191307233384910</id><published>2011-10-28T01:25:00.020+01:00</published><updated>2011-10-28T01:25:00.401+01:00</updated><title type='text'>Praça de Tianamen, Pequim</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-81608YSbCn8/TokBJRKyvRI/AAAAAAAAD6s/Of0p-pj6IsA/s1600/1.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="257" src="http://1.bp.blogspot.com/-81608YSbCn8/TokBJRKyvRI/AAAAAAAAD6s/Of0p-pj6IsA/s400/1.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O nome Tianamen ou, em português, “paz celestial”, faz despertar no viajante a memória de um fleumático manifestante que, sozinho, com um saco de compras na mão, enfrentou um carro de combate e desta forma o exército e o poder político chinês. A história bem conhecida dos protestos a favor da democracia, esmagados pela força militar em Junho de 1989, não conseguiu esbater-se da mente do viajante, quando passou por aquela que é a maior praça do mundo, no coração de Pequim. Mas além desta revolta, a praça foi palco de outros “incidentes” de idêntica natureza, na delicada terminologia chinesa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-skC5DJLqKuY/TokBQfyDTxI/AAAAAAAAD6w/X0LzJdjvF0c/s1600/2.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="282" src="http://3.bp.blogspot.com/-skC5DJLqKuY/TokBQfyDTxI/AAAAAAAAD6w/X0LzJdjvF0c/s400/2.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;É certo que o local, de passagem obrigatória para quem visita a cidade, está cheiro de pacíficos turistas equipados com máquinas fotográficas e também de vendedores ambulantes. Mas nota-se bem a densidade de agentes policiais fardados. E nestes, apesar de não reagirem quando se lhes tiram fotografias, evidencia-se alguma tensão. Há óbvio receio de novas manifestações: aliás, na entrada da praça o viajante foi revistado e a viu a mochila ter que passar por um túnel de raio-x, como se estivesse num aeroporto. A entrada na zona central da praça é particularmente vigiada e fecha a partir do entardecer, por razões de segurança. Por todo o lado, as câmaras de vigilância e o dispositivo policial não deixam dúvidas sobre o estrito controlo a que o local está sujeito.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-O1nf6K-2eEU/TokBT1JbT7I/AAAAAAAAD60/pMx-VBvRsH4/s1600/3.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="204" src="http://2.bp.blogspot.com/-O1nf6K-2eEU/TokBT1JbT7I/AAAAAAAAD60/pMx-VBvRsH4/s640/3.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;À margem destas tensões, Tianamen é o coração de Pequim. De aqui se medem todas as distâncias a outras cidades – é aqui o quilómetro 0. É gigantesca: tem mais de 800 metros de comprimento e 400 metros de largura e na sua vastíssima calçada cabem milhares de pessoas. Diz-se que no tempo da Revolução Cultural chegaram a realizar-se aqui desfiles com mais de um milhão de pessoas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;No seu topo, a norte, fica a entrada para a cidade proibida (a entrada da Porta do Céu, que dá o nome à praça), onde foi pendurado o mais fotografado retrato de Mao Tsé-Tung. Do outro lado, a sul, fica o mausoléu de Mao, onde está o seu corpo embalsamado. Nas faces laterais ficam dois edifícios mastodônticos, de construção revolucionária, onde não se esconde a clara inspiração soviética: o Museu Nacional de História e da Revolução e do outro a Assembleia Nacional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-UUK94nKpTtM/TokBXhkYphI/AAAAAAAAD64/3Z6p4VZwXBA/s1600/4.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="218" src="http://2.bp.blogspot.com/-UUK94nKpTtM/TokBXhkYphI/AAAAAAAAD64/3Z6p4VZwXBA/s400/4.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Embora a praça seja muito antiga, o formato que actualmente tem foi concepção do Grande Timoneiro, que queria que este fosse o espelho onde se revia a grandeza e a glória da China e do Partido Comunista. E de certa foram, conseguiu-o: Tianamen é um local de peregrinação de todos os chineses, mais que vigiado e completamente controlado por câmaras de televisão e agentes policiais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Z6u3-B_iWf4/TokBbJl2w-I/AAAAAAAAD68/QAqRvzp2TX0/s1600/5.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="233" src="http://3.bp.blogspot.com/-Z6u3-B_iWf4/TokBbJl2w-I/AAAAAAAAD68/QAqRvzp2TX0/s400/5.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-3548191307233384910?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/3548191307233384910/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=3548191307233384910&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/3548191307233384910'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/3548191307233384910'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/10/praca-de-tianamen-pequim.html' title='Praça de Tianamen, Pequim'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-81608YSbCn8/TokBJRKyvRI/AAAAAAAAD6s/Of0p-pj6IsA/s72-c/1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-2999036810932146849</id><published>2011-10-22T23:35:00.020+01:00</published><updated>2011-10-22T23:35:00.045+01:00</updated><title type='text'>Salvador da Bahia, Brasil</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-7T4cwGRP4vw/TozdKHqTZDI/AAAAAAAAD7A/OJb7SgnXONE/s1600/1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="350" src="http://4.bp.blogspot.com/-7T4cwGRP4vw/TozdKHqTZDI/AAAAAAAAD7A/OJb7SgnXONE/s640/1.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;; font-size: 14pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;Não costuma o viajante optar por clichés, mas desta vez sentiu algum apelo quando teve oportunidade de visitar Salvador. Bem sabia que esta cidade, de talvez três milhões de almas é, actualmente, um dos principais destinos turísticos do Brasil. As vagas de turistas vêm, antes de mais, à procura das excelentes praias (vem logo à memória Itapuã, que inspirou Vinicius e foi cantada por Toquinho e Djavan). Mas também dos monumentos históricos interessantíssimos e das manifestações culturais variadas. E depois, claro, para compor o cliché, das figuras típicas das enormes e pesadas bahianas, cuja imagem decorava os pacotes de uma marca qualquer de café, daquelas que já não há. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;; font-size: 14pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;; font-size: 14pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;Para lá dos clichés, encontrou o viajante em Salvador a cidade de um povo alegre, que organiza um carnaval rival do carioca. E criativo, também. Por aqui, na enormíssima tradição musical da Bahia, passam as raízes da música popular brasileira, entre muitas outras sub-culturas do Brasil moderno. Aqui nasceram Caetano Veloso, Maria Bethania e Gilberto Gil. Mas esta é também a pátria das religiões mistas, como por exemplo o condomblé, de contornos iconográficos cristãos mas de raiz africana, que fez dos orixás a sua divindade. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-QK1RIBVhF7w/TozdNS-3M0I/AAAAAAAAD7E/XQh327wECiA/s1600/2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="376" src="http://1.bp.blogspot.com/-QK1RIBVhF7w/TozdNS-3M0I/AAAAAAAAD7E/XQh327wECiA/s640/2.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;; font-size: 14pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;Percebe-se bem, na rua, este caldo de cultura, produto da miscigenação de raças, entre os portugueses colonizadores, os escravos africanos, chegados a partir de meados do século XVI e os nativos brasileiros. Quando Pedro Alvares Cabral, em 1500, descobriu o Brasil, aportou na costa da Bahia (em Porto Seguro, a sul de Salvador). Mas a baía de Todos os Santos, onde fica Salvador, foi descoberta por Américo Vespúcio, em &lt;st1:metricconverter productid="1501. A" w:st="on"&gt;1501. A&lt;/st1:metricconverter&gt; cidade viria a ser fundada em 1549, na altura com o nome de São Salvador da Baía. Foi capital do Brasil até 1763, altura em que a capital foi transferida para o Rio de Janeiro. Jorge Amado dizia que aqui está a origem do Brasil, porque tudo começou na Bahia: ”foi aqui que as raças se encontraram e se misturaram. Depois, esta mesma receita estendeu-se a todo o país”. E acrescenta que “foi aqui que começou a alegria brasileira, porque África salvou os brasileiros da tristeza do fado”. Do fado português, anota o viajante.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Iz2BzoWv-vY/TozdVjvFxjI/AAAAAAAAD7M/zYnGQz6hy6Q/s1600/3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-Iz2BzoWv-vY/TozdVjvFxjI/AAAAAAAAD7M/zYnGQz6hy6Q/s320/3.jpg" width="262" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;; font-size: 14pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;O fado português é, porém, para orgulho do viajante, a grande marca do bairro mais emblemático de Salvador. O Pelourinho, zona alta, na colina sobranceira à baía (que deu o nome à Bahia), de construção antiga e edifícios bem recuperados, é o centro da cidade – foi aqui que teve origem, como mercado de escravos. É património mundial, decretado pela UNESCO em 1984. Hoje em dia, os edifícios, iguais aos que poderia haver em Portugal, são ocupados por hotéis, lojas de artesanato ou de artigos de design e ainda por associações culturais. É por aqui que ensaiam as bandas tradicionais bahianas (entre elas, o Olodum). Também foi aqui que nasceu a capoeira, no século XVI, desenvolvida por escravos negros.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-pnEvNnKwsGc/TozdZARlcAI/AAAAAAAAD7Q/HqQ0yVLemj8/s1600/4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="265" src="http://2.bp.blogspot.com/-pnEvNnKwsGc/TozdZARlcAI/AAAAAAAAD7Q/HqQ0yVLemj8/s400/4.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;; font-size: 14pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;Esta zona urbana de casas baixas, com fachadas de cores pastel, em ruas de empedrado grosso, que do lado de cá do mar se chama calçada portuguesa, inclui muitas casas senhoriais dos séculos XVII e XVIII, tempo de domínio português. É igualmente desse tempo a Basílica da Sé, construída à portuguesa, em mármore branco e a magnífica igreja barroca do convento de São Francisco, com rico interior, profusamente decorado com azulejos e talha dourada. Diz-se que foram usados mais de mil quilos de ouro para a revestir. Esta igreja é considerada o expoente máximo do barroco brasileiro. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;; font-size: 14pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;; font-size: 14pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;Com o devido respeito por Amado, poderá ter-se finado por aqui o fado, mas se finou o orgulho do viajante, ao ver o destaque que merecem estas imensas obras lusitanas, tão longe de casa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-2999036810932146849?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/2999036810932146849/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=2999036810932146849&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/2999036810932146849'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/2999036810932146849'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/10/salvador-da-bahia-brasil.html' title='Salvador da Bahia, Brasil'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-7T4cwGRP4vw/TozdKHqTZDI/AAAAAAAAD7A/OJb7SgnXONE/s72-c/1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-2401065174625732268</id><published>2011-10-18T00:52:00.017+01:00</published><updated>2011-10-18T00:52:00.210+01:00</updated><title type='text'>Museu Thyssen-Bornemisza, Madrid</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-5UOUJOD8rd0/Toj5iW3B8OI/AAAAAAAAD6c/uVN7qbIP0Eg/s1600/1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="356" src="http://1.bp.blogspot.com/-5UOUJOD8rd0/Toj5iW3B8OI/AAAAAAAAD6c/uVN7qbIP0Eg/s400/1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;  &lt;/span&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; line-height: 150%; mso-ansi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Madrid é uma cidade de referência para quem gosta de visitar museus: alguns dos melhores museus de arte do mundo ficam aqui e nem é necessário referi-los para que de imediato assaltem a mente do leitor. É o que se passa com o Museu Thyssen, que deixou no viajante uma excelente impressão. Tem muito que ver e é entretido, mas sem ser excessivo. É um programa para um par de horas agradáveis. Fica, como é bem sabido, no centro de Madrid, a dois passos do celebérrimo Museu do Prado. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-dLhDRz6h9FM/Toj5_6-v2qI/AAAAAAAAD6g/lcRvev-8bPk/s1600/2.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="181" src="http://4.bp.blogspot.com/-dLhDRz6h9FM/Toj5_6-v2qI/AAAAAAAAD6g/lcRvev-8bPk/s320/2.JPG" width="320" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; line-height: 150%; mso-ansi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;O Museu Thyssen-Bornemisza &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; line-height: 150%;"&gt;reúne &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; line-height: 150%; mso-ansi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;uma impressionante colecção de arte, que abarca sobretudo pintura ocidental, desde a Idade Média aos pintores vanguardistas do início do século XX. A visita está organizada num percurso historicamente orientado, que vai percorrendo toda a colecção. Este acervo foi originariamente reunido pela família Thyssen-Bornemisza e acabou por ser comprada pelo Estado Espanhol em 1993. Além da colecção principal, está também disponível para os visitantes a chamada Colecção Cármen Thyssen-Bornemisza – é a colecção privada da baronesa que dá o nome ao museu. Foi instalada na&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; line-height: 150%;"&gt;s&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; line-height: 150%; mso-ansi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt; chamada&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; line-height: 150%;"&gt;s&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; line-height: 150%; mso-ansi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt; novas alas, por serem mais recentes e estarem num novo bloco, extensão do antigo e originário&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; line-height: 150%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; line-height: 150%; mso-ansi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;edifício. Esta colecção foi iniciada em meados da década de 1980, pela própria baronesa Thyssen-Bornemisza, que assim pretendia corresponder ao entusiasmo coleccionista do seu marido, o Barão Hans Heirich Thyssen-Bornemisza. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; line-height: 150%;"&gt;No seu &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; line-height: 150%; mso-ansi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;conjunto &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; line-height: 150%;"&gt;esta parte &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; line-height: 150%; mso-ansi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;d&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; line-height: 150%;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; line-height: 150%; mso-ansi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt; pintura &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; line-height: 150%;"&gt;exposta &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; line-height: 150%; mso-ansi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;é uma continuação natural da outra, que já está aqui instalada desde 1982.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-PggPkAYrymk/Toj6Dtv78JI/AAAAAAAAD6k/wpE4VufHxdc/s1600/3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="260" src="http://3.bp.blogspot.com/-PggPkAYrymk/Toj6Dtv78JI/AAAAAAAAD6k/wpE4VufHxdc/s400/3.jpg" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; line-height: 150%; mso-ansi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Na visita, podem ver-se exemplares de escultura e pintura da idade média final, mas também pintura &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; line-height: 150%;"&gt;alemã, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; line-height: 150%; mso-ansi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;italiana, flamenga e holandesa do século XVII. Seguem-se exemplares de várias proveniências de pintura dos séculos XVIII e XIX, com destaque para a pintura norte americana do século XIX e dentro desta, do i&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span lang="IT" style="font-family: Arial; line-height: 150%; mso-ansi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: IT; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;mpressionismo americano. Aliás, há vastos e múltiplos representantes do impressonismo e do post impressionismo, bem como do expressionismo alemão, tal como do fauvismo. A visita termina com diversas tendências do século XX. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-s509g2UQjK4/Toj6HC5LZaI/AAAAAAAAD6o/hjpIesN_HHw/s1600/4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="165" src="http://4.bp.blogspot.com/-s509g2UQjK4/Toj6HC5LZaI/AAAAAAAAD6o/hjpIesN_HHw/s320/4.jpg" width="320" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; line-height: 150%; mso-ansi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;O Museu Thyssen-Bornemisza está instalado no Palácio de Villahermosa, no Paseo del Prado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; line-height: 150%;"&gt; É um &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span lang="IT" style="font-family: Arial; line-height: 150%; mso-ansi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: IT; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;edifício&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span lang="IT" style="font-family: Arial; line-height: 150%; mso-ansi-language: IT;"&gt; com&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span lang="IT" style="font-family: Arial; line-height: 150%; mso-ansi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: IT; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt; origem no século XIX, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span lang="IT" style="font-family: Arial; line-height: 150%; mso-ansi-language: IT;"&gt;que veio a ser &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span lang="IT" style="font-family: Arial; line-height: 150%; mso-ansi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: IT; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;recuperado pelo arquitecto espanhol, de Navarra, Rafael Moneo, vindo a ser reinaugurado, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span lang="IT" style="font-family: Arial; line-height: 150%; mso-ansi-language: IT;"&gt;já &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span lang="IT" style="font-family: Arial; line-height: 150%; mso-ansi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: IT; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;como museu, em 1992. Está a&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; line-height: 150%; mso-ansi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;berto de terça a domingo, das 10 às19 horas. A entrada custa 8 euros (na modalidade reduzida, 5 euros). Tem loja muito interessante e cafetaria, sempre cheia. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;É claro que o Museu do Prado é muito mais rico que o Thyssen e é também claro que o Reina Sofia é bastante maior. Mas se tivesse o viajante que eleger apenas um dos três para visitar, não hesitava em escolher o Thyssen, pela riqueza, diversidade e conveniência da dimensão, perfeitamente à escala humana e agradavelmente visitável, de seguida, de ponta a ponta, ao contrário dos outros dois. Pena é que seja proibido tirar fotografias.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-2401065174625732268?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/2401065174625732268/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=2401065174625732268&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/2401065174625732268'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/2401065174625732268'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/10/museu-thyssen-bornemisza-madrid.html' title='Museu Thyssen-Bornemisza, Madrid'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-5UOUJOD8rd0/Toj5iW3B8OI/AAAAAAAAD6c/uVN7qbIP0Eg/s72-c/1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-444788088565278569</id><published>2011-10-16T23:20:00.006+01:00</published><updated>2011-10-16T23:20:00.550+01:00</updated><title type='text'>Nando’s Chicken</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-FAU89dWmEgk/TaOCLDQX_uI/AAAAAAAADsk/lKdc9tILJUg/s1600/Londres+037.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" r6="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-FAU89dWmEgk/TaOCLDQX_uI/AAAAAAAADsk/lKdc9tILJUg/s400/Londres+037.JPG" width="256" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border: currentColor; text-align: left;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Já tem calhado o viajante cruzar-se com restaurantes de comida rápida da cadeia “Nando’s” em várias paragens. E já se tem intrigado sobre se existe alguma competição quanto à originalidade fácil dos respectivos anúncios. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Na sucursal de Covent Garden, em Londres, uma placa do tipo daquelas que nas estradas anunciando obras, dizia “&lt;em&gt;men eating chicken&lt;/em&gt;”. No mesmo local, outro anúncio, evocando o frango picante, dizia “Peri&lt;em&gt;-Peri: so good that named it twice&lt;/em&gt;”. Ainda assim, o prémio do viajante vai para a sucursal de Nicósia, em Chipre que, ao lado do nome do restaurante, adiantava: “&lt;em&gt;oral satisfaction&lt;/em&gt;”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-rR7fVEJ-3O0/TaOCPURsFNI/AAAAAAAADso/GBQMMNH0xgQ/s1600/2009.09.14+chipre+037_edited.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="288" r6="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-rR7fVEJ-3O0/TaOCPURsFNI/AAAAAAAADso/GBQMMNH0xgQ/s320/2009.09.14+chipre+037_edited.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-444788088565278569?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/444788088565278569/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=444788088565278569&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/444788088565278569'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/444788088565278569'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/10/nandos-chicken.html' title='Nando’s Chicken'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-FAU89dWmEgk/TaOCLDQX_uI/AAAAAAAADsk/lKdc9tILJUg/s72-c/Londres+037.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-1179755487845597581</id><published>2011-10-12T00:55:00.000+01:00</published><updated>2011-10-12T00:55:00.148+01:00</updated><title type='text'>Pousada da Ria, Beira Litoral, Portugal</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-3ZW5eOAbo6U/TnaD4BFlb_I/AAAAAAAAD5I/33D-D7QZvFU/s1600/1+2010.09.01+ria+de+aveiro+205.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="http://2.bp.blogspot.com/-3ZW5eOAbo6U/TnaD4BFlb_I/AAAAAAAAD5I/33D-D7QZvFU/s640/1+2010.09.01+ria+de+aveiro+205.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Não é o viajante um clientehabitual das Pousadas de Portugal, embora goste de muitas delas. A razão ésimples: são normalmente sítios muito confortáveis e distintos, mas é umaextravagância que custa muito dinheiro. Vem esta confissão despropositada apropósito de uma breve estadia na Pousada da Ria, uma das mais antigas Pousadas– e também, historicamente, talvez, das mais emblemáticas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Visitar a Pousada da Ria éum pouco como regressar ao antigo regime, anterior a 1974: a arquitectura éantiga e fora de moda; os móveis e a decoração do edifício são desactualizadose, em boa parte, já tiveram melhores dias; o próprio jardim, que não estámaltratado, parece um antigo recinto de seminário, com relva e meia dúzia dearbustos decorativos, dispostos sem alegria nem criatividade. Não destoa apiscina, que apesar de tudo é muito agradável, mesmo ao lado das águas calmíssimasda ria. Durante a passagem por aqui, esteve sempre o viajante à espera de ver algumsurgir um daqueles personagens que os brasileiros chamam de “filme de época”,com chapéu e fato escuro, de camisa branca e gravatinha fina, com sapatos deverniz e bigodinho, a sair de um Carocha cinzento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-39r6nF1ZW2s/TnaD8dM1xbI/AAAAAAAAD5M/fp6n2qzXT-0/s1600/2+2010.08+agosto+in%25C3%25AAs067.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://4.bp.blogspot.com/-39r6nF1ZW2s/TnaD8dM1xbI/AAAAAAAAD5M/fp6n2qzXT-0/s400/2+2010.08+agosto+in%25C3%25AAs067.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Porém, ultrapassado o choqueinicial, da viagem ao passado, na Pousada da Ria descobriu o viajante um localmais do que tranquilo (é caso para dizer verdadeiramente com o tempo parado – emboranão seja despropositado, pelo que ficou dito, dizer também que está parado notempo). E também um hotel confortável e muito caseiro, onde o pessoal (que não énem é necessário que seja muito), é delicado, simpático e eficaz. É certo que,por exemplo, sentiu o viajante falta de um bar na piscina. Mas isso supriu-seporque espontaneamente o rapaz do salão de bar se ofereceu para levar lá umacaipirinha.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/--_awscrItQ4/TnaEBwzVWAI/AAAAAAAAD5Q/WqjeeJs17jg/s1600/3+2010.09.01+ria+de+aveiro+175.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="233" src="http://4.bp.blogspot.com/--_awscrItQ4/TnaEBwzVWAI/AAAAAAAAD5Q/WqjeeJs17jg/s400/3+2010.09.01+ria+de+aveiro+175.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A verdade é que à Pousada nãolhe faltam os confortos modernos. E, quem sabe, talvez venha um dia mesmo a teros mais modernos, por exemplo Internet wi-fi. Mas estes últimos também nãofazem falta, se o objectivo for repousar. E foi repouso que o viajante trouxena memória. E trouxe ainda mais marcadas fantásticas imagens da sua varandasobre a ria, quer ao nascer, quer ao pôr-do-sol. Ao dealbar da manhã, a riaganha cores de fogo e energia forte, com o sol nascente, por detrás das serraniasdo Caramulo; ao fim do dia, o sol não se vê, porque se deita nas costas, para olado do mar, por detrás do cordão dunar da Reserva Natural das Dunas de SãoJacinto, mas sente-se no ar e na pintura rosa arroxeada que fica nas nuvens. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-URVslDq9r0Q/TnaEGXs53GI/AAAAAAAAD5U/b0uy06k8IRk/s1600/4+2010.09.01+ria+de+aveiro+156.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://2.bp.blogspot.com/-URVslDq9r0Q/TnaEGXs53GI/AAAAAAAAD5U/b0uy06k8IRk/s400/4+2010.09.01+ria+de+aveiro+156.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A Pousada da Ria fica próximode Aveiro, no concelho da Murtosa, na estrada que liga esta vila a São Jacinto,um pouco depois da praia da Torreira, no lugar conhecido com Bico do Muranzel. Demora-seum pouco a chegar, porque tem que contornar-se todo o norte da ria de Aveiro. Oedifício está construído mesmo em cima da ria - as varandas dos quartos dãopara a ria. Nas suas costas, fica a Reserva Natural das Dunas de São Jacinto,uma grande extensão costeira de dunas, com areais, bosques e lagoas, separandoa ria do Atlântico. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-LHeAFcUbh0M/TnaEJ4ESe0I/AAAAAAAAD5Y/GeuX-FiiwrI/s1600/5+2010.09.01+ria+de+aveiro+107.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="262" src="http://1.bp.blogspot.com/-LHeAFcUbh0M/TnaEJ4ESe0I/AAAAAAAAD5Y/GeuX-FiiwrI/s400/5+2010.09.01+ria+de+aveiro+107.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-1179755487845597581?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/1179755487845597581/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=1179755487845597581&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/1179755487845597581'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/1179755487845597581'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/10/pousada-da-ria-beira-litoral-portugal.html' title='Pousada da Ria, Beira Litoral, Portugal'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-3ZW5eOAbo6U/TnaD4BFlb_I/AAAAAAAAD5I/33D-D7QZvFU/s72-c/1+2010.09.01+ria+de+aveiro+205.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-3243945050677242589</id><published>2011-10-05T17:06:00.000+01:00</published><updated>2011-10-05T17:06:00.284+01:00</updated><title type='text'>Nossa Senhora de Fátima, Ilha Maurício</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-xG04QpWoSNE/Tc_6W_KwoKI/AAAAAAAADv0/cO0AajS9qlA/s1600/1+P1230136.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://4.bp.blogspot.com/-xG04QpWoSNE/Tc_6W_KwoKI/AAAAAAAADv0/cO0AajS9qlA/s400/1+P1230136.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;As imagens que acompanham estas notas do caderno de viagem, foram tiradas na Ilha Maurício, próximo do mar, na zona de Petite Riviére Noire.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Depois de uma curva da estrada, por entre mangueiras carregadas de mangas, deparou-se o viajante com uma tosca casa, com uma cruz alta ao lado. Na cruz, uma placa denotando francês (a língua mais falada na ilha, a seguir ao crioulo) dizia “N.D. de FATIMA”. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-_eLxYLAHIlE/Tc_6bBr0-iI/AAAAAAAADv4/G7puyYSUY1U/s1600/2+P1230138.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://2.bp.blogspot.com/-_eLxYLAHIlE/Tc_6bBr0-iI/AAAAAAAADv4/G7puyYSUY1U/s400/2+P1230138.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Não sem surpresa parou o viajante e pode concluir que esta pequena e tosca igreja da beira da estrada, construída em madeira e coberta com folhas de cana secas era efectivamente dedicada à Virgem de Fátima. Mais que um edifício, a igreja é um telheiro, aberto de um dos lados. Os bancos onde os fiéis se sentam já ficam fora desta espécie de cabana. Na extremidade da espécie de adro da igreja, num nicho, há uma imagem de Nossa Senhora de Fátima. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-VVpK3-LB0Po/Tc_6fDIMRvI/AAAAAAAADv8/XSp9mSzTE9g/s1600/3+P1230137.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-VVpK3-LB0Po/Tc_6fDIMRvI/AAAAAAAADv8/XSp9mSzTE9g/s320/3+P1230137.JPG" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Segui o viajante a sua jornada sem que tenha conseguido, nas redondezas, encontrar quem explicasse a razão de ser desta igreja. Na ilha Maurício, no Oceano Índico, um terço da população é católica. Partilha a ilha com hindus, tamiles e muçulmanos. Os católicos encontram-se predominantemente entre os crioulos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-1ceQqlgCfBI/Tc_6jBIC5AI/AAAAAAAADwA/Le56xyG5X9Y/s1600/4+P1230141.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://3.bp.blogspot.com/-1ceQqlgCfBI/Tc_6jBIC5AI/AAAAAAAADwA/Le56xyG5X9Y/s400/4+P1230141.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-3243945050677242589?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/3243945050677242589/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=3243945050677242589&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/3243945050677242589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/3243945050677242589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/10/nossa-senhora-de-fatima-ilha-mauricio.html' title='Nossa Senhora de Fátima, Ilha Maurício'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-xG04QpWoSNE/Tc_6W_KwoKI/AAAAAAAADv0/cO0AajS9qlA/s72-c/1+P1230136.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-988048888801188858</id><published>2011-09-30T02:27:00.004+01:00</published><updated>2011-09-30T02:27:00.244+01:00</updated><title type='text'>Javardair</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-crCC7AaYw2s/TnKl3VvhApI/AAAAAAAAD5A/EuvmQ_XGtxg/s1600/2005.10sevilha+001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-crCC7AaYw2s/TnKl3VvhApI/AAAAAAAAD5A/EuvmQ_XGtxg/s320/2005.10sevilha+001.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Podendo, evita o viajante a Ibéria. Com esta companhia já lhe aconteceu de tudo: aviões velhíssimos, cadeiras avariadas ou partidas, atrasos de muitas horas nunca explicados aos passageiros, overbooking (esta é frequente), perdas de ligações...&lt;br /&gt;Mesmo quando tudo corre bem, o serviço é mau: em geral, as hospedeiras da Ibéria são deselegantes e muito (por vezes mesmo muito) antipáticas. Sobretudo nos voos intercontinentais, para as Américas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 12pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;A fotografia seguinte foi tirada no aeroporto de Madrid. Estava calor e o piloto decidiu tapar os vidros do cockpit com jornais, para que o sol não lhe batesse. Poderia ser na Javardair, mas desta nem os rapazes do Gato Fedorento se lembraram&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-mL1-EYQB56g/TnKl7sUE4QI/AAAAAAAAD5E/VF_pI4t2KdQ/s1600/2005.05+tenerife+028.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="255" src="http://4.bp.blogspot.com/-mL1-EYQB56g/TnKl7sUE4QI/AAAAAAAAD5E/VF_pI4t2KdQ/s320/2005.05+tenerife+028.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;E fica ainda a seguinte história, recente, do verão de 2011: no voo matinal de Lisboa&amp;nbsp;para Madrid, o avião saiu atrasado porque tinha um pneu furado. Mesmo! E no regresso, porque o aeroporto de Lisboa estava congestionado, como o avião da Ibéria não tinha gasolina para fazer um pouco de espera no ar, foi desviado para Badajoz, porque estava a acabar-se-lhe a gasolina. Na mesma jornada, um pneu furado e uma aterragem forçada por falta de gasolina. Se não o tivesse vivido, não acreditaria o viajante.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-q1dAshA_Nc4/TnkIY8JXIBI/AAAAAAAAD5c/MkFRUS-PLGc/s1600/IMG_9584.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="154" src="http://3.bp.blogspot.com/-q1dAshA_Nc4/TnkIY8JXIBI/AAAAAAAAD5c/MkFRUS-PLGc/s320/IMG_9584.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-988048888801188858?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/988048888801188858/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=988048888801188858&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/988048888801188858'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/988048888801188858'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/09/javardair.html' title='Javardair'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-crCC7AaYw2s/TnKl3VvhApI/AAAAAAAAD5A/EuvmQ_XGtxg/s72-c/2005.10sevilha+001.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-8826920582400136609</id><published>2011-09-25T00:39:00.000+01:00</published><updated>2011-09-25T00:39:00.024+01:00</updated><title type='text'>Lago de Ohrid, Macedónia</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ysCzGDYViYY/TeLZyOhWI0I/AAAAAAAADyA/iV7CLDQ8GB8/s1600/1+2011.05.12+ohrid+061.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="314" src="http://1.bp.blogspot.com/-ysCzGDYViYY/TeLZyOhWI0I/AAAAAAAADyA/iV7CLDQ8GB8/s640/1+2011.05.12+ohrid+061.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A República da Macedónia é um dos sete estados independentes em que se decompôs a antiga Jugoslávia. Nos documentos das instâncias internacionais tem a denominação oficial de FYROM – acrónimo em inglês de Antiga República Jugoslava da Macedónia, já que a Grécia reclama a histórica denominação da Macedónia para uma parte do seu território, no norte – parte essa, aliás, duas vezes maior que a FYROM. Além disso, o reino grego da Macedónia é muito mais antigo que a tradição independentista dos macedónios modernos, eslavos que aqui chegaram, com uma língua e uma cultura diferente, mas apenas no século VII da nossa era – portanto, mais de mil anos depois da morte de Alexandre Magno e do desmembramento o seu reino.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Uvir5kuq4po/TeLZ185spJI/AAAAAAAADyE/PdCIQ4T-sCY/s1600/2+2011.05.11+ohrid+194.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="188" src="http://1.bp.blogspot.com/-Uvir5kuq4po/TeLZ185spJI/AAAAAAAADyE/PdCIQ4T-sCY/s400/2+2011.05.11+ohrid+194.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Esta pequena dimensão da Macedónia e a insipiência da sua economia não têm contribuído para abrir o país ao exterior. Além disso, por exemplo ao contrário do que sucede com a Croácia, ou o&amp;nbsp;pequeno vizinho Montenegro, esta república de apenas 2 milhões de habitantes não tem grandes motivos turísticos que possam atrair massas: não tem costa marítima, a sua capital foi destruída por um sismo, em meados do século XX e as suas montanhas, embora muito selvagens e de rica natureza, não têm estruturas de apoio aos viajantes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-YSt1t2UO__k/TeLZ6o89u-I/AAAAAAAADyI/XRTGXeFqzUY/s1600/3+2011.05.12+ohrid+014.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://4.bp.blogspot.com/-YSt1t2UO__k/TeLZ6o89u-I/AAAAAAAADyI/XRTGXeFqzUY/s400/3+2011.05.12+ohrid+014.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Nestas condições, o Lago de Ohrid assume o papel “do” local turístico do pais, por excelência e quase em exclusivo. Junto das suas margens há hotéis de perfil internacional, com praias de apoio. Para aqui vêm veranear muitos dos macedónios, durante a temporada de férias estivais. É mesmo o maior destino de férias e de fim de semana da população local: para aqui vêm as famílias, para a praia (de água doce) e para aqui vem a juventude do país, em férias autónomas dos pais, em busca de diversão nocturna. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-2NMlX0cr14s/TeLZ_VtCjxI/AAAAAAAADyM/10PEg2-7XVo/s1600/4+2011.05.12+ohrid+037.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="276" src="http://1.bp.blogspot.com/-2NMlX0cr14s/TeLZ_VtCjxI/AAAAAAAADyM/10PEg2-7XVo/s400/4+2011.05.12+ohrid+037.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A tradição é de tal maneira arreigada que, na década de 1960, o marechal Tito, então presidente da então República Federativa Socialista da Jugoslávia, decidiu mandar construir aqui a casa oficial de férias do Presidente da República. Esta casa, a &lt;em&gt;Villa Biljana&lt;/em&gt;, ainda actualmente existe, mas agora é a residência oficial de férias do Presidente da República da Macedónia. Fica na margem do lago, num pequeno promontório que lhe fica sobranceiro, lindíssimo, cerca de dois quilómetros a sul de Ohrid. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Ao lado, na mesma época, foi construído um hotel para funcionários do regime, que ainda agora existe, embora remodelado. Em volta, foi plantado um parque florestal, bordejando o lago, aberto a quem queira por aqui vir. Dele tem o viajante memória por ter aqui dado um passeio a pé de fim de tarde,&amp;nbsp;tão pacífico como já não tem memória, por um caminho estreito e deserto, sobranceiro ao lago, ouvindo a passarada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-7tYdglQAX6k/TeLaDENSBjI/AAAAAAAADyQ/OGNT2heHvzI/s1600/5+2011.05.12+ohrid+099.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="http://4.bp.blogspot.com/-7tYdglQAX6k/TeLaDENSBjI/AAAAAAAADyQ/OGNT2heHvzI/s640/5+2011.05.12+ohrid+099.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O lago é geologicamente muito antigo. Dizem os locais ter milhões de anos e apenas ser comparável ao lago Baikal, na Sibéria e ao lago Titicaca, nos Andes. Além disso, tem águas muito profundas. Estas características conferiram-lhe grande riqueza de flora e fauna, sendo notável a dimensão e a diversidade das espécies endémicas. A célebre e endémica truta de Ohrid (&lt;em&gt;salmo letnica typicus&lt;/em&gt;) é hoje em dia uma espécie protegida, mas bastantes vezes foi o viajante presenteado, por aqui, com truta assada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-xliLNaQ4ep0/TeLaGZ3pzjI/AAAAAAAADyU/sLPQNZcCKc8/s1600/6+2011.05.12+ohrid+135.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="232" src="http://4.bp.blogspot.com/-xliLNaQ4ep0/TeLaGZ3pzjI/AAAAAAAADyU/sLPQNZcCKc8/s400/6+2011.05.12+ohrid+135.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O lago de Ohrid, ao lado da cidade com o mesmo nome, dista 170 quilómetros de Skopje, capital do país e sua porta de entrada (embora Ohrid tenha também um aeroporto, praticamente não tem voos). O percurso desde Skopje leva bem duas horas e meia, por estradas nem sempre confortáveis, atravessando zonas muito montanhosas. A própria Macedónia é difícil de atingir – de Lisboa, há que fazer, pelo menos uma, mas frequentemente duas ligações aéreas, o que demora todo um dia. Se esquecer esta dificuldade de acesso, não hesita o viajante em afirmar&amp;nbsp;que o lago de Ohrid é dos mais tranquilos e interessantes destinos de férias repousadas que tem encontrado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Jk4cXCY076Q/TeLaKI2X1rI/AAAAAAAADyY/OLZssqheC1k/s1600/7+2011.05.11+ohrid+284.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-Jk4cXCY076Q/TeLaKI2X1rI/AAAAAAAADyY/OLZssqheC1k/s400/7+2011.05.11+ohrid+284.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-8826920582400136609?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/8826920582400136609/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=8826920582400136609&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/8826920582400136609'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/8826920582400136609'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/09/lago-de-ohrid-macedonia.html' title='Lago de Ohrid, Macedónia'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-ysCzGDYViYY/TeLZyOhWI0I/AAAAAAAADyA/iV7CLDQ8GB8/s72-c/1+2011.05.12+ohrid+061.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-8289382615695869401</id><published>2011-09-20T01:16:00.000+01:00</published><updated>2011-09-20T01:16:00.202+01:00</updated><title type='text'>Buenos Aires</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Annk82hnd3o/TnKTI3U55AI/AAAAAAAAD4c/5Vkl2Ly1hHg/s1600/1+2010.10.13+buenos+aires+053.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="243" src="http://2.bp.blogspot.com/-Annk82hnd3o/TnKTI3U55AI/AAAAAAAAD4c/5Vkl2Ly1hHg/s400/1+2010.10.13+buenos+aires+053.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Dizemos guias que Buenos Aires é a mais europeia cidade da América do Sul: tem umageometria urbana estudada e cuidada, monumentos e ostenta uma herança patrimonialconsistente. No fundo, cultiva o seu aspecto elegante, quase de parisiense dosul, com glamour, livrarias e muitas salas de espectáculos. E não é por acaso,já que com este propósito foi remodelada a partir do final do século XIX.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Alémdos clichés, das avenidas traçadas à imagem dos boulevards parisienses, doscafés nas esquinas, hoje em dia remoçados e convertidos em modernos lounge bar,achou também o viajante graça às pequenas lojas de bairro de nova geração, dedesign, de vinhos ou de antiguidades. Nessa medida, Buenos Aires é uma cidademuito interessante.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-pHQx8vgoxpE/TnKTNCA6SrI/AAAAAAAAD4g/5Y2bd1a5tUU/s1600/2+2010.10.16+argentina+092.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="275" src="http://4.bp.blogspot.com/-pHQx8vgoxpE/TnKTNCA6SrI/AAAAAAAAD4g/5Y2bd1a5tUU/s400/2+2010.10.16+argentina+092.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Porém,apesar desta estrutura física europeia, a verdade é que a sua alma é bem latinae do sul: nas ruas circulam autocarros coloridos exuberantes, cada um de suacor; em geral, as lojas são abertas para a rua. Os argentinos – e em particularos porteños, habitantes de Buenos Aires -, gostam de se arranjar bem e andamimpecavelmente vestidos. São exuberantes e comunicativos e gostam de almoçarfora e de beber copos em locais distintos. E essa imagem dos seus habitantes (atéquase um pouco presunçosa) marca muito a cidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-TNsqF2guCBI/TnKTQzS3GeI/AAAAAAAAD4k/qAvkUB2JENc/s1600/3+2011.09.05+buenos+aires+093.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="247" src="http://2.bp.blogspot.com/-TNsqF2guCBI/TnKTQzS3GeI/AAAAAAAAD4k/qAvkUB2JENc/s400/3+2011.09.05+buenos+aires+093.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 12pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;Mafalda, a menininha inteligente criada por Quino, pairapor aqui, muito preocupada e até mesmo um pouco deprimida. Com o seu espírito crítico,bem pode estar a participar numa das várias manifestações que ocorremdiariamente. Na verdade, a consciência cívica dos porteños, gente informada e inconformada,tornou as manifestações políticas em episódios do quotidiano: podem sermotivadas por questões particulares, como pensões de reforma, ou mais gerais,como o estatuto político das ilhas Malvinas, ou ainda por motivos globais, comoa situação na Palestina. Mafalda encarna bem o espírito argentino em geral, desentimentalismo polémico, vocacionado para o protesto vivo e apaixonado. Talvezpor isso a cidade lhe deixou uma pequena estátua, na modesta esquina das ruasDefensa e Chile, no bairro de San Telmo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-fzLT33pigYw/TnKTV6FeArI/AAAAAAAAD4o/00hF81coXnY/s1600/4+2010.10.16+argentina+008.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="330" src="http://2.bp.blogspot.com/-fzLT33pigYw/TnKTV6FeArI/AAAAAAAAD4o/00hF81coXnY/s400/4+2010.10.16+argentina+008.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Bemse percebe que, neste contexto de espírito empolgado e apaixonado, por aquitenha nascido o tango, na década de 1930. Ou talvez um pouco antes. Também estetema é polémico: os bairros de San Telmo e de La Boca reclamam ambos ser oberço desta selvagem dança sensual, que deixou há muito de pertencer à cidade eescalou o planeta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ZzAH6k3-eGA/TnKTZCvd95I/AAAAAAAAD4s/dov3EcPSMNM/s1600/5+2011.09.07+buenos+aires+051.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="298" src="http://1.bp.blogspot.com/-ZzAH6k3-eGA/TnKTZCvd95I/AAAAAAAAD4s/dov3EcPSMNM/s400/5+2011.09.07+buenos+aires+051.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Foitambém de La Boca que partiu para o mundo El Pibe, o fabuloso Diego ArmandoMaradona, o menino pobre e prodígio, que deu origem a uma das muitas quedas deanjos de que a história argentina é rica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Aorigem de Maradona, o bairro de La Boca, é uma antiga zona portuária, onde tradicionalmentevivem muitos emigrantes e descendentes de emigrantes, sobretudo italianos(genoveses, em particular). Nos dias de hoje continua a ser um bairro pobre edegradado. É excepção a zona conhecida como El Caminito, que explora-se essavertente, de bairro marginal e viu instalar lojas de artesanato e restaurantespara turistas, que podem até incluir animação por pares a dançar tango.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Sãoem geral casas de madeira e de chapa ondulada – é portanto verdadeiramente umbairro de lata. Desde o início do século XX estas casas passaram a ser pintadasde cores muito garridas, em pequenas parcelas, misturadas. A ideia veio dealguns moradores, que pediam aos pintores dos barcos que aqui aportavam osrestos das tintas com que pintavam os ditos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Dobairro, ficou na mente do viajante uma sensação mista e confusa, que oscilaentre a genuinidade do espírito dos habitantes com o kitsch da montagem urbanapara turistas. Nessa medida, foi até um pouco desilusão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Kns8Ex24ZPw/TnKTdbY3UqI/AAAAAAAAD4w/mHMea1Y6ggY/s1600/6+2010.10.13+buenos+aires+189.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="345" src="http://1.bp.blogspot.com/-Kns8Ex24ZPw/TnKTdbY3UqI/AAAAAAAAD4w/mHMea1Y6ggY/s400/6+2010.10.13+buenos+aires+189.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Conceptualmenteno hemisfério oposto, fica Puerto Madero, o mais recente bairro de BuenosAires, que é também o mais cosmopolita e opulento. Foi construído desde há duasdécadas e pretende ser um modelo de modernidade, com poucos carros a circular,sem poluição ou ruído, planificação rigorosa, de modo a assegurar harmonia,conforto e funcionalidade. Este bairro é o renascimento das cinzas de um outro,com origem no século XIX, altura em que Eduardo Madero projectou um caríssimoporto marítimo, que demorou mais de 20 anos a construir – de tal forma que quandoficou pronto, já era obsoleto. Apesar disso, chegou a ser o porto maisimportante da Argentina, mas acabou por cair em desuso, por ficar antiquando. Foiabandonado e degradou-se.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 12pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;Na recuperaçãoempreendida a partir da década de 1990 mantiveram-se muitos dos edifíciosantigos, em particular os antigos armazéns, agora ocupados por lofts,escritórios ou restaurantes. Puerto Madero é, talvez, a zona mais chique dacidade para jantar. A mais cara é, concerteza.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-sM0FmpP1B7s/TnKThugXcNI/AAAAAAAAD40/kBss-9qY3Uk/s1600/7+2010.10.16+argentina+063.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="388" src="http://4.bp.blogspot.com/-sM0FmpP1B7s/TnKThugXcNI/AAAAAAAAD40/kBss-9qY3Uk/s640/7+2010.10.16+argentina+063.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Foiaqui construída, segundo desenho de Santiago Calatrava, a pedido de umempresário local, que a doou à cidade, uma moderna ponte, a que foi dado o nomede Puente de la Mujer. Este moderno símbolo de Buenos Aires é uma pontepedonal, que atravessa a doca – é também giratória, de forma a permitir apassagem de embarcações grandes. O seu nome resultou da zona onde foi construída,já que a todas as ruas desta parte do bairro foram dados nomes de grandes senhorasda história argentina.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-1s4gLoVWDHQ/TnKTmxOj-LI/AAAAAAAAD44/4S7Rufhobzk/s1600/8+2010.10.13+buenos+aires+027.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="286" src="http://4.bp.blogspot.com/-1s4gLoVWDHQ/TnKTmxOj-LI/AAAAAAAAD44/4S7Rufhobzk/s400/8+2010.10.13+buenos+aires+027.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;MasBuenos Aires é também a cidade de Jorge Luís Borges, que aqui nasceu em 1899 ecujo espírito se sente no ar – e em particular no ambiente de alguns cafés maisclássicos. Sentiu-o bem o viajante no ambiente de espelhos e colunas douradasdo Café Tortoni, na Avenida de Mayo, que já comemorou 150 anos. Mas é tambémuma megalópole de mais de 13 milhões de habitantes – a grande Buenos Aires,porque o centro não tem mais que 3 milhões e é uma cidade muito amigável. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Yq-Um2pOyWs/TnKTq2fofOI/AAAAAAAAD48/FV2FvZSqq0Y/s1600/9+2011.09.05+buenos+aires+075.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="260" src="http://1.bp.blogspot.com/-Yq-Um2pOyWs/TnKTq2fofOI/AAAAAAAAD48/FV2FvZSqq0Y/s640/9+2011.09.05+buenos+aires+075.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-8289382615695869401?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/8289382615695869401/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=8289382615695869401&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/8289382615695869401'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/8289382615695869401'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/09/buenos-aires.html' title='Buenos Aires'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Annk82hnd3o/TnKTI3U55AI/AAAAAAAAD4c/5Vkl2Ly1hHg/s72-c/1+2010.10.13+buenos+aires+053.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-6111714197360000308</id><published>2011-09-12T11:33:00.000+01:00</published><updated>2011-09-12T11:33:00.821+01:00</updated><title type='text'>Samoa</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-ffwcBE4ZgTo/TmX3dNQt36I/AAAAAAAAD14/GsxO2L6kdLI/s1600/11+2011.08.20+samoa+114.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="472" src="http://3.bp.blogspot.com/-ffwcBE4ZgTo/TmX3dNQt36I/AAAAAAAAD14/GsxO2L6kdLI/s640/11+2011.08.20+samoa+114.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A 3000 mil quilómetros da Nova Zelândia, no Pacífico Sul, as ilhas Samoa são muito isoladas. Por isso, não estão vocacionadas para o moderno turismo de massas. As viagens para aqui são muito caras e longas. Mas nem por isso o país deixa de ter interesse. Nele encontrou o viajante uma das suas melhores e mais profundas experiências. Desde logo, pelo exotismo da paisagem. Apesar de Samoa ter muito menos turistas que outras ilhas do Pacífico, também aqui se repetem abundantemente os clichés habituais, de praias de coqueiros, com areias brancas e águas turquesa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-eNvrrw4rdwM/TmX3iv_vgbI/AAAAAAAAD18/jdXy66kISWE/s1600/12+2011.08.20+samoa+075.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="346" src="http://3.bp.blogspot.com/-eNvrrw4rdwM/TmX3iv_vgbI/AAAAAAAAD18/jdXy66kISWE/s640/12+2011.08.20+samoa+075.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Mas esse não foi o único interesse que viu nas ilhas. Surpreendeu o viajante que ainda actualmente a maioria da população viva em aldeias e, dentro delas, em comunidades familiares, de família alargada. Muitas destas famílias vivem ainda em casas tradicionais (a que chamam “fale”), feitas de postes de madeira, com planta oval e cobertas de folhas de coqueiro. Ainda actualmente a maior parte das casas de aldeia não tem paredes (o clima permite-o) e a vida é feita no seu interior, à vista de todos. À noite, ou se fizer muito vento, podem baixar-se cortinas de folhas de coqueiro…&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Esta forma de vida é simples, mas muito alegre. Todos os automóveis têm música no máximo, deixando atrás de si uma batida constante. E o mesmo se passa com os alegres autocarros tradicionais, de corres berrantes, de bancos de madeira e sem janelas, que são o transporte público único da ilha. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-wzmCCdEoouw/TmX3osyL91I/AAAAAAAAD2A/akPLdu_64DE/s1600/13+2011.08.20+samoa+044.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="207" src="http://2.bp.blogspot.com/-wzmCCdEoouw/TmX3osyL91I/AAAAAAAAD2A/akPLdu_64DE/s400/13+2011.08.20+samoa+044.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Ápia, a capital de Samoa, é uma cidade no campo. Diz-se ter cerca de 30 mil habitantes, que de forma alguma se notam. O ambiente (a origem provinciana do viajante permite-lhe dizer isso) é o de uma relaxada pequena&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;vila de província. A praça principal, onde até há uma rotunda, é dominada por uma pequenas torre de relógio, onde se ouve a todas as horas a clássica melodia do Big Ben de Londres. Não obstante este toque britânico, a verdade é que a grande marca colonial que Samoa &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;herdou foi a do curto período em que constituiu um protectorado alemão: sobrevivem ainda muitos edifícios públicos construídos em madeira nessa época.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Da cidade, não se pode dizer ser bonita. Mas é o melhor local das ilhas para observar o castiço da população local – e para esse efeito, o ponto privilegiado é o Maketi Fou, mercado diário de legumes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-SnqG8z_yrAM/TmX3xpgJK4I/AAAAAAAAD2E/O6l2BgU0V5Q/s1600/14+2011.08.23+samoa+114.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="225" src="http://3.bp.blogspot.com/-SnqG8z_yrAM/TmX3xpgJK4I/AAAAAAAAD2E/O6l2BgU0V5Q/s400/14+2011.08.23+samoa+114.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Por aqui passou – e aqui morreu –, Robert Stevenson, o escocês autor de “A ilha do Tesouro”, que veio à procura de bom clima que lhe curasse a tuberculose. A sua fantástica casa, talvez o edifício mais interessante das ilhas, fica a meia dúzia de quilómetros de Ápia e alberga actualmente a sua casa museu. É uma enorme casa colonial, em madeira, construída em 1890, com grandes varandas e jardins impecavelmente tratados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-_5LyMJ3FzI0/TmX4DINuVAI/AAAAAAAAD2I/EDGSopnLZGA/s1600/15+2011.08.24+samoa+004.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="253" src="http://2.bp.blogspot.com/-_5LyMJ3FzI0/TmX4DINuVAI/AAAAAAAAD2I/EDGSopnLZGA/s400/15+2011.08.24+samoa+004.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Além desta casa museu, a ilha de Upolu, onde fica Ápia, suscita interesse pelas cascatas naturais que vai tendo aqui e ali, sobretudo na época das chuvas, que corresponde ao inverno no hemisfério norte. De resto, o viajante gostou muito das praias. Sobretudo as do leste da ilha de Upolo, onde fica a capital. São soberbas as praias da zona de Aleipata – em particular as praias de Lalumanu e de Saleapaga. Ambas são aldeias pequenas e as suas praias parecem esquecidas. Correspondem ao protótipo da praia deserta – o viajante esteve lá sem que estivesse mais ninguém. Não havia hotéis nem qualquer outra estrutura de apoio. Aliás, em geral, a população local não vai à praia, apesar do fantástico clima – a temperatura do ar nunca baixa de 22 graus (é a mínima, durante a noite…) e raramente sobe dos 36, ao longo de todo o ano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-wZYaJCC4WU0/TmX4NWtoZQI/AAAAAAAAD2M/aMEFB25CI88/s1600/16+2011.08.20+samoa+139.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="265" src="http://4.bp.blogspot.com/-wZYaJCC4WU0/TmX4NWtoZQI/AAAAAAAAD2M/aMEFB25CI88/s400/16+2011.08.20+samoa+139.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;No norte da ilha de Upolu há menos praias, embora o mar seja muito tranquilo. Mas desde o tsunami de 2009 que todas elas têm sido guarnecidas com barreiras de pedra, de protecção. O mesmo se passa com uma boa parte da costa de Savaii, a outra ilha de Samoa, que é a maior delas. Apesar destas barreiras, na costa oriental de Savaii, uma que outra das praias ainda têm areia e permite banho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-vzrSDLxTUck/TmX4S7QFyjI/AAAAAAAAD2Q/7OYNxxPtZnM/s1600/17+2011.08.20+samoa+208.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="296" src="http://1.bp.blogspot.com/-vzrSDLxTUck/TmX4S7QFyjI/AAAAAAAAD2Q/7OYNxxPtZnM/s400/17+2011.08.20+samoa+208.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Em Savaii, além de cascatas como em Upolu, há outros pontos interessantes de visita. Os locais conduziram o viajante para dois, em particular. Por um lado, para um fantástico campo de lava, que chega a ter 100 metros de espessura e fica em Saleaula, no norte da ilha. Foi o resultado de erupções do vulcão do Monte Matavanu, entre 1905 e 1911, que arrasaram uma boa parte da povoação. Por outro, para umas curiosas furnas, na falésia vulcânica da costa sul, perto de Taga a que chamam “blowholes”. É um fenómeno natural provocado pelo rebentamento das ondas, que entra em buracos no interior da falésia, onde existem galerias verticais. Quando o mar está forte, o rebentamento faz subir por estes algares a água da rebentação que, projectada, chega a atingir 30 metros! É um fenómeno curioso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-_coYHiiYy8s/TmX4byIGt6I/AAAAAAAAD2U/QAAWoVu8t4c/s1600/18+2011.08.26+samoa+135.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://1.bp.blogspot.com/-_coYHiiYy8s/TmX4byIGt6I/AAAAAAAAD2U/QAAWoVu8t4c/s400/18+2011.08.26+samoa+135.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A viagem de Portugal a Samoa é longa e cara. A melhor opção é chegar por via de Auckland, na Nova Zelândia, que por sua vez pode ser atingida em voos directos a partir de Londres. Contanto com as ligações, partindo de Lisboa, não será fácil fazer esta viagem em menos de dois dias.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-YekG4397ibY/TmX4ivr27XI/AAAAAAAAD2Y/mdp5sVdlsPM/s1600/19+2011.08.26+samoa+168.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://2.bp.blogspot.com/-YekG4397ibY/TmX4ivr27XI/AAAAAAAAD2Y/mdp5sVdlsPM/s400/19+2011.08.26+samoa+168.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-6111714197360000308?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/6111714197360000308/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=6111714197360000308&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/6111714197360000308'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/6111714197360000308'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/09/samoa.html' title='Samoa'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-ffwcBE4ZgTo/TmX3dNQt36I/AAAAAAAAD14/GsxO2L6kdLI/s72-c/11+2011.08.20+samoa+114.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-3101489994470326709</id><published>2011-09-08T15:31:00.001+01:00</published><updated>2011-09-08T15:31:17.784+01:00</updated><title type='text'>Museu de Auckland, Nova Zelândia</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-1k1EC3azxiQ/TmjPd9sPXcI/AAAAAAAAD3s/37FfuhNNtAQ/s1600/1+2011.08.28+auckland+142.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="198" src="http://4.bp.blogspot.com/-1k1EC3azxiQ/TmjPd9sPXcI/AAAAAAAAD3s/37FfuhNNtAQ/s400/1+2011.08.28+auckland+142.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Tem o viajante visitado váriosmuseus muito interessantes. Talvez por estar num país do novo mundo e este museupretender cobrir a história nacional, achou a este especial graça. O Museu deAuckland está construído num edifício majestoso, de fachada neoclássica, àimagem dos templos gregos. Pretendeu ser marcante, porque o seu propósitoinicial foi guardar o espólio e evocar os mortos neozelandeses na Iª Guerramundial – morreram quase 17 mil soldados da Nova Zelândia, em combate, entre1914 e 1918.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-xc8sHMPjwxU/TmjPo8U9WrI/AAAAAAAAD3w/gcRKnNBzuK0/s1600/2+2011.08.28+auckland+107.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-xc8sHMPjwxU/TmjPo8U9WrI/AAAAAAAAD3w/gcRKnNBzuK0/s320/2+2011.08.28+auckland+107.JPG" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Porém, no formato actual,depois de sucessivos melhoramentos, este é um museu moderno e integral, quecobre toda a história da Nova Zelândia, passando também pela participaçãomilitar nos conflitos mundiais. Essa, porém, nem sequer é a parte maisinteressante do museu. Aquelas que prenderam mais a atenção do viajante e que dificilmenteserão melhores nalgum ouro museu do mundo, foram a secção dedicada à culturamaori e a secção dedicada às culturas dos povos do Pacífico. Ambas serelacionam, uma vez que a cultura maori teve origem na civilização polinésia,centrada em Tonga e em Samoa, que cerca de mil anos antes de Cristo se expandiupara todo o Pacífico, incluindo a Nova Zelândia. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-86c3nxQHuHc/TmjP2dNnAsI/AAAAAAAAD30/Jyv6NuKt0n8/s1600/3+2011.08.28+auckland+078.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="361" src="http://2.bp.blogspot.com/-86c3nxQHuHc/TmjP2dNnAsI/AAAAAAAAD30/Jyv6NuKt0n8/s400/3+2011.08.28+auckland+078.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Nota-se neste museu ointuito de ser o repositório, para o futuro, daquilo que foi possível recuperar,quer das culturas do Pacífico, quer da cultura maori, que daquela derivou. Eassim, recolhe-se uma impressionante colecção de artefactos, do dia-a-dia, daguerra, de decoração e ornamentação. Além disso, esta colecção é interpretadano contexto da expansão da cultura polinésia. Exibem-se também no museu barcospolinésios, em particular as frágeis canoas duplas, que permitiram aospolinésios empreender as viagens oceânicas de milhares de quilómetros e ascanoas de competição, de 45 remadores, que ainda hoje são as embarcações usadasna competição marítima mais popular do Pacífico.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-6zd-exFmcPU/TmjQDqfEVCI/AAAAAAAAD34/Hu_mi_InBto/s1600/4+2011.08.28+auckland+085.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="302" src="http://3.bp.blogspot.com/-6zd-exFmcPU/TmjQDqfEVCI/AAAAAAAAD34/Hu_mi_InBto/s400/4+2011.08.28+auckland+085.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;É também explorada a história natural da Nova Zelândia. Viu o viajante com imenso espanto o esqueleto (e a reconstituição moderna) de uma moa, que antes de extinta foi a maior ave existente sobre a terra – e também a única que até agora se conhece sem asas. E impressionou-o a galeria dedicada ao vulcanismo, onde foi instalada uma sala onde se podem experimentar os efeitos de uma erupção vulcânica, seguida de um tremor de terra e de um tsunami.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-5wgj4qWZ6t0/TmjQRFpWKBI/AAAAAAAAD38/Cir7KBqDNlU/s1600/5+2011.08.28+auckland+096.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://2.bp.blogspot.com/-5wgj4qWZ6t0/TmjQRFpWKBI/AAAAAAAAD38/Cir7KBqDNlU/s400/5+2011.08.28+auckland+096.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Por último, assistiu o viajante com muito agrado àquilo que o museu chama uma “performance” maori. É, na prática, uma breve exibição – breve, mas vibrante e entretida –, de música e dança, e uma demonstração de jogos tradicionais maoris. Esta “performance”maori repete-se ao longo do dia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 12pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;O Museu de Auckland é uma referência essencial na cidade, fácil de encontrar, no meio do parque conhecido como Auckland Domain. Apesar de fácil, está longe do centro da cidade – a pé pode distar perto de uma hora. Está aberto todos os dias das 10 às 17 horas e as “performances” maori ocorrem às 11, às 12 e 13h30m&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-qUpwp84HIk8/TmjQdPhHLBI/AAAAAAAAD4A/-60fcmxdo9s/s1600/6+2+2011.08.28+auckland+080.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="352" src="http://4.bp.blogspot.com/-qUpwp84HIk8/TmjQdPhHLBI/AAAAAAAAD4A/-60fcmxdo9s/s400/6+2+2011.08.28+auckland+080.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-3101489994470326709?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/3101489994470326709/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=3101489994470326709&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/3101489994470326709'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/3101489994470326709'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/09/museu-de-auckland-nova-zelandia.html' title='Museu de Auckland, Nova Zelândia'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-1k1EC3azxiQ/TmjPd9sPXcI/AAAAAAAAD3s/37FfuhNNtAQ/s72-c/1+2011.08.28+auckland+142.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-6977467709316498739</id><published>2011-09-06T11:32:00.000+01:00</published><updated>2011-09-06T11:32:15.582+01:00</updated><title type='text'>Atlântico Norte</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/--HBiXgHUhrY/TmX0ttcHViI/AAAAAAAAD1g/nGUPJmRt3e0/s1600/1+2011.08.18+atlantico+e+pac%25C3%25ADfico+133.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://3.bp.blogspot.com/--HBiXgHUhrY/TmX0ttcHViI/AAAAAAAAD1g/nGUPJmRt3e0/s400/1+2011.08.18+atlantico+e+pac%25C3%25ADfico+133.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Já tinha calhado ao viajante sobrevoar os desertos do nordeste de África, do Sudão e da Líbia, que o deslumbraram pela imensidão. E também, mesmo apercebendo-os desde cima, pela agressividade do seu calor, que se notava nas cores vivas (do ocre ao avermelhado) e na textura vincada dos terrenos. Calhou, desta vez, sobrevoar com céu limpo a imensidão do Atlântico Norte, próxima do Árctico, na rota que cruza a Gronelândia de sueste a noroeste.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-zsodeX1BZEo/TmX0yennDHI/AAAAAAAAD1k/2AB5KyKi34w/s1600/2+2011.08.18+atlantico+e+pac%25C3%25ADfico+091.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="241" src="http://4.bp.blogspot.com/-zsodeX1BZEo/TmX0yennDHI/AAAAAAAAD1k/2AB5KyKi34w/s400/2+2011.08.18+atlantico+e+pac%25C3%25ADfico+091.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A visão desta gigantesca ilha – apenas ultrapassada em tamanho pela Austrália – deixou-lhe o sentimento de uma imensidão ainda mais esmagadora e ameaçadora. A abordagem é, desde logo muito agressiva: a costa leste da Gronelândia é escarpada e abrupta. Caem dramaticamente no mar negras falésias, a que se seguem montanhas muito escuras, sem qualquer tipo de vegetação. Aliás, a negridão da rocha das escarpas e dos picos montanhosos é apenas quebrada pelos campos de neve, que por completo preenchem os vales e as encostas mais suaves. São neves eternas, que formam um manto muito regular e aplanam o terreno, revestindo-o e quase o uniformizando.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-ptC3D7vSWSM/TmX03VgLYQI/AAAAAAAAD1o/SUx8EWQhzlE/s1600/3+2011.08.18+atlantico+e+pac%25C3%25ADfico+179.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="318" src="http://3.bp.blogspot.com/-ptC3D7vSWSM/TmX03VgLYQI/AAAAAAAAD1o/SUx8EWQhzlE/s640/3+2011.08.18+atlantico+e+pac%25C3%25ADfico+179.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Nalguns vales mais profundos e íngremes, desde o ar são bem visíveis glaciares que imovelmente descem para o mar. Em geral, ramificam-se em vários braços e espraiam-se por muitos quilómetros, subindo a montanha. No lado oposto, debruçam-se sobre o mar, desfazendo-se em pedaços, dando origem a icebergs.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Os fiordes a que estes glaciares em seu tempo terão dado origem, que se adivinham fundos e de águas gélidas, estão polvilhados por estes blocos de gelo glaciar. Nalguns pontos, concerteza de águas mais tranquilas, chega até a formar-se uma película gelada que cobre por completo a superfície marinha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-FCef2h3JLO0/TmX09cogtnI/AAAAAAAAD1s/BJFrDDW0W-o/s1600/4+2011.08.18+atlantico+e+pac%25C3%25ADfico+190.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="292" src="http://3.bp.blogspot.com/-FCef2h3JLO0/TmX09cogtnI/AAAAAAAAD1s/BJFrDDW0W-o/s400/4+2011.08.18+atlantico+e+pac%25C3%25ADfico+190.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&amp;nbsp;  E&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;m volta da ilha, todo o mar está pontilhado de pedaços de gelo que, à deriva, vão vogando ao sabor das correntes. Este é, aliás, um dos grandes viveiros dos terríveis icebergs que aterrorizam os navegadores do Atlântico Norte. Olhando para eles, de cima, questionou-se o viajante sobre se não teria saído daqui aquele que afundou o Titanic. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-s9Aw-8b9YCc/TmX1CbXSHDI/AAAAAAAAD1w/fj4Tm5RGnMs/s1600/5+2011.08.18+atlantico+e+pac%25C3%25ADfico+124.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://2.bp.blogspot.com/-s9Aw-8b9YCc/TmX1CbXSHDI/AAAAAAAAD1w/fj4Tm5RGnMs/s400/5+2011.08.18+atlantico+e+pac%25C3%25ADfico+124.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Mas a dimensão da Gronelândia não fica apenas nas costas escarpadas, nos fiordes, nos glaciares e nos icebergs: aquilo que mais impressionou o viajante foi o seu interior gelado. Consoante foi avançando para o interior, claramente percebeu que o relevo se ia esbatendo. Pode ter acontecido que as montanhas cedessem à pressão de milénios, feita por gelos eternos. Mas pode também ter acontecido, pura e simplesmente, que a neve e os ventos, de milénios sucessivos de invernos, se tenham encarregado de preencher de branco todas as irregularidades do terreno. A verdade é que, consoante se sobe, para norte e para o interior, a Gronelândia vai-se mostrando mais regular: no início, as montanhas parecem mais baixas e os vales menos escavados; depois, todas as irregularidades se arredondam e pintam de branco. Mais a norte, é a imensidão gelada: o interior da ilha é uma gigantesca planura uniforme de neve imaculada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-7HTrbpJ1NAo/TmX1HeMTGhI/AAAAAAAAD10/iSsrc7QTR-U/s1600/6+2011.08.18+atlantico+e+pac%25C3%25ADfico+149.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://3.bp.blogspot.com/-7HTrbpJ1NAo/TmX1HeMTGhI/AAAAAAAAD10/iSsrc7QTR-U/s400/6+2011.08.18+atlantico+e+pac%25C3%25ADfico+149.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-6977467709316498739?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/6977467709316498739/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=6977467709316498739&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/6977467709316498739'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/6977467709316498739'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/09/atlantico-norte.html' title='Atlântico Norte'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/--HBiXgHUhrY/TmX0ttcHViI/AAAAAAAAD1g/nGUPJmRt3e0/s72-c/1+2011.08.18+atlantico+e+pac%25C3%25ADfico+133.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-8913368638700823311</id><published>2011-09-01T23:18:00.000+01:00</published><updated>2011-09-01T23:18:00.355+01:00</updated><title type='text'>Trás-os-Montes</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-9HFN_xgMHUs/TaN-QB0KdKI/AAAAAAAADsU/WRsOoJVp358/s1600/portas.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="204" r6="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-9HFN_xgMHUs/TaN-QB0KdKI/AAAAAAAADsU/WRsOoJVp358/s320/portas.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Portas avariadas...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-8913368638700823311?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/8913368638700823311/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=8913368638700823311&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/8913368638700823311'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/8913368638700823311'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/09/tras-os-montes.html' title='Trás-os-Montes'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-9HFN_xgMHUs/TaN-QB0KdKI/AAAAAAAADsU/WRsOoJVp358/s72-c/portas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-9212683753284113971</id><published>2011-08-24T01:15:00.014+01:00</published><updated>2011-08-24T01:15:01.737+01:00</updated><title type='text'>Porta de Pedra, Zagreb, Croácia</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-QC0Rok93OlE/TeLiAl5oEQI/AAAAAAAADyc/hyBHNlK-2G4/s1600/1+2011.05.11+ohrid+092.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="241" src="http://1.bp.blogspot.com/-QC0Rok93OlE/TeLiAl5oEQI/AAAAAAAADyc/hyBHNlK-2G4/s400/1+2011.05.11+ohrid+092.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;De breve passagem por Zagreb, reteve o viajante um impressivo local de culto católico, na chamada Porta de Pedra, ou &lt;em&gt;Kamenita Vrata&lt;/em&gt;. É uma antiga porta da muralha medieval, actualmente convertida em capela.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Em Zagreb os turistas procuram muito a cidade antiga, de traços barrocos, localizada na parte mais alta da capital croata, onde em tempos existiu uma fortaleza. Dela se avista, nada longe, a cidade baixa, cheia de cafés e esplanadas, que dão enorme vida às ruas. Entre ambas ficam o mercado de Dolac, onde os camponeses dos subúrbios ainda vêm vender os produtos que colhem e a catedral de Santo Estêvão (&lt;em&gt;Sveti Stjepana&lt;/em&gt;), dois dos ícones da terra.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-s5bDgHNDTIw/TeLiDqXS3HI/AAAAAAAADyg/7pRzfFNm8Z0/s1600/2+2011.05.11+ohrid+072.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="367" src="http://1.bp.blogspot.com/-s5bDgHNDTIw/TeLiDqXS3HI/AAAAAAAADyg/7pRzfFNm8Z0/s400/2+2011.05.11+ohrid+072.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Mas, já o disse o viajante, nesta cidade caseira, aquilo que mais o impressionou foi a Porta de Pedra, uma antiga entrada na cidade antiga que actualmente é local de oração. Esta porta é a única que sobra da muralha da antiga cidadela, construída no século XII. Sabe-se que durante a Idade Média um incêndio destruiu toda cidade alta, dentro dos muros, bem como a própria muralha. Apenas restou dela uma zona construída em pedra, onde existia uma imagem da virgem Maria, com o menino. A partir de então, essa imagem passou a ser venerada, vindo a ser feita uma pequena capela em seu redor. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-l2VIIaS1AtM/TeLiHFmTGaI/AAAAAAAADyk/pU-M9-tJdqM/s1600/3+2011.05.11+ohrid+081.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="235" src="http://4.bp.blogspot.com/-l2VIIaS1AtM/TeLiHFmTGaI/AAAAAAAADyk/pU-M9-tJdqM/s400/3+2011.05.11+ohrid+081.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 12pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;Ainda hoje existe a Capela da Virgem Maria da Porta de Pedra, protectora de Zagreb. Fica dentro da porta de entrada na antiga zona de muralhas e reteve o viajante que os habitantes locais, quando aqui passam, param para rezar e acender uma vela. Outros, vêm aqui de propósito com essa finalidade. E não menos impressionou uma imagem aqui colocada, de Santo António de Lisboa, a que esta gente chama &lt;em&gt;Sveti Antunu&lt;/em&gt;, igualmente muito venerado&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-F_QshM9kpW8/TeLiLZqRe2I/AAAAAAAADyo/jQQ5FVX-vTU/s1600/4+2011.05.11+ohrid+075.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="340" src="http://2.bp.blogspot.com/-F_QshM9kpW8/TeLiLZqRe2I/AAAAAAAADyo/jQQ5FVX-vTU/s400/4+2011.05.11+ohrid+075.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-9212683753284113971?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/9212683753284113971/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=9212683753284113971&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/9212683753284113971'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/9212683753284113971'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/08/porta-de-pedra-zagreb-croacia.html' title='Porta de Pedra, Zagreb, Croácia'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-QC0Rok93OlE/TeLiAl5oEQI/AAAAAAAADyc/hyBHNlK-2G4/s72-c/1+2011.05.11+ohrid+092.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-7704247419568275783</id><published>2011-08-20T23:44:00.001+01:00</published><updated>2011-08-20T23:44:00.215+01:00</updated><title type='text'>Grande Muralha, China</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-sk-owlCvVkA/Td7X2fhmhdI/AAAAAAAADxM/Xx2Uo-DC1mY/s1600/1+2011.05.03+pequim+197.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="246" src="http://3.bp.blogspot.com/-sk-owlCvVkA/Td7X2fhmhdI/AAAAAAAADxM/Xx2Uo-DC1mY/s400/1+2011.05.03+pequim+197.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Não pode o viajante dizer que tenha sido desilusão. Talvez por estar mais vocacionado para visitar sítios com histórias e significado do que para coleccionar cromos turísticos, a Grande Muralha, o grande emblema da antiga civilização chinesa, cuja construção começou há mais de 25 séculos, não o deslumbrou.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Num mundo ideal, a forma certa de visitar este enorme conjunto de panos de muralha seria percorrê-los, ao longo dos seus 6430 quilómetros, desde o Mar Amarelo até às planuras do Deserto de Gobi. Talvez assim fosse possível aperceber a sua colossal dimensão - física e histórica - e compreender a função que teve, de defesa do império chinês, face aos invasores do norte, da Manchúria e da Mongólia. Mas esta visita não é possível. Por um lado, porque há troços (muitos troços), muito danificados; metade do percurso da muralha está mesmo destruída. Aliás, pelo contrário, há pouco troços minimamente conservados ou reconstruídos e por isso visitáveis. Por outro lado, a estrutura organizativa da China não facilita essa visita. Não há, fora das grandes cidades, apoio de hotéis, restaurantes ou bombas de gasolina. Esta realidade é agravada pela impossibilidade de comunicar noutra língua para além da local – o mandarim, ou variantes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-PvOVnLGn0Ko/Td7X9FqHD5I/AAAAAAAADxQ/yXscfqBI7r8/s1600/2+2011.05.03+pequim+240.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="226" src="http://2.bp.blogspot.com/-PvOVnLGn0Ko/Td7X9FqHD5I/AAAAAAAADxQ/yXscfqBI7r8/s400/2+2011.05.03+pequim+240.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Neste contexto, não sendo hoje em dia possíveis as viagens de descoberta marcopolianas, optou o viajante por visitar apenas um troço da Grande Muralha, próximo de Pequim, como aliás faz a generalidade dos turistas, mesmo os chineses. Optou pelo troço de Mutianyu, a norte de Pequim, no distrito de Huai Rou, próximo do povoado com o mesmo nome. É um troço originariamente construído no século VI, restaurado e em muito bom estado, com acesso fácil desde a capital. Fica, a cerca de 90 quilómetros de Pequim, por estradas asfaltadas, a maior parte delas em bom estado. No entanto, não havendo mapas de estradas detalhados disponíveis, será muito difícil a quem não fale chinês orientar-se por aqui.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-aYHewR8TwEQ/Td7YJPcJF3I/AAAAAAAADxU/XzorBqOvmpg/s1600/3+2011.05.03+pequim+204.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="262" src="http://1.bp.blogspot.com/-aYHewR8TwEQ/Td7YJPcJF3I/AAAAAAAADxU/XzorBqOvmpg/s400/3+2011.05.03+pequim+204.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Próximo de Pequim é ainda possível visitar a muralha em Badaling, uma zona de muito fácil acesso e por isso muito popular – leia-se que tem muitos turistas e muitos vendedores de bugigangas e tee-shirts. Recomendam ainda os guias a visita a Jinshanling (a cerca de 100 km de Pequim – este troço tem o atractivo de ser permitido acampar na muralha) e a Simatai (que tem um troço de muralha muito mais destruída, em muito mau estado, mas também por isso muito menos turística e mais autêntica).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ns13chMQhrY/Td7YRD9G2yI/AAAAAAAADxY/iw_BFu3kfBw/s1600/4+2011.05.03+pequim+189.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="286" src="http://2.bp.blogspot.com/-ns13chMQhrY/Td7YRD9G2yI/AAAAAAAADxY/iw_BFu3kfBw/s400/4+2011.05.03+pequim+189.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Em Mutianyu há um teleférico que sobe a montanha, para permitir uma visita confortável à muralha. Percorrendo a muralha, em boa parte, as cristas das montanhas, nem sempre é fácil chegar aos troços sem ter que escalar até ao topo, duas ou três horas, por caminhos nem sempre fáceis. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A entrada do recinto de acesso à muralha é paga e o teleférico, evidentemente, também. Mas em qualquer dos casos, vale a pena. É um troço de muralha restaurado, de cerca de um quilómetro e meio, cuja origem remonta ao século XIV.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 12pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;A muralha, em si mesma, é uma rude construção militar, similar às que na Europa se foram desenvolvendo desde o tempo dos romanos até ao fim da Idade Média. O aspecto particular desta muralha chinesa é o da sua dimensão (como tudo na China…). É ainda a circunstância de coroar montes e vales e montanhas, sempre pelas suas cotas mais elevadas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-9KAEjDaviuQ/Td7YZOd9QRI/AAAAAAAADxc/-qtHe_pcwpI/s1600/5+2011.05.03+pequim+237.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://3.bp.blogspot.com/-9KAEjDaviuQ/Td7YZOd9QRI/AAAAAAAADxc/-qtHe_pcwpI/s400/5+2011.05.03+pequim+237.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A Grande Muralha foi sendo construída ao longo de muitos séculos, em troços, durante o domínio de diversas dinastias que governaram o império. As partes mais antigas datam do século VI A.C., mas a sua dimensão colossal só foi atingida no século III A.C., no tempo do imperador Qin Shihuang (também conhecido pelo exército de soldados de terracota que o acompanharam no seu mausoléu). Em todo o caso, apenas houve verdadeiramente uma muralha, como a conhecemos hoje, no período da dinastia Ming (séculos XIV a XVI da nossa era).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-aJF97nstGJA/Td7YgxGo7RI/AAAAAAAADxg/lkrzXuauC-U/s1600/6+2011.05.03+pequim+223.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="http://4.bp.blogspot.com/-aJF97nstGJA/Td7YgxGo7RI/AAAAAAAADxg/lkrzXuauC-U/s640/6+2011.05.03+pequim+223.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Entretanto, a muralha sofreu ao longo do tempo sérios danos: na década de 1950, durante o reinado de Mao Tse Tung, o governo exortava a população a “fazer o passado servir o presente” e incitava os camponeses a demolir a muralha e a reutilizar a pedra e os tijolos nela usados nas suas casas (foi aliás nesse tempo que o governo chinês ordenou a destruição das muralhas de Pequim, para edificar fábricas do Estado). Felizmente que o sítio é agora património protegido pela Unesco, desde 1987. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Durante muito tempo, a Grande Muralha foi tida como a única edificação humana visível deste a Lua. A história ficou a dever-se ao astronauta americano William Pogue, que disse tê-la visto desde o laboratório espacial Skylab – mais tarde, veio a concluir-se, afinal, que aquilo que se avistava era o Grande Canal, próximo de Pequim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-7704247419568275783?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/7704247419568275783/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=7704247419568275783&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/7704247419568275783'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/7704247419568275783'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/08/grande-muralha-china.html' title='Grande Muralha, China'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-sk-owlCvVkA/Td7X2fhmhdI/AAAAAAAADxM/Xx2Uo-DC1mY/s72-c/1+2011.05.03+pequim+197.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-6009160548360886426</id><published>2011-08-08T16:59:00.000+01:00</published><updated>2011-08-08T16:59:00.870+01:00</updated><title type='text'>As praias da Ilha Maurício</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-kItGU6q2mQI/Tc_4kGevr-I/AAAAAAAADvc/5IXWH2O4GIU/s1600/1.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="http://3.bp.blogspot.com/-kItGU6q2mQI/Tc_4kGevr-I/AAAAAAAADvc/5IXWH2O4GIU/s640/1.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Não foi o viajante à Maurício em lua-de-mel nem para férias na praia, ao contrário do que acontece com a generalidade dos turistas que integram o milhão de visitantes anuais da ilha.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Não obstante, estando-se ali é incontornável ir à praia. Primeiro, pelo clima: há calor e muito sol durante todo o ano (embora em Janeiro e Fevereiro chova muito e possa haver ciclones). Depois, a água do mar está sempre quente. Mas quente mesmo. Por último, o litoral da Ilha Maurício, muito recortado, está cheio de enseadas e baías de areia branca, muito convidativas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-d1g4uwBADwI/Tc_4no6EVQI/AAAAAAAADvg/kv-SI8fzV3Q/s1600/2.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://2.bp.blogspot.com/-d1g4uwBADwI/Tc_4no6EVQI/AAAAAAAADvg/kv-SI8fzV3Q/s400/2.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Em volta da ilha há uma barreira de recifes de coral. Embora seja irregular, em volta da ilha, em geral forma uma laguna entre a praia e o mar aberto. Nesta laguna, as águas são muito tranquilas e têm uma exuberante cor verde-esmeralda.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-x9JGU69Rxmc/Tc_4rCvAG0I/AAAAAAAADvk/4xOpbC7H-8Y/s1600/3.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="271" src="http://1.bp.blogspot.com/-x9JGU69Rxmc/Tc_4rCvAG0I/AAAAAAAADvk/4xOpbC7H-8Y/s400/3.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A maior parte das praias não tem palmeiras, contrariando os clichés. Boa parte delas é bordejada por casuarinas, árvores de grande porte, dando muita sombra e com capacidade para sobreviver na areia salgada da praia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Encontrou o viajante, na praia, muitas famílias a fazer piqueniques, sobretudo ao fim de semana. E nem a ocasional chuva de Janeiro os desanimava.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-xfkBLFh7LE0/Tc_4u5yvqvI/AAAAAAAADvo/OZH5o_tMo_8/s1600/4.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="281" src="http://2.bp.blogspot.com/-xfkBLFh7LE0/Tc_4u5yvqvI/AAAAAAAADvo/OZH5o_tMo_8/s400/4.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Tudo visto, mesmo não tendo ido à Maurício para ir à praia, não a conseguiu evitar o viajante. E por isso, sempre pode recomendar uma ou outra. Para tomar banho, a praia de Grand Baie, na costa norte, onde ficam muitos dos hotéis e resorts de férias. Ou então, próximo desta, Mont Choisy, onde quase só vão os locais. O mesmo pode dizer-se de Flic-en-flac, na costa oeste. Todas estas praias têm estacionamento, estruturas de apoio na praia e restaurantes próximos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-21YUFR2B3Bg/Tc_5CuiTomI/AAAAAAAADvs/WXYthJ87IVo/s1600/5.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://4.bp.blogspot.com/-21YUFR2B3Bg/Tc_5CuiTomI/AAAAAAAADvs/WXYthJ87IVo/s400/5.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Porém, aquelas que o viajante achou mais bonitas, mesmo sendo piores para banhos, foram a Pointe aux Biches, a norte de Port Louis, a capital da ilha e a Baie aux Tortues, muito próxima desta. Ambas escapam ao estereótipo clássico, de palmeiras e areia branca. Talvez por isso, vêm aqui menos turistas. Têm, embora de outro tipo, vegetação igualmente luxuriante e areia mais grossa, misturada com pedaços inertes de coral, que se confundem com pedrinhas e, aqui e ali, blocos de negra rocha vulcânica. Nenhuma delas tem habitualmente banhistas. Pelo contrário, será provável encontrar famílias hindus a deixar, em rochedos dentro de água ou em plataformas de cana, fruta e flores, como oferendas a Shiva.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-gLKXnCXMMd8/Tc_5HL96E_I/AAAAAAAADvw/s6T0CKw8SVk/s1600/6.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://3.bp.blogspot.com/-gLKXnCXMMd8/Tc_5HL96E_I/AAAAAAAADvw/s6T0CKw8SVk/s400/6.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-6009160548360886426?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/6009160548360886426/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=6009160548360886426&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/6009160548360886426'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/6009160548360886426'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/08/as-praias-da-ilha-mauricio.html' title='As praias da Ilha Maurício'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-kItGU6q2mQI/Tc_4kGevr-I/AAAAAAAADvc/5IXWH2O4GIU/s72-c/1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-7500444228659338787</id><published>2011-08-07T16:47:00.000+01:00</published><updated>2011-08-07T16:47:00.886+01:00</updated><title type='text'>Ushuaia, Terra do Fogo</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-BPEL3P3lBN8/Tc_2cIKQkgI/AAAAAAAADvE/jfq7s9dWVRI/s1600/1+2010.10.17+ushuaia+112.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="394" src="http://3.bp.blogspot.com/-BPEL3P3lBN8/Tc_2cIKQkgI/AAAAAAAADvE/jfq7s9dWVRI/s640/1+2010.10.17+ushuaia+112.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O nome e o lugar são míticos para qualquer viajante. Conhece-se como uma referência de sempre e sonha-se com a jornada até lá. Fica na extremidade sul do continente americano e tem-se promovido por isso mesmo: assume o título de fim do mundo, de limite último para todas as viagens. Para lá de Ushuaia não há mais estradas que possam percorrer-se, nem aviões ou aeroportos, nem cidades. Por isso, esta cidade argentina da Terra do Fogo arroga-se o título de cidade mais austral do mundo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-p6o775j4meg/Tc_2hAhdHNI/AAAAAAAADvI/Ck9APW-3ej4/s1600/2+2010.10.17+ushuaia+041.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://1.bp.blogspot.com/-p6o775j4meg/Tc_2hAhdHNI/AAAAAAAADvI/Ck9APW-3ej4/s400/2+2010.10.17+ushuaia+041.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Aqui chega ao mar, finalmente, a longuíssima cordilheira dos Andes, que vem lá de longe, de ainda mais longe que o equador. Geográfica e geologicamente, a Terra do Fogo é um arquipélago, separado do resto da América do Sul pelo Estreito de Magalhães – Fernão de Magalhães, o português nascido em Sabrosa, Trás-os-Montes, descobriu esta passagem do Atlântico para o Pacífico em 1520, evitando assim passar pelas águas revoltosas e perigosíssimas do Cabo Horn. Terá sido o próprio Magalhães a baptizar estas ilhas e diz-se que lhe chamou Terra do Fogo por ter avistado muitas fogueiras ao longo da costa. Julga-se que seriam fogueiras acesas por tribos indígenas, para comunicar. A sul do estreito, separadas pelo Canal Beagle, ficam as outras ilhas do arquipélago, mais pequenas. Apenas &lt;st1:metricconverter productid="1000 quil�metros" w:st="on"&gt;1000 quilómetros&lt;/st1:metricconverter&gt; ao sul, fica a Antárctida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-mPLpG72NVRw/Tc_2mn3Vc3I/AAAAAAAADvM/mbX74I2kY8o/s1600/3+2010.10.17+ushuaia+072.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="216" src="http://2.bp.blogspot.com/-mPLpG72NVRw/Tc_2mn3Vc3I/AAAAAAAADvM/mbX74I2kY8o/s400/3+2010.10.17+ushuaia+072.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Ushuaia é a maior povoação da Terra do Fogo (terá cerca de 60 mil habitantes). É também a capital da parte argentina da ilha principal (que está dividida ao meio, entre o Chile, que ficou com a parte oeste e a Argentina, que domina o leste). No idioma &lt;em&gt;yámana&lt;/em&gt;, usado pelos nativos, actualmente extintos, “&lt;em&gt;us&lt;/em&gt;” significava ao fundo e “&lt;em&gt;uaia&lt;/em&gt;” baía. Ushuaia fica de facto no fundo de uma baía.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O seu isolamento levou a que fossem para aqui foram trazidos, durante o século XIX, os prisioneiros mais indesejáveis do governo de Buenos Aires -&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;a origem da cidade foi uma colónia penal, fundada em 1884, cuja criação se destinou a impulsionar o povoamento desta parte argentina da Terra do Fogo. Existiu mesmo aqui uma prisão, entre 1902 e 1947, destinada a reclusos perigosos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-93bGripOR88/Tc_2srKFI8I/AAAAAAAADvQ/mRaMuw2hzxw/s1600/4+2010.10.17+ushuaia+064.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="427" src="http://2.bp.blogspot.com/-93bGripOR88/Tc_2srKFI8I/AAAAAAAADvQ/mRaMuw2hzxw/s640/4+2010.10.17+ushuaia+064.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Chegou o viajante a Ushuaia de avião. A descida para o aeroporto é das mais espectaculares que tem vivido, acompanhando de muito perto a descida da ponta final dos Andes, que aqui morrem no mar. Recordou então o viajante St-Exupery, que bem conheceu estas “&lt;em&gt;arestas verticais, que as asas roçam a seis mil metros de altitude, e mantos de pedra, cortados a pique, e uma extraordinária e imensa tranquilidade&lt;/em&gt;”. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-KzU1w5MoUdw/Tc_2wTyt_JI/AAAAAAAADvU/CywsuarP5ZI/s1600/5+2010.10.17+ushuaia+125.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="176" src="http://4.bp.blogspot.com/-KzU1w5MoUdw/Tc_2wTyt_JI/AAAAAAAADvU/CywsuarP5ZI/s400/5+2010.10.17+ushuaia+125.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Em frente a Ushuaia fica o Canal Beagle. É um estreito, que deve o nome a um navio de exploração britânico que por aqui navegou no século XIX (o HMS Beagle, comandado pelo inglês Robert Fitz Roy - a bordo, vinha também o então jovem de 23 anos Charles Darwin). Tem 250 km de comprimento e 5 de largura, na zona mais estreita.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Da cidade, que apenas tocou de passagem, guarda precisamente o viajante na memória a intensidade e a cor do pôr-do-sol no Canal Beagle. Aqui, o sol não parece pôr-se: desaparece mesmo, lá para o sudoeste, nas águas geladas do fim do mundo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Hq1H5cS61eI/Tc_21UHLf6I/AAAAAAAADvY/PfU3d_An1ic/s1600/6+2010.10.17+ushuaia+132.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="265" src="http://4.bp.blogspot.com/-Hq1H5cS61eI/Tc_21UHLf6I/AAAAAAAADvY/PfU3d_An1ic/s400/6+2010.10.17+ushuaia+132.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-7500444228659338787?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/7500444228659338787/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=7500444228659338787&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/7500444228659338787'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/7500444228659338787'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/08/ushuaia-terra-do-fogo.html' title='Ushuaia, Terra do Fogo'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-BPEL3P3lBN8/Tc_2cIKQkgI/AAAAAAAADvE/jfq7s9dWVRI/s72-c/1+2010.10.17+ushuaia+112.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-1291528537763181078</id><published>2011-07-15T23:13:00.002+01:00</published><updated>2011-07-15T23:13:00.333+01:00</updated><title type='text'>Feira de Novembro, Golegã, Ribatejo</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-8IiL8dK7gTI/TaN9Qg0EqrI/AAAAAAAADsQ/2zTRXsWxLC8/s1600/2010.11.13+goleg%25C3%25A3+131.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="271" r6="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-8IiL8dK7gTI/TaN9Qg0EqrI/AAAAAAAADsQ/2zTRXsWxLC8/s400/2010.11.13+goleg%25C3%25A3+131.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Especialidades “scalabitanas”: farturas (estas, não há português que não as conheça) … e o resto lê-se na fotografia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-1291528537763181078?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/1291528537763181078/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=1291528537763181078&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/1291528537763181078'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/1291528537763181078'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/07/feira-de-novembro-golega-ribatejo.html' title='Feira de Novembro, Golegã, Ribatejo'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-8IiL8dK7gTI/TaN9Qg0EqrI/AAAAAAAADsQ/2zTRXsWxLC8/s72-c/2010.11.13+goleg%25C3%25A3+131.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-3151548301649088391</id><published>2011-07-10T23:42:00.023+01:00</published><updated>2011-07-10T23:42:00.392+01:00</updated><title type='text'>Ohrid, Macedónia</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-b-WC3dtXyVI/TeLMXn2PwQI/AAAAAAAADxo/PnZXF1LZRoY/s1600/1+2011.05.12+ohrid+008.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="288" src="http://3.bp.blogspot.com/-b-WC3dtXyVI/TeLMXn2PwQI/AAAAAAAADxo/PnZXF1LZRoY/s400/1+2011.05.12+ohrid+008.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Em habitantes, Ohrid é a quinta ou sexta cidade da Macedónia, país onde vivem 2 milhões de almas, em cuja capital e maior cidade, Skopje, vivem um pouco menos que 500 mil pessoas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 12pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;Visitando Ohrid, julgou o viajante estar a sentir o mesmo que sentiam os queirosianos turistas do fim do século XIX que, com o intuito de cultivar o prazer de viajar e descobrir o mundo, acabavam por se deparar com preciosidades desconhecidas e insuspeitadas, em cantos ignorados e fora das rotas já exploradas. Em tais locais, só muito tarde vieram a surgir instalações hoteleiras e similares, assim se tornando possível o turismo moderno. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-bVhAdH_0l_4/TeLMbz7f8-I/AAAAAAAADxs/_aoBYl6ua-c/s1600/2+2011.05.11+ohrid+287.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://1.bp.blogspot.com/-bVhAdH_0l_4/TeLMbz7f8-I/AAAAAAAADxs/_aoBYl6ua-c/s400/2+2011.05.11+ohrid+287.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O caso é que esta antiga cidade, no sudoeste da Macedónia, reserva muitas e interessantes surpresas a quem a visita. Mas o estádio de desenvolvimento das estruturas locais de apoio, para os parâmetros modernos, é ainda muito incipiente, para não dizer rudimentar. Por isso, Ohrid tem ainda muito poucos turistas estrangeiros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 12pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;Não obstante, por entre casas pobres e degradadas, foi o viajante surpreendido pelas ruínas daquilo que foi um fantástico teatro romano, de origem grega, em razoável estado de conservação (onde aliás se realiza um festival de música, no verão). Além disso, impressionou-o o vestígio da fortaleza e das muralhas, medievais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-X1yFPMG10-M/TeLMhMa4nJI/AAAAAAAADxw/XYhwRH1vSGg/s1600/3+2011.05.11+ohrid+220.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="243" src="http://1.bp.blogspot.com/-X1yFPMG10-M/TeLMhMa4nJI/AAAAAAAADxw/XYhwRH1vSGg/s400/3+2011.05.11+ohrid+220.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;E não deixa de impressionar o percurso milenar da terra, que tem origem pré-histórica, apesar de os macedónios, povo eslavo, se terem fixado aqui apenas lá para o século VII da nossa era. Pouco depois, no século IX, passou por aqui São Clemente de Ohirid, que veio instalar-se no mosteiro de São Pantelemon, na zona oeste da cidade. Aliás, São Clemente foi sepultado no local da actual igreja. Este mosteiro foi fundado por São Cirilo, de que São Clemente era discípulo e seguidor. E sob a inspiração de São Cirilo e São Metódio, o mosteiro veio a tornar-se num importante centro cultural e difusor da fé - viria mais tarde a ser a mais antiga universidade eslava.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 12pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;Mas Ohrid foi também capital do fugaz império de um autoproclamado Czar Samuel, um efémero estado independente, na dobra do século X, para o XI. Esta herança levou a que se desenvolvesse aqui, durante toda a idade média, aquilo que veio a consubstanciar a moderna cultura macedónia, que atravessou o longo e poderoso império otomano e chegou aos impérios modernos. Desta época sobraram as igrejas arruinadas de Plaosnik&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-By7kmY8NQs8/TeLM9x4aLNI/AAAAAAAADx0/NAeQPvTEnGw/s1600/4+2011.05.11+ohrid+230.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://3.bp.blogspot.com/-By7kmY8NQs8/TeLM9x4aLNI/AAAAAAAADx0/NAeQPvTEnGw/s400/4+2011.05.11+ohrid+230.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;No limite da cidade, apenas acessível a pé ou de barco, fica a Igreja de São João Kaneo, um dos maiores ícones da arquitectura medieval macedónia. Esta pequena igreja, construída no século XIII, com traços claramente paleocristãos, encabeça um pequeno promontório, muito escarpado, que cai sobre o Lago de Ohrid. Para lá chegar há que subir à fortaleza e depois descer um estreito carreiro, entre bosques espessos. Ou então, partindo da cidade, percorrer a costa escarpada, caminhando pela beira de pequenas enseadas rochosas, de praias de calhaus e depois escalar o penhasco. Nenhuma das modalidades é difícil, mas desde Ohrid demora bem meia hora. É um local místico, que deve visitar-se ao pôr-do-sol. Foi, talvez, o lugar mais bonito por onde o viajante passou, na República da Macedónia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-YcRScXAik-E/TeLNB_h_exI/AAAAAAAADx4/VzwAw-8FHoc/s1600/5+2011.05.11+ohrid+272.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="372" src="http://3.bp.blogspot.com/-YcRScXAik-E/TeLNB_h_exI/AAAAAAAADx4/VzwAw-8FHoc/s640/5+2011.05.11+ohrid+272.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Ohrid fica a 170 quilómetros de Skopje, capital da Macedónia, onde fica o único aeroporto com ligações internacionais. Da capital, o percurso rodoviário não é fácil: são 50 quilómetros de auto-estrada paga e o resto é uma estrada nacional sofrível, com alguns troços de montanha aborrecidos e demorados. Em Ohrid e, sobretudo, ao longo do lago que lhe fica em frente, há alguns hotéis, de nível mais sofrível que o habitual, mesmo para os Balcãs. Há restaurantes e bares, perfeitamente aptos para quem não for muito exigente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;De resto, visitar Ohrid é como visitar Boticas: não há outros turistas na rua, muito menos estrangeiros e cada um fica por sua conta. Mas tem a vantagem da genuinidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-cPa8EwHm3Q0/TeLNFw4gOSI/AAAAAAAADx8/lG5KVrAmnhY/s1600/6+2011.05.11+ohrid+163.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="255" src="http://1.bp.blogspot.com/-cPa8EwHm3Q0/TeLNFw4gOSI/AAAAAAAADx8/lG5KVrAmnhY/s400/6+2011.05.11+ohrid+163.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-3151548301649088391?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/3151548301649088391/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=3151548301649088391&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/3151548301649088391'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/3151548301649088391'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/07/ohrid-macedonia.html' title='Ohrid, Macedónia'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-b-WC3dtXyVI/TeLMXn2PwQI/AAAAAAAADxo/PnZXF1LZRoY/s72-c/1+2011.05.12+ohrid+008.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-4657232605734394789</id><published>2011-06-30T00:15:00.000+01:00</published><updated>2011-06-30T00:15:00.227+01:00</updated><title type='text'>As mesquitas de Istambul</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh3.googleusercontent.com/-Tq81ZBuIdPM/TXq7OIcoT3I/AAAAAAAADqM/KNGp1oWPN_w/s1600/1.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" q6="true" src="https://lh3.googleusercontent.com/-Tq81ZBuIdPM/TXq7OIcoT3I/AAAAAAAADqM/KNGp1oWPN_w/s400/1.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Ao contrário de outras grandes nações do mundo islâmico, a Turquia é uma república laica. Não obstante, em Istambul, a maior cidade do país (diz-se que terá 4 a 5 milhões de habitantes, ou 10 a 11 milhões, se se incluírem os subúrbios), por todo o lado a marca do islão é bem visível. Istambul tem centenas de mesquitas, com os seus minaretes muito esguios a marcarem a silhueta do horizonte urbano.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-z41--1CZKGc/TXq7Sz7mPKI/AAAAAAAADqQ/eM1EKjgp6Jw/s1600/2.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="295" q6="true" src="https://lh4.googleusercontent.com/-z41--1CZKGc/TXq7Sz7mPKI/AAAAAAAADqQ/eM1EKjgp6Jw/s400/2.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A Turquia é islâmica há mais de cinco séculos e para os muçulmanos a mesquita é o lugar mais importante da cidade – é por isso que as mesquitas são sempre os edifícios mais imponentes de cada aglomerado urbano: são vistas como uma manifestação estética dos crentes, que a erigiram por inspiração divina, claro. As mesquitas são o centro da vida social e religiosa, mas são sobretudo um lugar de oração: deve entrar-se nela purificado (por isso os muçulmanos fazem abluções antes de entrar e também por isso não se pode ali entrar com os sapatos, que consideram sujos, por andarem no chão).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Hoje, como há séculos, os &lt;em&gt;muezzin&lt;/em&gt; apelam, desde o alto dos minaretes, várias vezes por dia, à oração. Em tempos, faziam-no de viva voz; actualmente as suas vozes ouvem-se a muito grande distância, difundidas por altifalantes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-DNq0F932JY4/TXq7YEwDueI/AAAAAAAADqU/k04sD5OdE10/s1600/3.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="247" q6="true" src="https://lh6.googleusercontent.com/-DNq0F932JY4/TXq7YEwDueI/AAAAAAAADqU/k04sD5OdE10/s400/3.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A mesquita de Istambul que mais marcou o viajante foi a Mesquita Süleymaniye, edificada por ordem do Sultão Süleyman I, o Magnífico. O seu desenhador foi um grande arquitecto otomano, Mimar Sinan e a construção decorreu entre 1550 e 1557. De alguma forma, parece que pretendeu ser uma espécie de réplica, em tamanho, à então igreja bizantina de Santa Sofia (que foi o maior edifício deixado pelos cristãos à cidade). Esta mesquita incluía, quando foi construída, uma madraça, banhos e um &lt;em&gt;caravansarai&lt;/em&gt; (onde o alojamento e alimentação eram dados aos viajantes e seus animais).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-Rdp5E2deFxk/TXq7e3EjWbI/AAAAAAAADqY/XODApz11sX8/s1600/4.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" q6="true" src="https://lh5.googleusercontent.com/-Rdp5E2deFxk/TXq7e3EjWbI/AAAAAAAADqY/XODApz11sX8/s400/4.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas também impressionou bastante o viajante a Mesquita Sultan Ahmet, também conhecida pelos guias turísticos como Mesquita Azul, por ter o interior da sua cúpula revestida de azulejos otomanos predominantemente azuis. Diz-se que tem mais de vinte mil azulejos, de setenta padrões diferentes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;É uma mesquita imperial, construída entre 1609 e 1616 por ordem do Sultão Ahmet, que com ela pretendeu deixar para a história um edifício ainda maior e melhor que a Suleymanie. Também por essa razão decidiu que esta nova mesquita fosse construída mesmo em frente da Santa Sofia, uma vez mais para demonstrar a superioridade do Islão sobre a civilização bizantina.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-wA10YQaa_r0/TXq7kecl3LI/AAAAAAAADqc/ibZVviYwMgg/s1600/5.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="238" q6="true" src="https://lh5.googleusercontent.com/-wA10YQaa_r0/TXq7kecl3LI/AAAAAAAADqc/ibZVviYwMgg/s400/5.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A Santa Sofia, ou Ayasofya, foi originariamente uma igreja cristã – tê-lo-á sido desde o século V da nossa era. Porém, a construção que actualmente existe terá tido origem no século VI. Foi convertida em mesquita no século XV e é apenas um museu, dessacralizado, desde a década de 1930.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Qualquer destes três edifícios constitui um bom exemplar da arquitectura religiosa turca, com várias cúpulas abobadadas e minaretes muito afiados, em forma de lápis. Aliás, já noutras paragens, nos Balcãs, o viajante tinha sido surpreendido, por este chamado modelo turco de mesquita, sobretudo conhecido pela elegância dos seus minaretes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No caso da Mesquita Süleymaniye e da Mesquita Sultan Ahmet, têm mesmo a particularidade de ostentarem seis minaretes. Esta última foi aliás a primeira do Islão a tê-lo, com excepção da grande mesquita de Meca.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-NHbvNH2szqQ/TXq7pGn7KyI/AAAAAAAADqg/6dmuyyG7oXk/s1600/6.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="195" q6="true" src="https://lh6.googleusercontent.com/-NHbvNH2szqQ/TXq7pGn7KyI/AAAAAAAADqg/6dmuyyG7oXk/s400/6.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-4657232605734394789?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/4657232605734394789/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=4657232605734394789&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/4657232605734394789'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/4657232605734394789'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/06/as-mesquitas-de-istambul.html' title='As mesquitas de Istambul'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh3.googleusercontent.com/-Tq81ZBuIdPM/TXq7OIcoT3I/AAAAAAAADqM/KNGp1oWPN_w/s72-c/1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-4405098901293591583</id><published>2011-06-24T23:19:00.000+01:00</published><updated>2011-06-24T23:19:00.316+01:00</updated><title type='text'>Cidade do México</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ZK0lYn_jGQ0/Tc2uuDXd-MI/AAAAAAAADto/c2tZ5PtdXO8/s1600/1+2010.08.26+m%25C3%25A9xico+004.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="235" src="http://1.bp.blogspot.com/-ZK0lYn_jGQ0/Tc2uuDXd-MI/AAAAAAAADto/c2tZ5PtdXO8/s400/1+2010.08.26+m%25C3%25A9xico+004.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A grande impressão que reteve o viajante, ao aterrar na capital deste país de mais de um milhão de quilómetros quadrados (doze vezes maior do que Portugal) e de 120 milhões de habitantes, foi a de um mar de luzinhas a piscar na noite. Na megalópole que é a cidade do México vivem 15 milhões de almas, mas se se contarem também os miseráveis que vivem em barracas, nos subúrbios, o número sobe para 25 milhões. Aliás, mesmo fora das favelas, a generalidade das pessoas vive em bairros pobres (a que chamam “barrios”), em casas térreas e de construção rudimentar. São estas construções que marcam a arquitectura geral da cidade, localizada num vale entre montanhas, cujas encostas, aliás, têm vindo gradualmente a ser cobertas por favelas de casas de tijolos, cinzentas, tristes e miseráveis. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-DrCYscX6bfg/Tc2u7dLKr4I/AAAAAAAADts/hfcFRtgLbgg/s1600/2+2010.08.28+m%25C3%25A9xico+127.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="286" src="http://4.bp.blogspot.com/-DrCYscX6bfg/Tc2u7dLKr4I/AAAAAAAADts/hfcFRtgLbgg/s400/2+2010.08.28+m%25C3%25A9xico+127.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Mas nem toda a cidade é assim. O centro histórico, à volta do Zócalo, ou praça da Constituição, é vivo e colorido. Aqui se encontram muitos dos edifícios mais antigos ainda restantes da antiga capital da Nova Espanha, do período colonial. E em geral estão bem preservados. Por isso, esta zona foi declarada património Mundial, pela Unesco. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O Zócalo é o local onde tudo converge: está cá o palácio presidencial e a Catedral Metropolitana, como aqui esteve também, no seu tempo, o templo maior azteca.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-vBiwP0o5fHs/Tc2u-iqNO3I/AAAAAAAADtw/VH2Go0-bJZo/s1600/3+2010.08.28+m%25C3%25A9xico+070.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="246" src="http://1.bp.blogspot.com/-vBiwP0o5fHs/Tc2u-iqNO3I/AAAAAAAADtw/VH2Go0-bJZo/s400/3+2010.08.28+m%25C3%25A9xico+070.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Menos preservados, mas bem conservados na memória da maioria mestiça da população, estão os vestígios aztecas da antiga capital dos mexica. A cidade foi arrasada pelo conquistador Hernan Cortez, em Agosto de 1521. Mais ainda, por cima dos seus escombros, decidiu o explorador espanhol construir a nova capital da Nova Espanha. Esta decisão, que pretendeu ter o significado político de varrer do mapa tudo o que havia do tempo anterior, teve consequências ainda hoje sofridas: a antiga Tenochtitlan, a capital azteca, estava construída numa ilha, rodeada de canais, que tiveram que ser arrasados também, para se construir por cima deles. Na Catedral Metropolitana sente-se consequência disso: a antiga zona de canal abateu, o chão inclinou e o edifício ficou assimétrico e tem que ser vigiado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-mxTcgwq52ME/Tc2vChBTo4I/AAAAAAAADt0/898_h8E9WOE/s1600/4+2010.08.28+m%25C3%25A9xico+026.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="256" src="http://2.bp.blogspot.com/-mxTcgwq52ME/Tc2vChBTo4I/AAAAAAAADt0/898_h8E9WOE/s400/4+2010.08.28+m%25C3%25A9xico+026.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Mas há uma outra cidade do México, moderna e rica, que vibra ao ritmo do tempo presente. Centra-se no Paseo de la Reforma, enorme boulevard arborizado e ladeado de arranha-céus de vidro e aço, modernos e em estado impecável. Por aqui há lojas de marcas internacionais, centros comerciais, hotéis, cafés de cadeias internacionais. Sentiu o viajante que esta avenida podia estar em qualquer das mais modernas e trendy cidades dos Estados Unidos ou da Europa, a não ser pela dimensão, que é para bastante maior.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Aliás, na cidade do México tudo é grande: há avenidas de até &lt;st1:metricconverter productid="60 quil�metros" w:st="on"&gt;60 quilómetros&lt;/st1:metricconverter&gt;, que se reclamam como as maiores do mundo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-AhlzXeqCCtI/Tc2vGAbuCbI/AAAAAAAADt4/BRYPGeaNh4c/s1600/5+2010.08.28+m%25C3%25A9xico+139.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="236" src="http://1.bp.blogspot.com/-AhlzXeqCCtI/Tc2vGAbuCbI/AAAAAAAADt4/BRYPGeaNh4c/s640/5+2010.08.28+m%25C3%25A9xico+139.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Há ainda a cidade do México pitoresca, da zona Rosa, onde as lojas estão abertas 24 horas por dia e há bares e restaurantes especificamente para homossexuais. Ou a zona comercial, a sul do Zócalo e da zona histórica. Aqui, a marca é de América Latina profunda. Compra-se e vende-se na rua, na porta das lojas, com o ruído, o cor e o buliço do novo mundo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Esta a cidade do México que inspirou Frida Khalo e Diego Rivera. É também a que venera a Virgem de Guadalupe, cujo santuário, no limite norte da cidade, é local de peregrinação para crentes de toda a América latina – talvez por ter sido aqui o local de aparição da Virgem a Diego, um nativo que viria a ser o primeiro santo canonizado originário das Américas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Lgw1u1p1jCk/Tc2vJ9RieoI/AAAAAAAADt8/Yf__sh_-BXk/s1600/6+2010.08.28+m%25C3%25A9xico+027.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="226" src="http://1.bp.blogspot.com/-Lgw1u1p1jCk/Tc2vJ9RieoI/AAAAAAAADt8/Yf__sh_-BXk/s400/6+2010.08.28+m%25C3%25A9xico+027.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Esta é também a cidade dos táxis em velhos Volkswagen Carocha, pintados de bordeau e dourado, sem banco no lugar da frente, ao lado do condutor, para que os passageiros possam entrar. Estes, não experimentou o viajante, porque lhe recomendaram que o não fizesse: é que os “gringos” (que são todos os não latino-americanos, portanto europeus incluídos) correm o risco de serem sequestrados ou violentados e assaltados pelos próprios taxistas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-t8X3MGcoiGc/Tc2vNeb3IeI/AAAAAAAADuA/A78xt7MONLo/s1600/7+2010.08.25+m%25C3%25A9xico+102.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="205" src="http://1.bp.blogspot.com/-t8X3MGcoiGc/Tc2vNeb3IeI/AAAAAAAADuA/A78xt7MONLo/s400/7+2010.08.25+m%25C3%25A9xico+102.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-4405098901293591583?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/4405098901293591583/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=4405098901293591583&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/4405098901293591583'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/4405098901293591583'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/06/cidade-do-mexico.html' title='Cidade do México'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-ZK0lYn_jGQ0/Tc2uuDXd-MI/AAAAAAAADto/c2tZ5PtdXO8/s72-c/1+2010.08.26+m%25C3%25A9xico+004.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-5871676627211888719</id><published>2011-06-15T10:56:00.032+01:00</published><updated>2011-06-15T10:56:00.251+01:00</updated><title type='text'>Zagreb, Croácia</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-VjPaKnSI7iM/TdJGtpujhAI/AAAAAAAADwc/qsOZ9pXeBes/s1600/1+2011.05.11+ohrid+067.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="236" src="http://4.bp.blogspot.com/-VjPaKnSI7iM/TdJGtpujhAI/AAAAAAAADwc/qsOZ9pXeBes/s400/1+2011.05.11+ohrid+067.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Zagreb é uma velha gaiteira, que se converteu numa jovem capital moderna. Diz o viajante isto sem desprimor para a capital da Croácia, com a qual, aliás, simpatizou à primeira vista. Logo desde a chegada ao aeroporto, pequeno e caseiro, ficou com a impressão de uma terra ordenada e composta. Os bairros periféricos, modernos e em boa parte planeados no tempo dos socialistas, são arejados e atravessados por larguíssimas avenidas. As manifestações de modernidade nem sequer são de mau gosto, como é habitual em muitos dos países do antigo bloco do leste da Europa. Nem sequer se vêm a degradação e a aparência de pobreza de outras cidades das antigas repúblicas jugoslavas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-lOrTG0aLQEw/TdJGwpqMd_I/AAAAAAAADwg/mGhxNkoTIGE/s1600/2+2011.05.11+ohrid+112.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://2.bp.blogspot.com/-lOrTG0aLQEw/TdJGwpqMd_I/AAAAAAAADwg/mGhxNkoTIGE/s400/2+2011.05.11+ohrid+112.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Em todo o caso, a capital croata não consegue descolar de algum provincianismo: não é que seja pequena (é verdade que não é grande), mas sobretudo falta-lhe a dimensão e a estrutura de uma verdadeira capital. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Claro que esta modéstia não é exclusiva de Zagreb e anotou-a já o viajante noutras capitais do centro europeu, cujo estatuto de capital nacional é recente: Bratislava ou Sarajevo são outros bons exemplos disso, como o são, por razões um pouco diferentes, Berna ou a cidade do Luxemburgo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Ql0VZDEFS7U/TdJGzslbTwI/AAAAAAAADwk/9Ljexv1Dl2Q/s1600/3+2011.05.11+ohrid+059.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="256" src="http://4.bp.blogspot.com/-Ql0VZDEFS7U/TdJGzslbTwI/AAAAAAAADwk/9Ljexv1Dl2Q/s400/3+2011.05.11+ohrid+059.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Longe da sua modesta dimensão hodierna, quem visita a actual capital da Croácia percebe uma enorme dimensão noutros tempos: esta cidade passou por várias mãos ao longo da história. De todas elas, percebeu muito bem o viajante a grande marca do império austro-húngaro, do qual Zagreb foi uma importante cidade de província. Aliás, há zonas da cidade onde se nota predominância da arquitectura barroca, típica do período imperial dos Habsburgo. Esta marca barroca terá tido grande desenvolvimento depois de um tremor de terra que, no início do século XIX, destruiu bastante a cidade. Talvez seja por isso que a parte baixa da cidade (a Donji Grad) é muito harmoniosa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-KzycF8cQ5hc/TdJG26fePaI/AAAAAAAADwo/wHXAyMchAjw/s1600/4+2011.05.11+ohrid+029.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="257" src="http://3.bp.blogspot.com/-KzycF8cQ5hc/TdJG26fePaI/AAAAAAAADwo/wHXAyMchAjw/s400/4+2011.05.11+ohrid+029.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Quanto à cidade alta, ou antiga (ou Gornji Grad), é também harmoniosa – aqui, não foi um terramoto, mas um incêndio que, no século XII, destruiu toda a área, com excepção de um pequeno troço de muralha, onde estava e está uma imagem da Virgem Maria com o menino. A partir de então, esta imagem foi venerada e foi construída uma capela em seu redor: a capela da Virgem Maria da Porta de Pedra, eleita protectora de Zagreb.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ELpunMRHGjA/TdJG9bPpw5I/AAAAAAAADws/bv5KUUme184/s1600/5+2011.05.11+ohrid+036.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://4.bp.blogspot.com/-ELpunMRHGjA/TdJG9bPpw5I/AAAAAAAADws/bv5KUUme184/s400/5+2011.05.11+ohrid+036.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Já nessa altura – idade média -, Zagreb era um importante pólo regional. Apesar de estar sujeita a dominação húngara, foi aqui que, a partir do século XVI, se baseou o vice-rei da Croácia, delegado do rei da Hungria, soberano do território. Desde então passou a existir um parlamento local (o Sabor, que ainda hoje existe, noutro formato, com sede na Gornji Grad).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left" class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Fxkz_rfv8Bk/TdJHAH9kbII/AAAAAAAADww/mPpVhEB55Ys/s1600/6+2011.05.11+ohrid+050.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="252" src="http://4.bp.blogspot.com/-Fxkz_rfv8Bk/TdJHAH9kbII/AAAAAAAADww/mPpVhEB55Ys/s400/6+2011.05.11+ohrid+050.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Trouxe o viajante na memória uma terra que não parece ter os 700 a 800 mil habitantes que tem, espalhada nas margens do rio Sava, com ambiente tranquilo e muitos espaços verdes. Como qualquer velha gaiteira, é amigável e está cheia de bares e esplanadas. Tem a vantagem adicional de ter voos directos, a partir de Lisboa, 4 ou 5 vezes por semana e de o aeroporto ser muito perto da cidade – e com fácil e bareto acesso à cidade, em&amp;nbsp;autocarro, de meia em meia hora.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-5871676627211888719?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/5871676627211888719/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=5871676627211888719&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/5871676627211888719'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/5871676627211888719'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/06/zagreb-croacia.html' title='Zagreb, Croácia'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-VjPaKnSI7iM/TdJGtpujhAI/AAAAAAAADwc/qsOZ9pXeBes/s72-c/1+2011.05.11+ohrid+067.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-3208129869715845525</id><published>2011-06-10T16:24:00.000+01:00</published><updated>2011-06-10T16:24:00.301+01:00</updated><title type='text'>Ribatejo</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-IxEuB7V7fHI/Tc_weUfBMPI/AAAAAAAADu0/ZIuInoA1qmQ/s1600/2+2011.04.15+chaves+011.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="270" src="http://4.bp.blogspot.com/-IxEuB7V7fHI/Tc_weUfBMPI/AAAAAAAADu0/ZIuInoA1qmQ/s400/2+2011.04.15+chaves+011.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Não costuma o viajante “andar aos ninhos”, como dizia Torga, nem viaja nas terras do jardim, como faria nos dias de hoje Garrett. Mas não conseguiu evitar deixar nos cadernos nota do ninho de alvéola cinzenta que ali foi construído nesta primavera, logo no início de Abril.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-7sbCbRxkYOQ/Tc_zv27qkkI/AAAAAAAADu4/Vdu2ofuyDGA/s1600/3+2011.04.23+p%25C3%25A1scoa+em+rio+maior+063.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://3.bp.blogspot.com/-7sbCbRxkYOQ/Tc_zv27qkkI/AAAAAAAADu4/Vdu2ofuyDGA/s400/3+2011.04.23+p%25C3%25A1scoa+em+rio+maior+063.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A alvéola (em particular a branca, &lt;em&gt;Motacilla Alba&lt;/em&gt;), é uma das espécies mais comuns em Portugal. Por toda a parte, no campo, em zonas verdes abertas e também em zonas húmidas, ocorre com frequência, mostrando exuberantemente o seu voo ondulante e os seus passos saltitantes, de cabeça no ar, deixando atrás de si a elegância da sua cauda.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-rLznU1MKQYA/Tc_z5GvZgKI/AAAAAAAADu8/xc1HtrciEGc/s1600/4+2011.04.30+rio+maior+028.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="http://4.bp.blogspot.com/-rLznU1MKQYA/Tc_z5GvZgKI/AAAAAAAADu8/xc1HtrciEGc/s640/4+2011.04.30+rio+maior+028.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Nidifica onde calha – desta vez, foi num vaso de gerânios, num canto do jardim, mas podia ter sido mesmo no chão. Neste caso, surgiram ali 5 ovos (as alvéolas chegam a pôr seis) e, duas semanas depois, nasceram ali cinco crias, muito penugentas e medrosas, que quando não piavam, pedindo comida, dormiam. Não se pode dizer que fossem bonitas. Mas volvidas outras duas semanas já ali estavam uns belos passarinhos, que rapidamente voaram e fugiram do ninho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-isGupAxN_dc/Tc_z7rdUquI/AAAAAAAADvA/o6nEGKpnDaM/s1600/1+2009.01.01+chaves+004.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="217" src="http://2.bp.blogspot.com/-isGupAxN_dc/Tc_z7rdUquI/AAAAAAAADvA/o6nEGKpnDaM/s400/1+2009.01.01+chaves+004.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-3208129869715845525?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/3208129869715845525/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=3208129869715845525&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/3208129869715845525'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/3208129869715845525'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/06/ribatejo.html' title='Ribatejo'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-IxEuB7V7fHI/Tc_weUfBMPI/AAAAAAAADu0/ZIuInoA1qmQ/s72-c/2+2011.04.15+chaves+011.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-7622272883358784869</id><published>2011-06-08T16:00:00.010+01:00</published><updated>2011-06-08T16:00:08.698+01:00</updated><title type='text'>Visitar a China</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-11gHPrOsiF0/TdklMwnwtCI/AAAAAAAADw0/uXgwlHX8GO8/s1600/1+2011.05.03+pequim+388.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="http://1.bp.blogspot.com/-11gHPrOsiF0/TdklMwnwtCI/AAAAAAAADw0/uXgwlHX8GO8/s640/1+2011.05.03+pequim+388.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Partiu o viajante para o extremo oriente com uma apreensão que já há muito deixou de ter nas vésperas de viajar: apreensão pelo desconhecido, pela dificuldade de lidar com a diferença, pelo bloqueio linguístico, pela distância, física e geográfica, cultural e civilizacional.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 12pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;Porém, em geral, os mais básicos receios não se confirmaram. Aliás, já assim tinha sido na preparação da viagem: foi fácil e expedito obter o visto de entrada, na Embaixada da China em Lisboa (recorda bem o viajante o pesadelo que foi obter o da Rússia, ainda não há muito). Por outro lado, as marcações e reservas, à distância, mesmo sem apoio local, foram eficazes. Do lado de lá do mundo, por email, veio rapidamente sempre resposta tranquila para tudo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-4YiDOl8MU-4/TdklRgAnxlI/AAAAAAAADw4/Y6Z4kO4ai8E/s1600/2+2011.05.03+pequim+406.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://2.bp.blogspot.com/-4YiDOl8MU-4/TdklRgAnxlI/AAAAAAAADw4/Y6Z4kO4ai8E/s400/2+2011.05.03+pequim+406.JPG" width="273" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Ficam, porém, duas notas importantes: a primeira, quanto à dimensão do país e de tudo o que nele cabe; a segunda, para a diferença de conceitos e de referências.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Quanto à dimensão, é óbvio o tamanho gigantesco, quase fora da escala humana, do país mais povoado do mundo (e o terceiro em extensão geográfica, apenas menor que a Rússia e o Canadá).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Na China tudo é de enorme dimensão e em enorme quantidade. Há sempre muita gente em qualquer sítio e em qualquer ocasião. Até por isso, ficou clara no viajante a ideia de que para este país, cada pessoa, em si mesma, conta pouco mais do que um número, em mais de mil milhões deles.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-0TmoG6I42Ys/TdkljpJNuwI/AAAAAAAADw8/fuwS_hkowF8/s1600/3+2011.05+coimbra+006.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="305" src="http://3.bp.blogspot.com/-0TmoG6I42Ys/TdkljpJNuwI/AAAAAAAADw8/fuwS_hkowF8/s400/3+2011.05+coimbra+006.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;No que respeita às referências, em geral, os chineses têm as deles bem vincadas. A China esteve completamente fechada ao mundo ocidental (e não apenas ao mundo ocidental, mas mesmo ao mundo exterior à China, em geral), durante muitos séculos e apenas desde há três décadas foi permitido ao povo chinês começar, gradualmente e muito devagar, a perceber que há outras formas de viver e de ser.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Iio2o25F5yg/TdklumsfsuI/AAAAAAAADxA/VC9zN7gtwLE/s1600/4+2011.05.03+pequim+164.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="230" src="http://2.bp.blogspot.com/-Iio2o25F5yg/TdklumsfsuI/AAAAAAAADxA/VC9zN7gtwLE/s400/4+2011.05.03+pequim+164.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Os chineses chegam sempre antes da hora marcada e são disciplinados e obedientes. As hierarquias são um valor absoluto e incontestável. Por outro lado, embora se note um espírito afoito e despachado, de quem quer ser eficaz no seu trabalho, é bem evidente que não existe espírito crítico nem muito menos sentido de humor. Sobretudo esta falta absoluta de sentido de humor cria barreiras e produz choques.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-DX9wzRvZkz8/Tdkl11Uhg-I/AAAAAAAADxE/0zx7RHEW18Y/s1600/5+2011.05.05+pequim+007.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-DX9wzRvZkz8/Tdkl11Uhg-I/AAAAAAAADxE/0zx7RHEW18Y/s400/5+2011.05.05+pequim+007.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Os chineses não são hostis aos estrangeiros, mas são intransigentes com quem desrespeita as suas regras. Falam muito alto, para se fazerem impor e não hesitarão em insultar nem em descompor aqueles com quem têm divergências. Ficou, a esse propósito, o viajante, na memória, com as vozes estridentes muito marcadas dos discursos públicos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Queria o viajante ter actualizado estes cadernos de viagem e não conseguiu: os blogs são proibidos na China, tal como o Facebook ou o Youtube: todas estas realidades internéticas estão tecnicamente inacessíveis, por meio de uma operação tecnológica que os informáticos já apelidam de “Great Firewall of China”. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Não tinha o viajante a noção de que em 2010 visitaram a China mais de 55 milhões de visitantes (sobretudo sul-coreanos, japoneses, russos e norte-americanos).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-rpNXAc2YmzQ/Tdkl8hwYQ_I/AAAAAAAADxI/PRTs_uo434E/s1600/6+2011.05.03+pequim+290.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="242" src="http://1.bp.blogspot.com/-rpNXAc2YmzQ/Tdkl8hwYQ_I/AAAAAAAADxI/PRTs_uo434E/s400/6+2011.05.03+pequim+290.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-7622272883358784869?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/7622272883358784869/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=7622272883358784869&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/7622272883358784869'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/7622272883358784869'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/06/visitar-china.html' title='Visitar a China'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-11gHPrOsiF0/TdklMwnwtCI/AAAAAAAADw0/uXgwlHX8GO8/s72-c/1+2011.05.03+pequim+388.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-8970158248927551379</id><published>2011-06-05T00:23:00.001+01:00</published><updated>2011-06-05T00:23:00.120+01:00</updated><title type='text'>Museu de Ramsés II, Mênfis, Egipto</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-cMQD6kof2Ag/TVSBq0xiwxI/AAAAAAAADnk/CnlwZnRw9ok/s1600/cc1.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" height="302" src="http://4.bp.blogspot.com/-cMQD6kof2Ag/TVSBq0xiwxI/AAAAAAAADnk/CnlwZnRw9ok/s400/cc1.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-ansi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Ramsés II, talvez o mais poderoso faraó da história do Egipto e das suas 30 dinastias, que governaram o país durante quase 30 séculos, teve, no seu tempo, um templo em Mênfis. O local é hoje em dia uma modestíssima aldeia do vale do Nilo, a &lt;metricconverter productid="27 quil�metros" w:st="on"&gt;27 quilómetros&lt;/metricconverter&gt; do Cairo, que já nem se chama como então (o seu actual nome é Mit Rahina). Aquele faraó foi um caso de rara longevidade: por um lado, foi o senhor dos reinos unificados do Baixo e do Alto Egipto durante um imenso período de 67 anos (entre 1279 e &lt;metricconverter productid="1213 a" w:st="on"&gt;1213 a&lt;/metricconverter&gt;.C.); por outro, a sua múmia - prosaicamente, o seu cadáver, embalsamenado -, ainda existe e está conservada no Museu do Cairo, na sala das múmias reais – está portanto conservada desde há mais de 3.200 anos!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-RQ5SXlc0bYw/TVSBu65p2dI/AAAAAAAADno/iGkvNYwq8fg/s1600/2.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" height="300" src="http://1.bp.blogspot.com/-RQ5SXlc0bYw/TVSBu65p2dI/AAAAAAAADno/iGkvNYwq8fg/s400/2.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-ansi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;O poder faraónico foi fundado pelo rei Narmer, que cerca de &lt;metricconverter productid="3100 AC" w:st="on"&gt;3100 a.C.&lt;/metricconverter&gt; unificou o Baixo e o Alto Egipto, dando assim origem a um longo período que os historiadores dividem em Império Antigo, Império Médio e Império Novo, além de outros períodos intermédios e do período dinástico tardio, já numa fase terminal da civilização egípcia. O Império Antigo (séculos &lt;metricconverter productid="27 a" w:st="on"&gt;27 a&lt;/metricconverter&gt; &lt;metricconverter productid="22 a" w:st="on"&gt;22 a&lt;/metricconverter&gt;.C.) foi aquele durante o qual terão sido construídas as grandes pirâmides que ainda hoje existem. O Império Novo (séculos &lt;metricconverter productid="16 a" w:st="on"&gt;16 a&lt;/metricconverter&gt; &lt;metricconverter productid="11 a" w:st="on"&gt;11 a&lt;/metricconverter&gt;.C.) correspondeu à época dourada dos faraós. Neste período viveram a maior parte dos grandes faraós que a história recorda como tal: entre outros, Tutankhamon, Akhenaton, a Rainha Hatsheput, Nefertiti e o próprio Ramsés II.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Js8BoSh2aLE/TVSBxUKKIGI/AAAAAAAADns/Jf_GQqW577I/s1600/ee3.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" height="294" src="http://1.bp.blogspot.com/-Js8BoSh2aLE/TVSBxUKKIGI/AAAAAAAADns/Jf_GQqW577I/s640/ee3.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-ansi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Mênfis (nome grego da cidade a que os egípcios chamavam Mennefer) foi a primeira capital do Egipto unificado, desde o terceiro milénio antes de Cristo. Foi o viajante à procura dos vestígios de Mênfis, mas nada encontrou que mereça menção. Diz-se que por estar perto do Cairo foi mais facilmente saqueada por invasores – sobretudo pelos romanos. Se foi assim, facilmente seriam levados depois pelas cheias do Nilo os restantes vestígios da cidade, construída em tijolos de barro. Actualmente, já nada resta da Mênfis imperial. Desapareceu completamente, seja por ter sido gasta pelo tempo, seja pelo crescimento populacional desta zona, que é muito próxima do Cairo. A única visita interessante a fazer na localidade é a do Museu de Mit Rahina, onde repousa uma gigantesca estátua de Ramsés II.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-LqOTw0P6dnQ/TVSB0puKnmI/AAAAAAAADnw/x5agzec0BRI/s1600/4.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" height="290" src="http://3.bp.blogspot.com/-LqOTw0P6dnQ/TVSB0puKnmI/AAAAAAAADnw/x5agzec0BRI/s400/4.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Além da estátua, a visita ao museu apenas vale por duas ou três peças mais. Tudo o resto não merece referência especial. A estátua representado Ramsés II é enormíssima. Foi feita em calcário e está deitada no chão, desde logo porque já não tem pés. Por outro lado, porque tem mais de 10 metros de altura e pesará cerca de 100 toneladas. Fora do museu, no jardim, pode ver-se uma enorme esfinge de alabastro, que será a maior escultura neste material que se conhece.&lt;br /&gt;A entrada no museu custa 35 libras egípcias (pouco mais de 4 €). Do Cairo, o acesso por estrada é bom e a melhor forma de chegar é de táxi.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-8970158248927551379?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/8970158248927551379/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=8970158248927551379&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/8970158248927551379'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/8970158248927551379'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/06/museu-de-ramses-ii-menfis-egipto.html' title='Museu de Ramsés II, Mênfis, Egipto'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-cMQD6kof2Ag/TVSBq0xiwxI/AAAAAAAADnk/CnlwZnRw9ok/s72-c/cc1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-9132105567050100668</id><published>2011-06-01T23:28:00.000+01:00</published><updated>2011-06-01T23:28:00.167+01:00</updated><title type='text'>Hotel Burj Al Arab, Dubai</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-W6wNJNfgbno/Tc2w95NK6mI/AAAAAAAADuE/5nI0X4miDTQ/s1600/1+2010.12.12+dubai+080.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="338" src="http://3.bp.blogspot.com/-W6wNJNfgbno/Tc2w95NK6mI/AAAAAAAADuE/5nI0X4miDTQ/s640/1+2010.12.12+dubai+080.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A mística deste hotel é global: o seu estatuto e até mesmo a sua imagem granjearam-lhe fama à escala planetária. Diz-se ter 7 estrelas, classificação estranha, que “rebenta” a escala clássica e legal, de 5. A verdade é que este é um hotel classificado de cinco estrelas. E, oficialmente, nunca se referiu em lado nenhum - nem a direcção do hotel o assume -, que o hotel tem sete estrelas. Explorando o tema, facilmente veio o viajante a concluir que o estrelato exagerado é o resultado de uma bem montada estratégia de marketing.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-r_4zZ-vbvE0/Tc2xC7_GuwI/AAAAAAAADuI/lYQhc7UG_jU/s1600/2+2010.12.12+dubai+312.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="211" src="http://3.bp.blogspot.com/-r_4zZ-vbvE0/Tc2xC7_GuwI/AAAAAAAADuI/lYQhc7UG_jU/s400/2+2010.12.12+dubai+312.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A história é simples: a família do Emir do Dubai definiu há muito uma clara estratégia política e económica que tem em vista tornar aquele emirato árabe como um destino turístico de luxo. Foi feito investimento em hotéis, centros comerciais, infra estruturas urbanas, marinas, urbanizações e edifícios arrojados (a célebre torre mais alta do mundo e as duas célebres palmeiras “desenhadas” no mar), entre muitas outras iniciativas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-YS5LkhpiAFg/Tc2xHe-LsiI/AAAAAAAADuM/I2LPD3wXVz8/s1600/3+2010.12.12+dubai+087.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="187" src="http://1.bp.blogspot.com/-YS5LkhpiAFg/Tc2xHe-LsiI/AAAAAAAADuM/I2LPD3wXVz8/s400/3+2010.12.12+dubai+087.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;A par disso, foi montada uma vasta campanha promocional, sendo convidados jornalistas de todo o mundo a visitar o Dubai. Um deles, francamente deslumbrado com o luxo desmedido do Burj-al-Arab, publicou, em clara e assumida hipérbole, que este hotel merecia muito mais que as cinco estrelas: valia pelo menos sete estrelas. O mote estava dado. Ao marketing do Emir, que tem evidentemente interesses financeiros no hotel, interessava cavalgar a onda e a chalaça nunca foi desmentida. E para a voz corrente as cinco estrelas transformaram-se em sete.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-4Sb8BigVbEY/Tc2xKyThdDI/AAAAAAAADuQ/BcnL2SfcG8A/s1600/4+2010.12.12+dubai+316.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="292" src="http://1.bp.blogspot.com/-4Sb8BigVbEY/Tc2xKyThdDI/AAAAAAAADuQ/BcnL2SfcG8A/s400/4+2010.12.12+dubai+316.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 6.5pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O Hotel Burj al Arab (Torre dos Árabes) foi construído entre 1994 e 1999, numa pequena ilha artificial junto à praia de Jumeirah, na costa do emirado do Dubai - a &lt;st1:metricconverter productid="280 metros" w:st="on"&gt;280  metros&lt;/st1:metricconverter&gt; da costa. Tem uma bem conhecida estrutura em forma de vela, para imitar um dhow, os tradicionais barcos de pesca do golfo arábico. A “vela” terá &lt;st1:metricconverter productid="321 metros" w:st="on"&gt;321  metros&lt;/st1:metricconverter&gt; de altura (é mais alta que a torre Eiffel!). O hotel tem 202 suites – não tem quartos simples. A suite real tem &lt;st1:metricconverter productid="670 metros quadrados" w:st="on"&gt;&lt;st1:metricconverter productid="670 metros" w:st="on"&gt;670 metros&lt;/st1:metricconverter&gt; quadrados&lt;/st1:metricconverter&gt; e inclui recepção com água de rosas, toalhas refrescantes aquecidas e bebidas (não alcoólicas,claro…) Isto, depois de um transfer em Rolls Royce a partir do aeroporto. Em suma, um disparate que custa mais de 3000 euros por noite. Não custou, claro, ao viajante, cuja passagem por estas terras, durante quase uma semana, custou muito menos que isso…&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-KuYrequenUU/Tc2xOQrVNWI/AAAAAAAADuU/LrBbBmvuYu4/s1600/5+2010.12.12+dubai+071.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="242" src="http://4.bp.blogspot.com/-KuYrequenUU/Tc2xOQrVNWI/AAAAAAAADuU/LrBbBmvuYu4/s400/5+2010.12.12+dubai+071.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O resto da história, retirou-a o viajante das revistas: o átrio é forrado a folhas de ouro, há colunas douradas e uma cascata no hall. O seu heliporto, no topo, já serviu para que Roger Federer e André Agassi trocarem bolas de ténis – claro está que no dia seguinte surgiram nos jornais de todo o mundo as fotografias. A praia é privativa e está fechada ao acesso do público. Como aliás acontece com todo o hotel e com uma enorme área de jardim e praia em volta: apenas se pode entrar se se tiver efectuado uma reserva.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Não. Claro que o viajante não efectuou qualquer reserva, nem visitou o interior.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-9132105567050100668?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/9132105567050100668/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=9132105567050100668&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/9132105567050100668'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/9132105567050100668'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/06/hotel-burj-al-arab-dubai.html' title='Hotel Burj Al Arab, Dubai'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-W6wNJNfgbno/Tc2w95NK6mI/AAAAAAAADuE/5nI0X4miDTQ/s72-c/1+2010.12.12+dubai+080.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-3306871731625210446</id><published>2011-05-31T23:11:00.000+01:00</published><updated>2011-05-31T23:11:00.246+01:00</updated><title type='text'>Praia de Copacabana, Rio de Janeiro</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-fLcTt54IQCM/TaN8sVKCqvI/AAAAAAAADsM/p_0i0O-CAn8/s1600/2007.02+brasil+286.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" r6="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-fLcTt54IQCM/TaN8sVKCqvI/AAAAAAAADsM/p_0i0O-CAn8/s640/2007.02+brasil+286.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;“&lt;em&gt;Atenção: NO STRESS&lt;/em&gt;”, diz a placa à entrada da praia. Para que não haja dúvida - e como se fosse necessário…&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-3306871731625210446?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/3306871731625210446/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=3306871731625210446&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/3306871731625210446'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/3306871731625210446'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/05/praia-de-copacabana-rio-de-janeiro.html' title='Praia de Copacabana, Rio de Janeiro'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-fLcTt54IQCM/TaN8sVKCqvI/AAAAAAAADsM/p_0i0O-CAn8/s72-c/2007.02+brasil+286.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-1396418296256473548</id><published>2011-05-28T23:41:00.014+01:00</published><updated>2011-05-28T23:41:00.260+01:00</updated><title type='text'>Centro Memorial do Holocausto dos Judeus da Macedónia, Skopje</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-fe8GstJ66q0/Tc2z9zhuWUI/AAAAAAAADuY/6Yqy5OsMeo0/s1600/1+2011.04.19+skopje+116.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://2.bp.blogspot.com/-fe8GstJ66q0/Tc2z9zhuWUI/AAAAAAAADuY/6Yqy5OsMeo0/s400/1+2011.04.19+skopje+116.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A palavra “macedónia” é usada em francês e em espanhol para designar aquilo que em português chamamos salada de frutas ou, também, salada russa – no fundo, uma desorganização harmoniosa de pequenos pedaços de alimentos de vários tipos, que em conjunto formam um prato. A parábola é excelente. Na verdade, o povo que ocupa o país dos Balcãs que hoje em dia conhecemos como Macedónia é o resultado da fusão de uma grande sucessão de povos que, ao longo de vários milénios de história, desde o tempo em que o rei Filipe, pai de Alexandre, que veio a ser O Grande, consolidou aqui um reino independente da restante Grécia. Neste território passaram assim gentes de todos os quadrantes, etnias e crenças que se foram fixando. Actualmente, por imposição da diplomacia grega, que reclama para uma parte do seu território esta histórica denominação oficial, nas instâncias internacionais o nome do país é FYROM – acrónimo em inglês de Antiga República Jugoslava da Macedónia. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-KUMYQsDrFYI/Tc20BZ2X5QI/AAAAAAAADuc/jowfEFA1FBo/s1600/2+2011.04.19+skopje+120.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="182" src="http://4.bp.blogspot.com/-KUMYQsDrFYI/Tc20BZ2X5QI/AAAAAAAADuc/jowfEFA1FBo/s400/2+2011.04.19+skopje+120.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Talvez tenha sido este ambiente de descontraída fusão que atraiu para aqui, após o fim da idade média (por obra de D. Manuel em Portugal e dos reis católicos, em Espanha, em 1492) o fluxo migratório de judeus sefarditas, que foram expulsos da Península Ibérica e que tiveram que procurar outras paragens para se estabelecer. É bem conhecida a migração judaica portuguesa para a Holanda. Menos conhecida mas não menos importante, foi esta deslocação para os Balcãs. A partir do século XVI formou-se na Macedónia uma grande comunidade judaica, toda ela com origem nas populações expulsas da Península Ibérica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-0u1v_jfyHp4/Tc20ETovdJI/AAAAAAAADug/fU95ho3Vscs/s1600/3+2011.04.19+skopje+124.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="175" src="http://3.bp.blogspot.com/-0u1v_jfyHp4/Tc20ETovdJI/AAAAAAAADug/fU95ho3Vscs/s400/3+2011.04.19+skopje+124.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Esta comunidade floresceu e foi muito importante no contexto da região. E foi sempre bem tolerada pelos vários impérios dominantes. Em particular, foi bem aceite pelo império turco otomano, que sempre conviveu bem com outras religiões – anotou o viajante que em Skopje, capital da Macedónia, coexistem mesquitas e igrejas, todas elas do tempo da ocupação turca. Ambas as crenças vivam em paz com a outra se nenhuma igreja fosse mais alta que qualquer mesquita (essa é a razão pela qual algumas igrejas foram construídas um pouco enterradas no chão).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-dElqTyZxX6E/Tc20JHzMquI/AAAAAAAADuk/dU2hOBG9wOg/s1600/4+2011.04.19+skopje+136.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://3.bp.blogspot.com/-dElqTyZxX6E/Tc20JHzMquI/AAAAAAAADuk/dU2hOBG9wOg/s400/4+2011.04.19+skopje+136.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Bem sentiu o viajante esta “macedónia” de povos pelas ruas de Skopje, vendo passar gente alta e baixa, morena e mais clara, oriental e ocidental. Mas o local que mais lhe revelou este cadinho de culturas foi o Centro Memorial do Holocausto do Judeus da Macedónia. Não esperava o viajante encontrar, na pequena capital de um país com 2 milhões de habitantes, uma exposição permanente tão interessante e incisiva sobre a diáspora dos sefarditas peninsulares, desde que saíram da Península até ao quase extermínio pelos nazis, durante a Segunda Guerra Mundial. Tocou-o toda esta história, de vários séculos, de tolerância com os judeus da diáspora – ainda mais, tendo esta comunidade tido origem em sefarditas expulsos da Península Ibérica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O que, talvez, impressionou mais o viajante foi a preservação que estas gentes fizeram da cultura peninsular: mantiveram usos e costumes ibéricos e mantiveram, entre si, o ladino, a língua que usavam entre nós até ao século XVI.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-xTCH7I_llpE/Tc20NrI1FnI/AAAAAAAADuo/kGC9LsuLtSw/s1600/5+2011.04.19+skopje+137.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="http://3.bp.blogspot.com/-xTCH7I_llpE/Tc20NrI1FnI/AAAAAAAADuo/kGC9LsuLtSw/s640/5+2011.04.19+skopje+137.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 12pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;O “Sentro Memorial del Holocausto de los Djudios de la Makedonia” foi criado em 2005, mas o seu edifício apenas ficou concluído e abriu ao público em 2011. Fica num edifício modernaço, de vidro e pedra (não se poderá dizer que seja de muito bom gosto…), entre o centro histórico de Skopje e o rio Vardar, próximo da célebre Ponte de Pedra (Kameni Most). Tem entrada livre&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-js36A9I0wmc/Tc20Q9nM_tI/AAAAAAAADus/Sdbwg8e7rb4/s1600/6+2011.04.19+skopje+150.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="238" src="http://3.bp.blogspot.com/-js36A9I0wmc/Tc20Q9nM_tI/AAAAAAAADus/Sdbwg8e7rb4/s400/6+2011.04.19+skopje+150.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-1396418296256473548?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/1396418296256473548/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=1396418296256473548&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/1396418296256473548'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/1396418296256473548'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/05/centro-memorial-do-holocausto-dos.html' title='Centro Memorial do Holocausto dos Judeus da Macedónia, Skopje'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-fe8GstJ66q0/Tc2z9zhuWUI/AAAAAAAADuY/6Yqy5OsMeo0/s72-c/1+2011.04.19+skopje+116.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-1740798889250750553</id><published>2011-05-22T00:32:00.001+01:00</published><updated>2011-05-22T00:32:00.350+01:00</updated><title type='text'>Jardim Botânico de Pamplemousse, Ilha Maurício</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-eQLrkFXXEHg/TVSDwyQAboI/AAAAAAAADn0/uG8Q66w_yUU/s1600/1.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" height="300" src="http://3.bp.blogspot.com/-eQLrkFXXEHg/TVSDwyQAboI/AAAAAAAADn0/uG8Q66w_yUU/s400/1.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;Próximo de Port Louis, a capital da ilha Maurício, fica um jardim botânico cuja origem remonta ao século XVIII. De carro, a partir da cidade, não se demorará mais que 15 minutos a chegar. &lt;br /&gt;O nome oficial do lugar é Jardim Botânico Sir Seewoosagur Ramgoolam, em homenagem ao primeiro dirigente político da Maurício após a independência, em 1968.&lt;br /&gt;Porém, a criação do jardim é muito anterior: teve origem durante o domínio francês da ilha, ao que se diz, tendo em visto reproduzir nesta terra fértil as sementes de especiarias que na época se cultivavam nas colónias e, em particular, no extremo oriente. Tais sementes eram eram aqui facilmente reproduzidas, em excelentes condições climatéricas e de solo. E muito mais perto de França, onde iriam ser vendidas. Durante o século XVIII foram daqui exportados para a Europa essências e especiarias (canela, pimenta, entre outras).&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-fAsqDTkBoBI/TVSDzfxBboI/AAAAAAAADn4/Au0RcGneegg/s1600/2.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" height="480" src="http://2.bp.blogspot.com/-fAsqDTkBoBI/TVSDzfxBboI/AAAAAAAADn4/Au0RcGneegg/s640/2.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;No entanto, após 1775, o jardim deixou de privilegiar essa vertente e passou a plantar-se aqui o maior número possível de plantas, sobretudo aquelas que se afiguravam mais raras. E é disso que beneficiam os visitantes de hoje. Podem ver-se no jardim variadíssimas espécies de palmeiras, por exemplo Mas também a árvore de cânfora. Ou araucárias de diversíssimos tipos. &lt;br /&gt;Mas a estrela da visita é o tanque dos enormes nenúfares da Amazónia, os “victoria regia”, tão grandes que chegam a pesar 45 quilos e a medir um metro de diâmetro. Diz-se que podem suportar, sem se afundarem, um bebé pequeno. Ao lado, está um outro lago de nenúfares e flores de lótus, as flores sagradas dos hindus.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-7e9RMaGvahM/TVSEDtSRepI/AAAAAAAADn8/GFB9FWKV33U/s1600/3.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" height="300" src="http://3.bp.blogspot.com/-7e9RMaGvahM/TVSEDtSRepI/AAAAAAAADn8/GFB9FWKV33U/s400/3.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-ansi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Este é daqueles locais onde o viajante achou efectiva vantagem em fazer uma visita guiada, acompanhado por um guia, portanto. O parque tem &lt;metricconverter productid="90 hectares" w:st="on"&gt;90 hectares&lt;/metricconverter&gt; e visita-se bem no espaço de uma hora. A entrada é paga. É uma visita imperdível.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-wsnEE2lkal0/TVSEFwq1QYI/AAAAAAAADoA/OxWrF2JpElQ/s1600/4.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" height="300" src="http://3.bp.blogspot.com/-wsnEE2lkal0/TVSEFwq1QYI/AAAAAAAADoA/OxWrF2JpElQ/s400/4.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-1740798889250750553?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/1740798889250750553/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=1740798889250750553&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/1740798889250750553'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/1740798889250750553'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/05/jardim-botanico-de-pamplemousse-ilha.html' title='Jardim Botânico de Pamplemousse, Ilha Maurício'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-eQLrkFXXEHg/TVSDwyQAboI/AAAAAAAADn0/uG8Q66w_yUU/s72-c/1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-5274738540660899840</id><published>2011-05-19T00:41:00.004+01:00</published><updated>2011-05-19T00:41:00.817+01:00</updated><title type='text'>Casa Chimera, Kiev, Ucrânia</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-wcaZJUXo_ww/TVSFyu-W2AI/AAAAAAAADoE/E1wPtVfbjrg/s1600/2009.10.07+kiev+140.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-wcaZJUXo_ww/TVSFyu-W2AI/AAAAAAAADoE/E1wPtVfbjrg/s320/2009.10.07+kiev+140.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Caminhando pelas ruas de Kiev foi o viajante surpreendido por uma casa em “estilo gaudi”, com as suas fachadas profusamente decoradas com esculturas e gárgulas em cimento, representado fantasmagóricos animais e outros seres.&amp;nbsp;De tudo viu por aqui: rinocernontes, elefantes, e até algumas&amp;nbsp;formas diferentes de representação&amp;nbsp;humana. Em geral, o ambiente é de caça, uma das paixões do seu desenhador. Veio o viajante a saber que foi construída pelo arquitecto Vladislav Gorodetski para habitação da sua família, no início do século XX (entre 1901 e 1902). Diz-se que os animais da fachada são uma evocação da caça, principal ocupação dos tempos livres do arquitecto. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/--22IMYw2hJU/TXa7o_nyh6I/AAAAAAAADpU/Oxp2KUeDGhg/s1600/2011.03.04+kiev+120.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" q6="true" src="https://lh4.googleusercontent.com/--22IMYw2hJU/TXa7o_nyh6I/AAAAAAAADpU/Oxp2KUeDGhg/s400/2011.03.04+kiev+120.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No seu tempo, foi um edifício arrojado, não apenas na estética, mas também nas funcionalidades que integrava: tinha um compartimento gelado (nada difícil, na Ucrânia) para conservar alimentos, adega, lavandaria, celeiro, para alojar carruagens e animais e, na cave, previu um compartimento especial para alojar uma vaca, para que houvesse leite fresco para todos os dias.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-PUNYbu62MJs/TVSF1WyeVoI/AAAAAAAADoI/BexJbn0YVWg/s1600/2009.10.07+kiev+141.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-PUNYbu62MJs/TVSF1WyeVoI/AAAAAAAADoI/BexJbn0YVWg/s320/2009.10.07+kiev+141.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-ansi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Este edifício fica na Rua Bankova, 20, próximo da central Rua Khrechatyla, esmo em frente do imponente edifício da Presidência da República da Ucrânia. Desde 2005 que o edifício, que é propriedade do Estado ucraniano, é utilizado como residência presidencial, para alojar convidados estrangeiros.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-U6nA5-ca5ww/TXa7_Ue9a_I/AAAAAAAADpY/0iK-wJkNeWs/s1600/2011.03.04+kiev+122.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" q6="true" src="https://lh5.googleusercontent.com/-U6nA5-ca5ww/TXa7_Ue9a_I/AAAAAAAADpY/0iK-wJkNeWs/s400/2011.03.04+kiev+122.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-5274738540660899840?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/5274738540660899840/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=5274738540660899840&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/5274738540660899840'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/5274738540660899840'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/05/casa-chimera-kiev-ucrania.html' title='Casa Chimera, Kiev, Ucrânia'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-wcaZJUXo_ww/TVSFyu-W2AI/AAAAAAAADoE/E1wPtVfbjrg/s72-c/2009.10.07+kiev+140.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-6693058737310788617</id><published>2011-05-15T21:08:00.000+01:00</published><updated>2011-05-15T21:08:00.205+01:00</updated><title type='text'>Museu Rodin, Paris</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-bnxqFAQcxIw/Tcw-t7hIaNI/AAAAAAAADtQ/y1XFZWFjK7c/s1600/1+2011.03.26+paris+053.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://4.bp.blogspot.com/-bnxqFAQcxIw/Tcw-t7hIaNI/AAAAAAAADtQ/y1XFZWFjK7c/s400/1+2011.03.26+paris+053.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;De Paris, diz-se que tem 400 museus, de temáticas tão improváveis como os perfumes ou a caça. E além dos museus, tem milhentas outras coisas para ver e fazer. Ou apenas para sentir, porque em Paris basta estar para se ser tocado pela alma, pela grandeza e pela dimensão universal da cidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Por isso, nunca tinha ocorrido ao viajante visitar o Museu Rodin, um pequeno museu, de temática específica, como tantos outros, ali ao pé da Ecole Militaire e não longe da torre Eiffel. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-J1-937qxHh4/Tcw-1PPnZUI/AAAAAAAADtU/4lhR6LcWu_0/s1600/2+2011.03.26+paris+043.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="197" src="http://3.bp.blogspot.com/-J1-937qxHh4/Tcw-1PPnZUI/AAAAAAAADtU/4lhR6LcWu_0/s400/2+2011.03.26+paris+043.JPG" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Começou por surpreendê-lo o edifício onde está instalado: é um antigo palacete (o Palácio Biron, do século XVIII), que tem a majestade, a sobriedade e a elegância das casas da velha aristocracia francesa. Ao entrar no jardim e vê-lo, ao fundo, sentiu-se o viajante a visitar Tintim e o capitão Hadock, em Moulinsart. Mas o próprio jardim, de vários hectares (em pleno centro de Paris, como se se estivesse no campo!) é muito interessante: é um tradicional jardim à francesa, com caminhos de areia, que o divide em diversos sectores diferenciados. É aqui, no jardim, que se podem encontrar algumas das mais iconográficas obras de Rodin: entre elas, O Pensador, A Porta do Inferno, Balzac e Vítor Hugo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-UsNW8nc6BAI/Tcw-8VwT5sI/AAAAAAAADtY/nzVsuef6wcc/s1600/3+2011.03.26+paris+059.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="350" src="http://1.bp.blogspot.com/-UsNW8nc6BAI/Tcw-8VwT5sI/AAAAAAAADtY/nzVsuef6wcc/s640/3+2011.03.26+paris+059.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Quanto ao museu, mostra as obras do escultor Auguste Rodin (1840-1917). Guardam-se aqui milhares de esculturas, bronzes, mármores, esquiços, aguarelas, estampas e gravuras. Além das obras de Rodin, ainda pertencem ao museu milhares de peças de outros artistas seus amigos ou seus contemporâneos: pinturas, esculturas, fotografia e outros. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 6.5pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Chamaram a atenção algumas peças notáveis, conhecidas do grande público. Reteve o viajante duas: O Pensador, de 1902 (o tal que está no jardim) e A Catedral (as célebres mãos, entrelaçadas), de 1908.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-6kAr7-BUy5Y/Tcw_DxNVc6I/AAAAAAAADtc/gJwfNfGSd90/s1600/4+2011.03.26+paris+088.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://3.bp.blogspot.com/-6kAr7-BUy5Y/Tcw_DxNVc6I/AAAAAAAADtc/gJwfNfGSd90/s400/4+2011.03.26+paris+088.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="color: windowtext; font-family: Arial; font-size: 6.5pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Este museu foi curiosamente criado por iniciativa do próprio Rodin, em 1916, na casa onde já vivia desde 1908, como inquilino. O Estado comprou a casa e doou-a ao museu. Foi uma espécie de compensação pela doação que o escultor fez, das suas obras, ao Estado Francês (além das obras, ainda doou a sua biblioteca e as suas cartas e outros manuscritos). Porém, o museu apenas acabou por abrir em 1919, já depois da morte de Rodin, em 1917.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-GgLGvyxyBYE/Tcw_LZUQSMI/AAAAAAAADtg/PsM7txJDmKs/s1600/5+2011.03.26+paris+078.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="275" src="http://3.bp.blogspot.com/-GgLGvyxyBYE/Tcw_LZUQSMI/AAAAAAAADtg/PsM7txJDmKs/s400/5+2011.03.26+paris+078.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="color: windowtext; font-family: Arial;"&gt;Fica na Rue de Varenne, 79, em Paris (&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span lang="FR" style="color: windowtext; font-family: Arial; mso-ansi-language: FR;"&gt;&lt;a href="http://www.musee-rodin.fr/"&gt;&lt;span lang="PT" style="color: windowtext; mso-ansi-language: PT;"&gt;www.musee-rodin.fr&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="color: windowtext; font-family: Arial;"&gt;). Muito próximo, fica a estação de metro de Varenne, na linha 13. O museu está aberto de terça a domingo, das 10h00 às 17h45. A entrada custa 6 euros, para maiores de 18 anos (há uma interessante possibilidade de bilhete combinado com o Museu de Orsay).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-W9H-lvPk8cY/Tcw_SeTYyZI/AAAAAAAADtk/knTlMTZLv80/s1600/6+2011.03.26+paris+071.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://4.bp.blogspot.com/-W9H-lvPk8cY/Tcw_SeTYyZI/AAAAAAAADtk/knTlMTZLv80/s400/6+2011.03.26+paris+071.JPG" width="300" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-6693058737310788617?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/6693058737310788617/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=6693058737310788617&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/6693058737310788617'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/6693058737310788617'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/05/museu-rodin-paris.html' title='Museu Rodin, Paris'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-bnxqFAQcxIw/Tcw-t7hIaNI/AAAAAAAADtQ/y1XFZWFjK7c/s72-c/1+2011.03.26+paris+053.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-2343413257712577000</id><published>2011-05-12T00:05:00.003+01:00</published><updated>2011-05-13T23:05:36.652+01:00</updated><title type='text'>Os mercados de Istambul, Turquia</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="border: currentColor; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-73g5UYjFsIk/TXq5EjOEciI/AAAAAAAADp4/Kk3hvNPw2Is/s1600/1.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="291" q6="true" src="https://lh5.googleusercontent.com/-73g5UYjFsIk/TXq5EjOEciI/AAAAAAAADp4/Kk3hvNPw2Is/s400/1.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial;"&gt;Todos os guias turísticos sublinham, por ser emblemático, como um dos mais importantes ícones de Istambul, o Grande Bazar – o Kapali Çarsi, em turco. Diz-se ser o maior e mais antigo bazar do mundo, já que foi fundado no século XVI pelo sultão Mehmet II – ao que parece, a ideia subjacente era a de fazer dele o núcleo comercial mais importante do império turco. Com esse intuito, foram incluídas no bazar, além das lojas, cafés, armazéns, mesquitas, banhos e alojamentos para viajantes (os &lt;em&gt;caravansarai&lt;/em&gt;).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border: currentColor; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-YZr_eDy27kc/TXq5IeGckmI/AAAAAAAADp8/tcIqkQm4LIc/s1600/2.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="237" q6="true" src="https://lh4.googleusercontent.com/-YZr_eDy27kc/TXq5IeGckmI/AAAAAAAADp8/tcIqkQm4LIc/s400/2.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border: currentColor; clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;Ainda actualmente o Grande Bazar tem cerca de 60 ruas cobertas, todas elas com lojas – que se estima serem cerca de 4500, ocupando uma área total de mais de 300 mil metros! Esta dimensão, dos números, impressionou o viajante ainda antes de chegar. Depois, marcou-o a complexidade das ruas cobertas – complexidade que não se identifica com confusão; e marcou-o também a ordem do comércio, manifestada por exemplo na existência de ruas especializadas: embora hoje em dia as “especialidades” estejam muito mitigadas continuam a ser bem identificáveis nalguns casos, como por exemplo o da Rua dos Joalheiros. Actualmente, o Grande Bazar é mais atracção turística do que centro comercial para a população local.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-MoKgjMCfhzQ/TXq5MukXrhI/AAAAAAAADqA/SVSib0aQKtU/s1600/3.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="241" q6="true" src="https://lh4.googleusercontent.com/-MoKgjMCfhzQ/TXq5MukXrhI/AAAAAAAADqA/SVSib0aQKtU/s400/3.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial;"&gt;Ainda mais turístico é um outro bazar que, embora muito mais pequeno é também muito bonito. O Misir Çarsisi, ou Bazar Egípcio, também conhecido por Bazar das Especiarias, fica muito próximo da Ponte de Gálata e, ao contrário do Grande Bazar, tem acesso fácil e rápido. Talvez por isso seja quase em exclusivo destinado a turistas. Aquilo que se vende aqui é variado, mas especificamente do interesse de turistas: louças, couros, panos, latoaria, açafrão, pimentas, azeitonas ou queijo tradicional. Não deixa, em todo o caso, de ser pitoresco e colorido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-pxjSOzQEwFw/TXq5Pra7VNI/AAAAAAAADqE/LOcH2-GBic0/s1600/4.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="232" q6="true" src="https://lh4.googleusercontent.com/-pxjSOzQEwFw/TXq5Pra7VNI/AAAAAAAADqE/LOcH2-GBic0/s400/4.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial;"&gt;Porém, estes mercados “oficiais”, com nome e lugar marcado no mapa, não esgotam os locais de venda com perfil de mercado. Aliás, as ruas que envolvem quer um, quer o outro mercado têm elas mesmas mercados de rua muito mais genuínos. Na rua, em lojas abertas, com menos charme e sofisticação que nos mercados, vende-se de tudo: de jóias a materiais de construção, passando por roupa ou pequenos electrodomésticos. Aí sim, encontra-se a genuína alma comerciante turca e podem fazer-se bons negócios. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-dSRuve5CSzU/TXq5TrPjHRI/AAAAAAAADqI/mrOmIG1ERdE/s1600/5.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="252" q6="true" src="https://lh4.googleusercontent.com/-dSRuve5CSzU/TXq5TrPjHRI/AAAAAAAADqI/mrOmIG1ERdE/s400/5.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-2343413257712577000?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/2343413257712577000/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=2343413257712577000&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/2343413257712577000'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/2343413257712577000'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/05/os-mercados-de-istambul-turquia.html' title='Os mercados de Istambul, Turquia'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh5.googleusercontent.com/-73g5UYjFsIk/TXq5EjOEciI/AAAAAAAADp4/Kk3hvNPw2Is/s72-c/1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-2429913018956542871</id><published>2011-04-20T00:15:00.002+01:00</published><updated>2011-04-20T00:15:00.352+01:00</updated><title type='text'>Museu Egípcio, Cairo, Egipto</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-D-imR87gaQk/TVR_tXUXguI/AAAAAAAADnU/0F7doSV30Rk/s1600/1.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" height="300" src="http://1.bp.blogspot.com/-D-imR87gaQk/TVR_tXUXguI/AAAAAAAADnU/0F7doSV30Rk/s400/1.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-ansi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Quando, secretamente emocionado, o viajante viu ao vivo a máscara funerária de Tutankhamon, ocorreu-lhe que muito maior terá sido a emoção do arqueólogo americano Howard Carter quando a descobriu, no Vale dos Reis, em 1922. Sobretudo, porque esta máscara foi encontrada no seu lugar, intacta, na câmara funerária do próprio faraó, conjuntamente com um incomensurável tesouro e muitos outros objectos utilitários e de adorno. No Museu Egípcio do Cairo guardam-se 1700 peças provenientes do túmulo de Tutankhamon. Quanto à máscara, feita de 11 quilos de ouro e decorada com outros materiais preciosos é uma peça impressionante. É aquela a que é dado mais destaque em todo o Museu Egípcio. Anotou nela o viajante um olhar vago, quase distante e vazio. A cara retratada, supõe-se, é a do próprio faraó. Aliás, assim acontecia com todos os faraós: as máscaras retratavam o mais fielmente as suas caras, para que na outra vida as suas almas reconhecessem com facilidade os seus corpos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-yAeXx_cogX4/TVR_vWcjPAI/AAAAAAAADnY/AsZiFpoWHzs/s1600/2.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" height="400" src="http://4.bp.blogspot.com/-yAeXx_cogX4/TVR_vWcjPAI/AAAAAAAADnY/AsZiFpoWHzs/s400/2.JPG" width="300" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-ansi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;O Museu Egípcio fica em pleno centro do Cairo, muito próximo do Nilo, na Praça Midan Tahrir, onde no recente inverno milhares de pessoas se manifestaram até derrubar do poder o presidente da república de havia 30 anos. As autoridades planeiam transferi-lo muito em breve para um novo edifício, próximo de &lt;em&gt;Guiza&lt;/em&gt; (a que os portugueses chamam Gizé). Porém, sobre esta “brevidade”, qualquer habitante do Cairo esclarecerá que há mais de 10 anos que está para breve a transferência. Por isso, para já, este museu centenário, que abriu as portas em 1902 (e não parece ter tido, deste então, remodelações significativas), apresenta-se muito antiquado, com um estilo muito desajustado ao que se espera hoje em dia de um museu de prestígio internacional. Pareceu ao viajante um daqueles clássicos museus dos livros do Tintim, com muitas peças expostas em pedestais e outras tantas em armários de madeira, com portas envidraçadas. Muito poucas das peças expostas têm legendas ou estão identificadas. Os expositores estão em salas muito altas e desconfortáveis, pouco iluminadas, atulhadas de armários e caixas onde se acotovelam peças e mais peças. Dizem os guias que a colecção do museu inclui mais de 100.000 peças de arte egípcia, embora apenas estejam expostas 12 mil delas. Esta aparente desorganização contribui, seguramente, para o desaparecimento de algumas das peças ali guardadas, durante a revolução do início de 2011.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-535aq_f0jGw/TVR_xrt4JEI/AAAAAAAADnc/Xfyq3InitOY/s1600/3.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" height="388" src="http://1.bp.blogspot.com/-535aq_f0jGw/TVR_xrt4JEI/AAAAAAAADnc/Xfyq3InitOY/s400/3.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-ansi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Não obstante, o visitante gostou da visita do museu. Aqui encontrou o enorme colosso de Akenaton, o faraó que teve como esposa principal a rainha Nefertiti e o colosso de Amenhotep III (a que os portugueses chamam Amenófis). Também estão no museu as ricas estátuas de Rahotep e Nohet, príncipes do Egipto (Rahotep era irmão do faraó) e a fantástica estátua de Ka-Aper, conhecido pelos guias turísticos como “&lt;em&gt;o presidente da Câmara&lt;/em&gt;”. Esta estátua, do Império Antigo, em madeira, é notável pela expressão da sua face e pela profundidade do seu olhar: os seus olhos têm um contorno de cobre; a zona branca do olho é feita de quartzo e as córneas de cristal de pedra, transparente e perfurado, tendo sido recheado, no seu interior, com massa preta para imitar a “menina do olho”. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-K6KwS4fgVsI/TVR_0uxDwXI/AAAAAAAADng/ywfQCBW3ff4/s1600/4.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" height="300" src="http://2.bp.blogspot.com/-K6KwS4fgVsI/TVR_0uxDwXI/AAAAAAAADng/ywfQCBW3ff4/s400/4.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Por outro lado, a sala das múmias, é toda uma experiência, que provoca sentimentos muito difíceis de descrever. Estão expostas várias múmias, de outros tantos faraós, em estado de conservação fantástico, para a idade. Na prática, são todos eles cadáveres com mais de 3000 anos. É notável a complexa técnica de embalsamamento, desenvolvida pelos antigos egípcios, que permitiu que estes faraós “sobrevivessem”, embora mortos, durante três milénios. Talvez a mais impressionante delas seja a múmia de Ramsés II, que foi descoberta no fim do século XIX.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O Museu Egípcio está aberto das 9 às 18 horas, mas os guardas gostam de antecipar o cumprimento do horário do encerramento, expulsado os visitantes, bastante antes da hora do fecho. O bilhete custa 60 libras egípcias, mas a visita da sala das múmias reais exige um bilhete adicional de mais 100 libras – cerca de 12 euros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-2429913018956542871?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/2429913018956542871/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=2429913018956542871&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/2429913018956542871'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/2429913018956542871'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/04/museu-egipcio-cairo-egipto.html' title='Museu Egípcio, Cairo, Egipto'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-D-imR87gaQk/TVR_tXUXguI/AAAAAAAADnU/0F7doSV30Rk/s72-c/1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-208487995321962047</id><published>2011-04-19T23:07:00.002+01:00</published><updated>2011-04-19T23:07:00.831+01:00</updated><title type='text'>Raval, Barcelona</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-XaudFB1DVzI/TaN7_tCXcgI/AAAAAAAADsI/xMcjQ2u7Axk/s1600/pilota.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="203" r6="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-XaudFB1DVzI/TaN7_tCXcgI/AAAAAAAADsI/xMcjQ2u7Axk/s320/pilota.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Pode ser verdade que o português seja uma língua traiçoeira. Mas o catalão não o é menos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-208487995321962047?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/208487995321962047/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=208487995321962047&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/208487995321962047'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/208487995321962047'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/04/raval-barcelona.html' title='Raval, Barcelona'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-XaudFB1DVzI/TaN7_tCXcgI/AAAAAAAADsI/xMcjQ2u7Axk/s72-c/pilota.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-6198215380937696955</id><published>2011-04-10T09:48:00.001+01:00</published><updated>2011-04-10T09:48:00.447+01:00</updated><title type='text'>Florença, Itália</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-0wZV7DB-Gco/TZ167LRfPBI/AAAAAAAADrg/PzNIrKsLM-E/s1600/1+xl.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="316" r6="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-0wZV7DB-Gco/TZ167LRfPBI/AAAAAAAADrg/PzNIrKsLM-E/s640/1+xl.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;De Florença tinha o viajante a ideia de ser a cidade onde floriu em todo o seu esplendor o génio artístico italiano, entre os séculos XIII e XVI, dando origem ao período histórico que ficou conhecido como Renascimento. Desde essa altura que passou a ser uma das capitais do mundo da arte, sendo ainda hoje a cidade que mais guarda a herança renascentista. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No Renascimento, a cultura e as artes libertaram-se do peso das trevas medievais e abriram-se ao mundo, cultivando a abertura de espírito, que permitiu a criatividade e deu origem a grandes avanços técnicos e científicos. É dessa altura a pretensão do saber universal: cada homem de cultura deveria também ser de ciência e de técnica e de artes e de literatura.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Qh_1vR1ix7w/TZ16-5tZq7I/AAAAAAAADrk/zL3CZDs3rV0/s1600/2.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="272" r6="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-Qh_1vR1ix7w/TZ16-5tZq7I/AAAAAAAADrk/zL3CZDs3rV0/s400/2.JPG" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;Em legado deste período, a grande casa dos Médici, os mecenas mais proeminentes da história de Florença (Lourenço de Médici terá sido o modelo do “Príncipe” de Maquiavel), acabou por ser herdada pelos duques de Lorena, que a passaram a Napoleão no início do século XVIII. Talvez por isso, quando Itália se unificou como reino, Florença foi sua capital, entre 1865 e 1870.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Foi nesta cidade que surgiu o génio de Dante Alighieri, mas também foi aqui que viveram Giotto, Botticelli, Fra Angélico, Petrarca ou Maquiavel. Por aqui se revelaram também Miguel Ângelo e Leonardo da Vinci.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" r6="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-b3A02i9ADXw/TZ17CSnVEBI/AAAAAAAADro/POq6udv4IGg/s320/3.JPG" width="232" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;Na visita à cidade, o “Duomo”, esmagou o viajante, pela sua imponência. Pela elegância. Pela originalidade. Esta Catedral ou “Duomo Santa Maria del Fiore” é a 4ª maior igreja da cristandade, depois de São Pedro, em Roma, São Paulo, de Londres e da Catedral de Milão. Foi construída entre 1334 e 1360, planeada por Giotto (Giotto di Bondone) Está marcada pela geometria da sua decoração.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Subiu o viajante à sua cúpula, depois de esperar numa enorme fila que demorou 40 minutos. Mas valeu a pena. Os seus 463 degraus íngremes, por escadas e túneis, dão acesso a um varandim a meio da abóbada. Nesta abóbada foi pintada uma fantástica representação do juízo final. Diz-se que esta abóbada, da autoria de Brunelleschi, é a maior cúpula do mundo. O viajante achou-a avassaladora.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" r6="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-kWmoMGCdBNk/TZ17GVBZFPI/AAAAAAAADrs/urMSirG89bk/s400/4.JPG" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;Mas ainda mais avassaladora achou a recompensa no topo da subida: uma paisagem de cortar a pouca respiração que ainda lhe sobrou depois da subida. Do topo da cúpula vê-se toda Florença: as igrejas, os palácios e a harmonia da cidade, das ruas e da malha urbana.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em frente, a torre sineira da catedral, ou “Campanile” tem 85 metros de altura (a altura de em edifício de quase 30 andares…). É igualmente construída em mármore branco, com listas verdes escuras.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-YuomfBMFF0M/TZ17Ke4rDkI/AAAAAAAADrw/-JetGuQU1vY/s1600/5+xl.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="480" r6="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-YuomfBMFF0M/TZ17Ke4rDkI/AAAAAAAADrw/-JetGuQU1vY/s640/5+xl.JPG" width="640" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Porém, Florença é muito rica em memórias arquitectónicas e inevitavelmente a memória do viajante recupera outras imagens; a Piazza della Signoria, com o Palazzo Vecchio e a estátua de David, de Miguel Ângelo é um dos mais impressivos. Esta gigantesca estátua do modelo renascentista é uma cópia da original, que está na Galeria da Academia. Ao lado, a Galeria dos Uffizi, na altura em remodelação, um dos mais famosos museus do mundo, é tido como o maior museu de Itália. Foi fundada no século XVI, por Francisco de Medici, que aliás era o dono das suas primeiras colecções. Guarda a maior colecção do mundo de arte renascentista.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-jr0Pz2goGko/TZ17P8jZ2OI/AAAAAAAADr0/9pnHgqCVSFw/s1600/6.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="300" r6="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-jr0Pz2goGko/TZ17P8jZ2OI/AAAAAAAADr0/9pnHgqCVSFw/s400/6.JPG" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;Por sua vez, a ponte Vecchio, a emblemática ponte sobre o rio Arno, com origem no século XIV, é um dos mais conhecidos ícones de Florença. Ainda agora cheia de lojas – actualmente, são sobretudo joalharias, mas na idade média havia aqui lojas de pescadores, carniceiros e artesãos de couro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Outros há, como a igreja de Santa Maria Novella, ou a de Santa Croce, onde estão as sepulturas de Miguel Ângelo, Galileo Galilei e Maquiavel. Mas o viajante preferiu – e considerou mesmo essencial -, a vista ao miradouro da Piazzale Michelangiolo, a caminho de S.Miniato al Monte, de onde se tem uma vista fantástica sobre a cidade. Pode subir-se a pé, embora a encosta seja inclinada. Desde o rio Arno, a subida poderá demorar talvez 15 minutos, por escadarias fáceis, mas íngremes. Mas a vista, sobretudo ao pôr-do-sol, é lindíssima e vale bem a pena. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-mpVjNL93bmA/TZ17URzde-I/AAAAAAAADr4/XPaAXz852Vw/s1600/7+xl.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="302" r6="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-mpVjNL93bmA/TZ17URzde-I/AAAAAAAADr4/XPaAXz852Vw/s640/7+xl.JPG" width="640" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;Florença deixou na memória do viajante&amp;nbsp;uma enorme quantidade de palácios e palacetes, de origem medieval ou renascença, a bordejar ruas estreitas. E também as impressionantes avalanches de turistas, sobretudo&amp;nbsp;asiáticos. Mas à margem desta sensação de parque temático, recorda o viajante que, ao lado da Ponte Vecchio, comeu o melhor gelado de toda a sua vida, de banana e frutos do bosque (duas bolas por 9 €…).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Florença é uma cidade de acesso difícil: o seu aeroporto tem muito poucos voos. É por isso mais confortável utilizar Bolonha, que tem voos diários de Lisboa, com a TAP e depois fazer a ligação de comboio (de cerca de uma hora).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-m1ALpcoP27o/TZ17YMnANxI/AAAAAAAADr8/5ODLQH1H-Ck/s1600/8.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="300" r6="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-m1ALpcoP27o/TZ17YMnANxI/AAAAAAAADr8/5ODLQH1H-Ck/s400/8.JPG" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-6198215380937696955?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/6198215380937696955/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=6198215380937696955&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/6198215380937696955'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/6198215380937696955'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/04/florenca-italia.html' title='Florença, Itália'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-0wZV7DB-Gco/TZ167LRfPBI/AAAAAAAADrg/PzNIrKsLM-E/s72-c/1+xl.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-112127625838476986</id><published>2011-04-08T18:32:00.001+01:00</published><updated>2011-04-08T18:32:00.465+01:00</updated><title type='text'>Parque Nacional de Ordesa e Monte Perdido, Pirenéus, Espanha</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial;"&gt;Ordesa e Monte Perdido, em Aragão, são duas referências míticas para os montanhistas dos Pirenéus. Talvez pela paisagem majestosa e inóspita. Ou então por ser uma das zonas de montanha melhor preservadas da superpovoada Europa. Por ali, as montanhas são recortadas e altivas, com pendentes escarpadas e íngremes; abundam densos e frondosos bosques de coníferas, faias e bétulas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/488/172/1600/ordesa51.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="432" src="http://photos1.blogger.com/blogger/488/172/400/ordesa51.jpg" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Entrou o viajante na montanha por Torla, povoado de postal ilustrado, a mais de mil metros de altitude, de casario de xisto cinzento, a contrastar com os picos verdes e brancos dos Pirenéus, ao fundo. A entrada para o Parque Nacional pode igualmente fazer-se por Añisclo, Escuaín ou Pineta. Mas Torla é a entrada mais popular e mais concorrida, por ser a que tem mais infra-estruturas de apoio; desde logo, a estrada de acesso, a partir de Jaca, a um pouco mais de 50 km, é óptima.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Torla tem uma arquitectura típica de montanha – casas de pedra, com pequenas aberturas, cobertas de telhados de xisto. No meio, sobressai a igreja do século XVI, com a sua elegante torre. A terriola está cheia de lojas, bares, restaurantes e hotéis baratos. Nas suas ruas circulam turistas, que se preparam para subir a montanha, ou acabaram de vir de lá. Aliás, a economia local vive disso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/488/172/1600/ordesa4.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="436" src="http://photos1.blogger.com/blogger/488/172/400/ordesa4.jpg" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Este ambiente faz de Torla uma boa base para preparar a expedição à montanha e, em particular, ao vale de Ordesa, vale glaciário com paredes rochosas de 400 metros de altura, que constitui o coração do Parque Nacional de Ordesa e Monte Perdido. É também de Torla que partem os autocarros oficiais autorizados a passar a &lt;em&gt;Puente de los Navarros&lt;/em&gt; e a atingir o parque de estacionamento de &lt;em&gt;La Pradera&lt;/em&gt;, junto do Rio Arazas (a 3 km de Torla), de acesso condicionado no verão – é mesmo proibido o trânsito a veículos privados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Daqui, só se pode prosseguir a pé. Fez o viajante seu o objectivo da generalidade dos turistas que por aqui vêm: o Circo de Soaso, no topo do vale, para onde se despenha a famosa queda de água da &lt;em&gt;Cola de Caballo&lt;/em&gt;, ou Cauda do Cavalo. Mas optou por percorrer a &lt;em&gt;Senda de los Cazadores&lt;/em&gt;, uma forte pendente de 2 quilómetros de subida íngreme, de partir as pernas mais duras. Este sendeiro, que levou duas horas bem contadas a vencer, conduz ao topo de uma das paredes laterais deste vale glaciário. Daqui em diante, o percurso até ao coração do vale é muito mais fácil e passa por miradouros de cortar a respiração – só eles valeram o esforço da subida e até mesmo a expedição.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/488/172/1600/ordesa3r.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="425" src="http://photos1.blogger.com/blogger/488/172/400/ordesa3r.jpg" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O Circo de Soaso, no topo do vale, a 1700 metros de altitude, é um enorme anfiteatro despido, de paredes muito verticais, de onde cai a cascata da &lt;em&gt;Cola del Caballo&lt;/em&gt;. A sua água vem das vertentes do Monte Perdido e alimenta, mais abaixo, no curso do Rio Arazas, as Gradas de Soaso, uma sucessão de plataformas na rocha do leito do rio, em degraus, pelas quais corre o Arazas formando cascatas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Levou o viajante cerca de seis horas a atingir o Circo de Soaso e a regressar à base, em &lt;em&gt;La Pradera&lt;/em&gt;. Mas o regresso foi muito mais rápido, pelo caminho dos turistas, ao longo do rio: é um caminho do tipo florestal, largo, com muitos caminhantes. Desta caminhada acessível, guardou na memória paisagens deslumbrantes, de montanha selvagem e majestosa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O Parque Nacional de Ordesa e Monte Perdido foi criado em 1912 e ampliado em 1982 e atrai anualmente milhares de turistas. Fica na Comunidade de Aragão, em Espanha. Por estrada, dista de Lisboa cerca de 1200 quilómetros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-112127625838476986?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/112127625838476986/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=112127625838476986&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/112127625838476986'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/112127625838476986'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2005/12/parque-nacional-de-ordesa-espanha.html' title='Parque Nacional de Ordesa e Monte Perdido, Pirenéus, Espanha'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-3578379776903550730</id><published>2011-04-05T00:09:00.000+01:00</published><updated>2011-04-05T00:09:00.268+01:00</updated><title type='text'>Ilha Maurício, para além das praias</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TTzDajSUtBI/AAAAAAAADjs/XNYPCye_EwM/s1600/1.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="480" s5="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TTzDajSUtBI/AAAAAAAADjs/XNYPCye_EwM/s640/1.JPG" width="640" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Quem procura a Ilha Maurício como destino de férias pensa sobretudo em sol e praias de água verde-esmeralda e de areia branca. Assim fazem as centenas de turistas que diariamente aqui são despejados pelos aviões provenientes da Europa (Paris, sobretudo e, um pouco menos, Londres).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No entanto, para além da praia, a Maurício suscita também interesse aos viajantes pelas curiosidades naturais, próprias de uma ilha vulcânica, espalhadas sobretudo pela sua zona sul.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TTzDctRIY4I/AAAAAAAADjw/nyfxi5EB05w/s1600/2.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="258" s5="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TTzDctRIY4I/AAAAAAAADjw/nyfxi5EB05w/s640/2.JPG" width="640" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow'; mso-ansi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Com efeito, por ser uma ilha vulcânica, é possível ver na Ilha Maurício crateras de vulcões extintos muito bem preservadas, onde agora surgiram lagos. Uma delas é próxima de Curepipe, no planalto central da ilha e é conhecida como Trou-aux-cerfs. É uma cratera de cerca de um quilómetro de diâmetro e cerca de cem metros de profundidade. O seu cone eleva-se acima do planalto e a visita vale tanto pelas vistas panorâmicas sobre a ilha como pelo fenómeno em si mesmo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TTzDgv6KJGI/AAAAAAAADj0/xda1y55fMaA/s1600/3.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="300" s5="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TTzDgv6KJGI/AAAAAAAADj0/xda1y55fMaA/s400/3.JPG" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;Mais impressionante, pode ser a visita ao lago de Grand Bassin. É também um cone de vulcão extinto, bastante maior e menos regular. Tem porém o atractivo adicional de ser considerado um lago santo para os hindus da ilha, que aqui vêm em procissão, a partir de toda a ilha, no início do mês de Fevereiro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Este lago fica na zona sul da ilha e para se visitar tem que ir-se de carro. Não distante dele, fica o Black River Gorges National Park, a única área protegida na ilha, que tem como objectivo preservar os ecossistemas das gargantas da Riviére Noire, ou Black River. Nesta zona ainda há vegetação nativa da Maurício – de uma riqueza enorme, já que se estima em um terço a percentagem das espécies que são endémicas da ilha e não existem em nenhuma outra paragem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TTzDjaKXX6I/AAAAAAAADj4/oNv2OW5hM3c/s1600/44.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="300" s5="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TTzDjaKXX6I/AAAAAAAADj4/oNv2OW5hM3c/s400/44.JPG" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow'; mso-ansi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Achou o viajante fantástica esta floresta tropical de altitude, com espécies muito específicas. Recorda, entre outras, a “árvore do papel”, assim chamada porque o seu tronco é composto por macias e finas camadas vegetais, que podem ir-se descascando em “folhas”, como se fossem de papel. Ou a “palmeira dos viajantes”, em forma de leque, assim chamada porque as suas grossas palmas estão cheias de água, que pode beber-se – basta fazer-lhe um furo em qualquer lado para dela jorrar um esguicho de água que pode beber-se. Ou ainda uma espantosa planta arbustiva cujo nome não conseguiu o viajante apurar (o motorista de táxi não sabia…) que reage ao toque nas suas folhas, encolhendo-se!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TTzDngrFvsI/AAAAAAAADj8/fFy_NCjBGm4/s1600/5.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="300" s5="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TTzDngrFvsI/AAAAAAAADj8/fFy_NCjBGm4/s400/5.JPG" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;Nesta zona, do rio Negro, os turistas costumam ser levados às cascatas e a uma curiosidade natural conhecida como a terra colorida. Esta última é um fenómeno geológico curioso: o basalto da lava vulcânica, submetido a arrefecimento súbito pela acção da água fria, deu origem a segmentos de terra de diferentes cores, que variam do ocre até ao vermelho escuro. Este fenómeno fica em terrenos privados, no meio de plantações de cana-de-açúcar e a entrada é paga. Tem porém acesso muito fácil e o caminho está bem sinalizado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Próximo, fica a cascata de Chamarel, com mais de 80 metros de queda, num entorno fantástico. Melhor ainda que o da a cascata da Riviére Noire.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Qualquer destes três destinos é muito concorrido por turistas, que aqui são despejados por autocarros. No entanto, em alternativa à praia, são pontos de passagem obrigatórios na ilha.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TTzDqY5ho_I/AAAAAAAADkA/VSPV80xSS-M/s1600/6.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="300" s5="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TTzDqY5ho_I/AAAAAAAADkA/VSPV80xSS-M/s400/6.JPG" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-3578379776903550730?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/3578379776903550730/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=3578379776903550730&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/3578379776903550730'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/3578379776903550730'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/04/ilha-mauricio-para-alem-das-praias.html' title='Ilha Maurício, para além das praias'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TTzDajSUtBI/AAAAAAAADjs/XNYPCye_EwM/s72-c/1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-3996212134939283291</id><published>2011-03-28T23:42:00.003+01:00</published><updated>2011-03-29T08:02:39.501+01:00</updated><title type='text'>As Igrejas de Kiev, Ucrânia</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-FZ_JHd108uM/TVR35al6e_I/AAAAAAAADmg/JlD3nO7z2aw/s1600/kiev+1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" height="271" src="http://4.bp.blogspot.com/-FZ_JHd108uM/TVR35al6e_I/AAAAAAAADmg/JlD3nO7z2aw/s400/kiev+1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Antes de a conhecer, Kiev, capital da Ucrânia, era para o viajante um destino enevoado, de onde se sabia virem futebolistas (da escola do Dínamo) e qualificadíssimos profissionais de variadíssimos ramos, destinados em Portugal a trabalhar na construção civil. Descobriu, porém, o viajante, que este pobre cliché é imerecido e injusto. Entre vários outros interesses, Kiev vale a pena pelas igrejas. Na cidade encontram-se inúmeras igrejas ortodoxas, de cúpulas douradas e aspecto místico.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;De entre elas merecem destaque as do &lt;/span&gt;&lt;a href="http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2009/12/mosteiro-de-kyiv-pechersk-lavra-kiev.html"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mosteiro de Pechersk-Lavra&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;só por si justificativas de uma viagem à capital da Ucrânia. Mas além dele, pareceu ao viajante que, claramente, merecem visita a igreja do Mosteiro de São Miguel e o conjunto de Santa Sofia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-COkOYwes_DM/TVR37szcixI/AAAAAAAADmk/rd2O65hVqsU/s1600/2009.10.07+kiev+2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" height="300" src="http://2.bp.blogspot.com/-COkOYwes_DM/TVR37szcixI/AAAAAAAADmk/rd2O65hVqsU/s400/2009.10.07+kiev+2.jpg" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="mso-ansi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Quanto ao Mosteiro de São Miguel, é uma igreja nova, em estilo antigo, que foi destruída durante o regime comunista soviético e veio a ser reconstruída após a respectiva queda e a recuperação da independência da Ucrânia. Quando o viajante visitou o recinto do mosteiro, pareceu-lhe respirar um ambiente espiritual pouco usual numa cidade desta dimensão. Esta igreja e mosteiro ficam no centro da cidade, no parque ajardinado sobranceiro ao rio.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/--8MLXjr4MAQ/TVR39zjDv7I/AAAAAAAADmo/9cxy36aE_a0/s1600/2009.10.07+kiev+3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" height="300" src="http://3.bp.blogspot.com/--8MLXjr4MAQ/TVR39zjDv7I/AAAAAAAADmo/9cxy36aE_a0/s400/2009.10.07+kiev+3.jpg" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;A Catedral de Santa Sofia, igualmente no centro da cidade, é um dos pontos altos e incontornáveis na visita à cidade. Tanto, que mereceu da Unesco a classificação como património da humanidade, em 1990. É a mais antiga igreja da cidade. Foi fundada em 1037, para comemorar a vitória do reino de Kyivan Rus, antecessora da Ucrânia moderna, sobre tribos nómadas asiáticas e para assim glorificar a cristandade. Copiou o nome (Santa Sofia, ou Santa Sabedoria), da catedral homónima em Istambul.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O que actualmente pode visitar-se é um santuário de 13 cúpulas, resultando da evolução da antiga igreja, e que veio a tornar-se um local de oração especial para os kievitas, bem como local de cultura e o centro político da cidade. Aqui foi instalada a primeira escola e a primeira biblioteca de Kiev. O interior é rico em frescos e mosaicos. Domina o conjunto uma fantástica torre sineira de mais de 70 metros de altura, erigida no século XVIII, em estilo barroco.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-W59-PPlmus0/TVR4Af1nHQI/AAAAAAAADms/n64Wl_eE18s/s1600/2009.10.07+kiev+4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" height="300" src="http://4.bp.blogspot.com/-W59-PPlmus0/TVR4Af1nHQI/AAAAAAAADms/n64Wl_eE18s/s400/2009.10.07+kiev+4.jpg" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="mso-ansi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;As entradas no recinto, na igreja e no museu anexo são pagas. O museu está aberto diariamente, das 9 às 19 horas. A igreja pode visitar-se das 10 às 17:30.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-kn_EpA__FVw/TXa7Ke9oDOI/AAAAAAAADpQ/9zr6eEu0zfI/s1600/2011.03.04+kiev+048.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="293" q6="true" src="https://lh4.googleusercontent.com/-kn_EpA__FVw/TXa7Ke9oDOI/AAAAAAAADpQ/9zr6eEu0zfI/s400/2011.03.04+kiev+048.JPG" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-3996212134939283291?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/3996212134939283291/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=3996212134939283291&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/3996212134939283291'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/3996212134939283291'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/03/as-igrejas-de-kiev-ucrania.html' title='As Igrejas de Kiev, Ucrânia'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-FZ_JHd108uM/TVR35al6e_I/AAAAAAAADmg/JlD3nO7z2aw/s72-c/kiev+1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-5541206815378617205</id><published>2011-03-20T23:58:00.002Z</published><updated>2011-03-20T23:58:00.313Z</updated><title type='text'>Glaciar Perito Moreno, Patagónia, Argentina</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Xrhi6UzwEGU/TVR71Gk4z_I/AAAAAAAADm4/WXHKjPdK_Ig/s1600/1XLl2010.10.16+argentina+240.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" height="274" src="http://1.bp.blogspot.com/-Xrhi6UzwEGU/TVR71Gk4z_I/AAAAAAAADm4/WXHKjPdK_Ig/s640/1XLl2010.10.16+argentina+240.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Poucos fenómenos naturais impressionaram tanto o viajante como o glaciar Perito Moreno, na descida da cordilheira dos Andes para as estepes da Patagónia argentina. Ficou o viajante com a memória bem marcada pelas variações dos matizes azuis do gelo, mais ou menos intensos consoante o ângulo em que lhe dá a luz do sol. Mas também pela grandeza da mole gelada e pelo súbito ruído surdo, a esmagar o silêncio, dos pedaços de gelo que, de quando em quando, se vão destacando das paredes frontais do glaciar e mergulham nas águas geladas do Lago Argentino.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-RkNhpIO6N18/TVR73znEGlI/AAAAAAAADm8/IcXR6IkU-XM/s1600/2L2010.10.16+argentina+357.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" height="238" src="http://2.bp.blogspot.com/-RkNhpIO6N18/TVR73znEGlI/AAAAAAAADm8/IcXR6IkU-XM/s400/2L2010.10.16+argentina+357.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Este glaciar integra o “&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Parque Nacional de los Glaciares&lt;/i&gt;”, classificado como património mundial da Unesco desde 1981. O parque tem este estatuto desde 1971, mas já era área protegida desde 1937. Integra 47 glaciares, numa enorme área de &lt;metricconverter productid="7240 quil�metros" w:st="on"&gt;7240 quilómetros&lt;/metricconverter&gt; quadrados (sensivelmente a mesma área do distrito de Évora, segundo maior distrito português, que tem &lt;metricconverter productid="7393ﾠquil�metros" w:st="on"&gt;7393&amp;nbsp;quilómetros&lt;/metricconverter&gt; quadrados). Fica a três mil quilómetros a sul de Buenos Aires, na enorme província de Santa Cruz, um dos estados que integram a estrutura federal da República Argentina.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-xpsMMDkyeVo/TVR79LGGvOI/AAAAAAAADnA/wCNOUJe-P3s/s1600/3L2010.10.16+argentina+378.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" height="300" src="http://2.bp.blogspot.com/-xpsMMDkyeVo/TVR79LGGvOI/AAAAAAAADnA/wCNOUJe-P3s/s400/3L2010.10.16+argentina+378.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Reteve o viajante que os glaciares da região formam o chamado campo de gelo da Patagónia do Sul, que é considerada a terceira maior massa de gelo do globo, a seguir à Antárctida e à Groenlândia (os campos de gelo têm, no seu conjunto, 14 mil quilómetros quadrados). O glaciar Perito Moreno é o mais acessível. Próximo, ficam o glaciar Upsala e o glaciar Viedma, que são maiores mas mais longínquos. E também, dizem os locais, menos espectaculares. Além da mole de gelo branco azulado, o especial atractivo do Perito Moreno está na circunstância de atravessar um lago a meio, dando assim origem a dois quando o gelo avança até atingir a outra margem. Nessa altura, por efeito dos rios que alimentam o lago, as águas de um dos lados sobem bastante mais, exercendo pressão sobre o gelo, que acaba por ceder e rebentar, criando&amp;nbsp;fendas no glaciar e formando rios subterrâneos que, pouco tempo depois, fazem despedaçar o glaciar. Este fenómeno tem ocorrido duas ou três vezes por década, consoante o rigor dos invernos e o calor do degelo, no verão austral.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-kA6LtpPqiog/TVR8Af3c4JI/AAAAAAAADnE/WFhwX6frQnU/s1600/4L2010.10.16+argentina+296.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" height="227" src="http://4.bp.blogspot.com/-kA6LtpPqiog/TVR8Af3c4JI/AAAAAAAADnE/WFhwX6frQnU/s400/4L2010.10.16+argentina+296.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Todas estas águas alimentam o gélido lago Argentino, o maior do país. Ficou o viajante impressionado por ver ali a boiar pedaços de glaciar, verdadeiros &lt;em&gt;icebergs&lt;/em&gt;, de cor azulada. Como os outros lagos da região, o Argentino é o resultado do degelo, no final das glaciações: os glaciares desceram da cordilheira dos Andes e escavaram os típicos vales em forma de U, deixando atrás deles fundas depressões, que se encheram de água formando inúmeros lagos, geralmente de forma alongada. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-yqzy7D-iohk/TVR8DvuonUI/AAAAAAAADnI/DGX6gZTcq1c/s1600/5L2010.10.16+argentina+249.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" height="378" src="http://2.bp.blogspot.com/-yqzy7D-iohk/TVR8DvuonUI/AAAAAAAADnI/DGX6gZTcq1c/s640/5L2010.10.16+argentina+249.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O Glaciar Perito Moreno mede &lt;metricconverter productid="31 quil�metros" w:st="on"&gt;31 quilómetros&lt;/metricconverter&gt; de comprimento, por 4 de largura – diz-se que forma uma área do tamanho da cidade de Buenos Aires. A forma mais fácil de o visitar é fazer o passeio de barco, que parte da chamada península de Magalhães, que fica na outra margem do lago, mesmo em frente. Há cinco a seis passeios por dia, que duram uma hora. O bilhete compra-se na entrada para o barco. Mas também há visitas a pé: há programas de um dia inteiro, de &lt;em&gt;trekking&lt;/em&gt; sobre o próprio glaciar. Supõem sair de manhã cedo, apanhar um barquito para a base do glaciar e caminhar sobre o gelo um par de horas, antes de voltar. Para os mais comodistas, é sempre possível ver o glaciar de longe, percorrendo passadiços de madeira instalados em degraus no morro fronteiro ao glaciar, na península de Magalhães, mesmo em frente do &lt;em&gt;Canal de Los Témpanos&lt;/em&gt; (nome local para &lt;em&gt;iceberg&lt;/em&gt;).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-LUoBjHJn0b8/TVR8HI4Hd9I/AAAAAAAADnM/7Kw0vbKbWgs/s1600/6L2010.10.16+argentina+309.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" height="300" src="http://1.bp.blogspot.com/-LUoBjHJn0b8/TVR8HI4Hd9I/AAAAAAAADnM/7Kw0vbKbWgs/s400/6L2010.10.16+argentina+309.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;O glaciar fica a 80 quilómetros de El Calafate, em estrada boa, sempre asfaltada. Se se optar por não usar os autocarros de excursão, que saem de manhã cedo, pode sempre contratar-se transporte individual, de carro – neste caso, a viagem durará uma hora para cada lado, por paisagem fantástica, de estepe e montanhas geladas e custará 450 pesos argentinos (cerca de 80 euros). A entrada na zona do “&lt;em&gt;Parque Nacional de los Glaciares&lt;/em&gt;” é paga (75 pesos, cerca de 14 euros). &lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-t1eawne3ZuA/TVR8Kn8Z7XI/AAAAAAAADnQ/tiF673QHLm8/s1600/7L2010.10.16+argentina+373.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" height="300" src="http://3.bp.blogspot.com/-t1eawne3ZuA/TVR8Kn8Z7XI/AAAAAAAADnQ/tiF673QHLm8/s400/7L2010.10.16+argentina+373.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;El Calafate é a cidade mais importante da região. Pode chegar-se lá, desde Buenos Aires, por avião (há três voos diários para cada lado). O aeroporto dista 20 quilómetros da cidade e na terra há muitos hotéis e restaurantes.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-5541206815378617205?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/5541206815378617205/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=5541206815378617205&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/5541206815378617205'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/5541206815378617205'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/03/glaciar-perito-moreno-patagonia.html' title='Glaciar Perito Moreno, Patagónia, Argentina'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-Xrhi6UzwEGU/TVR71Gk4z_I/AAAAAAAADm4/WXHKjPdK_Ig/s72-c/1XLl2010.10.16+argentina+240.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-2819896712947717973</id><published>2011-03-15T00:52:00.002Z</published><updated>2011-03-15T00:52:00.101Z</updated><title type='text'>Istambul, Turquia</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-gdydyg_yMPI/TXlypT2fFwI/AAAAAAAADpk/E26DzLAU6xQ/s1600/1.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" q6="true" src="https://lh6.googleusercontent.com/-gdydyg_yMPI/TXlypT2fFwI/AAAAAAAADpk/E26DzLAU6xQ/s400/1.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial;"&gt;Será um chavão dizer que Istambul é uma cidade europeia com um pé na Ásia. Ou então, talvez, que é uma cidade asiática que se instalou na pontinha oriental da Europa. Ou então, ainda, que é verdadeiramente o resultado de uma diluição centenária de culturas, umas nas outras. Para além dos clichés, dela ficou o viajante com a impressão de ser uma cidade única, com estrutura claramente europeia mas alma oriental: é uma metrópole de grandes avenidas e organização pensada, mas a sua imagem dominante – aquela que fica na retina e nas objectivas das máquinas fotográficas -, é a das lojas e bazares coloridos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/--Djnopx0Nak/TXlyxPsyRQI/AAAAAAAADpo/VfXGDNz0gs0/s1600/2.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="221" q6="true" src="https://lh4.googleusercontent.com/--Djnopx0Nak/TXlyxPsyRQI/AAAAAAAADpo/VfXGDNz0gs0/s400/2.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;Com este cadinho de histórias e civilizações, não consegue o viajante esclarecer no seu espírito qual é o sentimento essencial que lhe deixa Istambul. Recorda os palácios monumentais, em pedra bem trabalhada, sobretudo no bairro dito novo, construído a partir do século XIX na antiga colónia genovesa, em volta da Torre de Gálata. Mas também não esquece as vielas do bairro de Tahtakale, próximo de Eminonu e do Bazar Egípcio, em piso tosco, por onde ao fim do dia escorre a água das lojas que são lavadas à mangueirada. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh3.googleusercontent.com/-g3H1-2y_WEg/TXly3Fch31I/AAAAAAAADps/GVthNSERiN4/s1600/3.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="188" q6="true" src="https://lh3.googleusercontent.com/-g3H1-2y_WEg/TXly3Fch31I/AAAAAAAADps/GVthNSERiN4/s400/3.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial;"&gt;A enorme e moderna Praça Taksim poderia facilmente confundir-se com qualquer praça de qualquer país do sul ou do leste da Europa. Tem um ambiente desordenadamente cosmopolita, multicolor, com o ar cheio dos pregões dos vendedores ambulantes, de flores e castanhas assadas, sobretudo. Os transeuntes passam por aqui apressados, em direcção à Istiklal Caddesi, uma rua pedonal muito comercial, por onde circula um típico eléctrico, como os de Lisboa, sempre apinhado de gente. Este é o bairro de Beyoglu, onde ainda há imensas reminiscências do tempo em que Istambul era a capital da Turquia – aqui ficam ainda algumas antigas representações europeias (consulados antigos, ainda em funcionamento) e igrejas cristãs, de comunidades estrangeiras. É bem conhecido e representativo deste ambiente europeizado o Palácio Dolmabahçe, construído por ordem do sultão Abdul Mecit, em meados de mil e oitocentos. A obra foi tão cara e o resultado tão sumptuoso que quase levou o país à falência – e terá até precipitado os movimentos republicanos, que vieram a culminar com a instauração da república laica, nas primeiras décadas do século XX.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-HC2ntdsS4rg/TXly86lA-fI/AAAAAAAADpw/TfmP4t7Br6M/s1600/4.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="210" q6="true" src="https://lh5.googleusercontent.com/-HC2ntdsS4rg/TXly86lA-fI/AAAAAAAADpw/TfmP4t7Br6M/s400/4.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Na zona mais turística – o eixo que une os iconográficos monumentos conhecidos em todo o mundo (o Palácio Topkapi, a Mesquita Azul e a Santa Sofia) com o Grande Bazar, há mais turistas que turcos. Há restaurantes de néones coloridos, como no Algarve, na costa grega ou no sul de Espanha. Talvez sejam um pouco mais genuínos e talvez tenham um pouco mais de cor local.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Já no bairro que envolve a Mesquita de Süleymaniye, na descida para a Praça de Emïnonü e a Ponte de Gálata, o ambiente é asiático profundo, com estreitas vielas cheias de lojas para habitantes locais. Nesta zona onde não circulam estrangeiros, o ambiente parece o de uma aldeia grande – por vezes, a rua chega mesmo a ser de terra batida. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh3.googleusercontent.com/-_lYWbNxgVDg/TXlzDqtXSZI/AAAAAAAADp0/sM0O9NcvEYU/s1600/5.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="218" q6="true" src="https://lh3.googleusercontent.com/-_lYWbNxgVDg/TXlzDqtXSZI/AAAAAAAADp0/sM0O9NcvEYU/s400/5.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-2819896712947717973?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/2819896712947717973/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=2819896712947717973&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/2819896712947717973'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/2819896712947717973'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/03/istambul-turquia.html' title='Istambul, Turquia'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh6.googleusercontent.com/-gdydyg_yMPI/TXlypT2fFwI/AAAAAAAADpk/E26DzLAU6xQ/s72-c/1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-2741895928420759536</id><published>2011-03-10T23:33:00.001Z</published><updated>2011-03-10T23:33:00.356Z</updated><title type='text'>Museu Nacional de Antropologia, Cidade do México</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-9f5K5In86u8/TVR10CngP5I/AAAAAAAADmM/1K7qTHaAbi4/s1600/2010.08.27+m%25C3%25A9xico+1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" height="230" src="http://4.bp.blogspot.com/-9f5K5In86u8/TVR10CngP5I/AAAAAAAADmM/1K7qTHaAbi4/s400/2010.08.27+m%25C3%25A9xico+1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Poucas vezes um museu tem impressionado tanto o viajante, como o impressionou este maior museu da capital federal mexicana. Antes de mais, o edifício é grandioso, embora plano. Tem grandes espaços e grandes soluções de arquitectura. Admirou o viajante o grande pilar esculpido que serve de base de sustentação à fonte de água, em forma de guarda-chuva, que decora o pátio e suporta a pala central.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-tYbeDJcwSwY/TVR13P8KOVI/AAAAAAAADmQ/piFeX5Y4_8c/s1600/2010.08.27+m%25C3%25A9xico+2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" height="192" src="http://1.bp.blogspot.com/-tYbeDJcwSwY/TVR13P8KOVI/AAAAAAAADmQ/piFeX5Y4_8c/s400/2010.08.27+m%25C3%25A9xico+2.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;Porém, o que mais justifica a visita são as colecções. Não se conseguem ver todas de seguida, nem de uma única vez, porque o museu é enorme e as peças imensas. Para verdadeiramente apreciar o extensíssimo acervo do museu, devem seleccionar-se aquelas, de entre as 22 salas de exposição, que pretendem visitar-se. Numa visita rápida, de uma tarde, apenas teve o viajante oportunidade de passar pela sala de Teotihuacan, pela sala azteca ou &lt;em&gt;mexica&lt;/em&gt; e ainda pela sala maia. &lt;br /&gt;Na sala de Teotihuacan, estão dispostas peças originais retiradas daquela cidade e reproduções de frescos que ainda ali se encontram, bem como modelos que reproduzem a cidade. &lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-STodPEJEJcM/TVR16jGeMgI/AAAAAAAADmU/aJYTn75AiTA/s1600/2010.08.27+m%25C3%25A9xico+3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" height="270" src="http://3.bp.blogspot.com/-STodPEJEJcM/TVR16jGeMgI/AAAAAAAADmU/aJYTn75AiTA/s400/2010.08.27+m%25C3%25A9xico+3.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Na sala dedicada ao povo dos &lt;em&gt;mexica&lt;/em&gt;, também designados por aztecas, encontram-se imensas peças, a generalidade das quais encontradas no sub-solo da própria cidade do México, na zona do chamado Templo Maior. Recordou o viajante que o conquistador espanhol Hernán Cortez, ao deparar-se neste local com a capital azteca (de que deu conta à Coroa Espanhola como sendo uma cidade maior que qualquer cidade de Espanha) ordenou a sua destruição e sobre os seus escombros erigiu aquela que viria ser a capital da Nova Espanha. A estatuária é particularmente expressiva, nesta sala azteca. É imperdível a chamada pedra do sol, erradamente tida como sendo um calendário, durante décadas, mas hoje em dia pacificamente tida apenas como uma escultura destinada a homenagear o sol e, porventura, a nela serem feitos sacrifícios. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-9_m2ORNxxiE/TVR1-tHXyPI/AAAAAAAADmY/J9g1-qdW1Kw/s1600/2010.08.27+m%25C3%25A9xico+4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" height="480" src="http://1.bp.blogspot.com/-9_m2ORNxxiE/TVR1-tHXyPI/AAAAAAAADmY/J9g1-qdW1Kw/s640/2010.08.27+m%25C3%25A9xico+4.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;É igualmente impressionante, embora talvez menos, a estatuária da sala maia, onde anotou o viajante haver um dos raríssimos exemplares de escritos maias que ainda existem. De facto, logo após a conquista espanhola, os invasores destruíram todos os documentos escritos que encontraram, para assim poderem mais facilmente impor a sua cultura e a sua religião.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-bGkZqXjm_Tg/TVR2BVRfCuI/AAAAAAAADmc/-ZnOxS2K7dY/s1600/2010.08.27+m%25C3%25A9xico+5.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" height="400" src="http://3.bp.blogspot.com/-bGkZqXjm_Tg/TVR2BVRfCuI/AAAAAAAADmc/-ZnOxS2K7dY/s400/2010.08.27+m%25C3%25A9xico+5.jpg" width="323" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O Museu Nacional de Antropologia fica no centro da cidade do México, no interior do Parque de Chapultepec. Está aberto de terça-feira a domingo, das 9 às 19 horas. Habitualmente tem muitos visitantes. A entrada é paga, a não ser aos domingos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-2741895928420759536?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/2741895928420759536/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=2741895928420759536&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/2741895928420759536'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/2741895928420759536'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/03/museu-nacional-de-antropologia-cidade.html' title='Museu Nacional de Antropologia, Cidade do México'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-9f5K5In86u8/TVR10CngP5I/AAAAAAAADmM/1K7qTHaAbi4/s72-c/2010.08.27+m%25C3%25A9xico+1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-1658399325958782061</id><published>2011-02-28T23:27:00.001Z</published><updated>2011-02-28T23:27:00.485Z</updated><title type='text'>Castelo de Monforte de Rio Livre, Chaves</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-jnxPta-C6Vc/TVR0bA5R35I/AAAAAAAADl4/iJdcS22oHdE/s1600/2006.07+1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" height="248" src="http://1.bp.blogspot.com/-jnxPta-C6Vc/TVR0bA5R35I/AAAAAAAADl4/iJdcS22oHdE/s400/2006.07+1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-ansi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Numa crista descampada, desolada e ventosa da serra do Brunheiro, sobranceira ao vale de Chaves, a &lt;metricconverter productid="825 metros" w:st="on"&gt;825 metros&lt;/metricconverter&gt; de altitude, ergue-se o castelo de Monforte de Rio Livre. A partir da Estrada Nacional 103, que faz a ligação de Chaves a Bragança, deriva-se em Águas Frias por um estrada de terra em bastante mau estado, com cerca de um quilómetro. O acesso é mau, sempre em terra batida, mas por vezes muito irregular. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-N4UgdcZ3EVE/TVR0fwieQkI/AAAAAAAADl8/MMMG62UhOvI/s1600/2006.07+2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" height="197" src="http://1.bp.blogspot.com/-N4UgdcZ3EVE/TVR0fwieQkI/AAAAAAAADl8/MMMG62UhOvI/s400/2006.07+2.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-ansi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;O castelo e a vila de Monforte de Rio Livre foram um senhorio do príncipe D. Francisco, irmão do Rei D. João V. Antes disso, existiu aqui um concelho medieval, protegido por um castelo construído no tempo de D. Dinis. É ainda esse o conjunto edificado que resiste ao tempo, depois de ter sido abandonado progressivamente após a extinção do concelho, em 1853.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-1rImzRkNKvU/TVR0iUtw6SI/AAAAAAAADmA/i-k1TWQRPDk/s1600/2006.07+3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" height="300" src="http://3.bp.blogspot.com/-1rImzRkNKvU/TVR0iUtw6SI/AAAAAAAADmA/i-k1TWQRPDk/s400/2006.07+3.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-ansi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Da grande vila restam ruínas, cobertas de matagais. Em volta, há ainda grandes panos de muralhas e vestígios das portas. O castelo propriamente dito, que constituía a alcáçova, todo construído em granito cinzento, é composto por uma torre de menagem e um recinto anexo. O estado de conservação desta alcáçova é sofrível, sendo ainda possível subir ao caminho de ronda e à torre, agora protegida por um telhado restaurado. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-CCcIlGMXwLg/TVR0kmU62FI/AAAAAAAADmE/gv_8xmxzaQ0/s1600/2006.07+4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-CCcIlGMXwLg/TVR0kmU62FI/AAAAAAAADmE/gv_8xmxzaQ0/s320/2006.07+4.jpg" width="304" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-ansi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Pode visitar-se o recinto amuralhado sem qualquer restrição. Já quanto à alcáçova, é aberta e encerrada, no verão, de Abril a Setembro, de acordo com um horário que ali está afixado. Mas este horário é meramente indicativo. Já calhou ter o viajante passado aqui em horas “de expediente” e a porta estar fechada. Em todo o caso, aqui fica: o castelo está aberto das 10:00 às 12:30 e das 14:00 às 18:00. Mas encerra às segundas-feiras, às terças durante a manhã e ainda no primeiro fim-de-semana de cada mês.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-DorBidKRcUw/TVR0nYG7JMI/AAAAAAAADmI/hUxScgp5l-k/s1600/2006.07+5.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-DorBidKRcUw/TVR0nYG7JMI/AAAAAAAADmI/hUxScgp5l-k/s320/2006.07+5.jpg" width="273" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-1658399325958782061?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/1658399325958782061/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=1658399325958782061&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/1658399325958782061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/1658399325958782061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/02/castelo-de-monforte-de-rio-livre-chaves.html' title='Castelo de Monforte de Rio Livre, Chaves'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-jnxPta-C6Vc/TVR0bA5R35I/AAAAAAAADl4/iJdcS22oHdE/s72-c/2006.07+1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-5854813547863955905</id><published>2011-02-14T23:17:00.001Z</published><updated>2011-02-14T23:17:00.890Z</updated><title type='text'>Sakkara, Egipto</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-qO7jDk63tcI/TVRyJ769OoI/AAAAAAAADlo/zBH0iPTxpYY/s1600/ww1.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" height="257" src="http://1.bp.blogspot.com/-qO7jDk63tcI/TVRyJ769OoI/AAAAAAAADlo/zBH0iPTxpYY/s400/ww1.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;Quando se pensa em pirâmides, pensa-se no Egipto e quando se pensa no Egipto, pensa-se em pirâmides. Normalmente, nas pirâmides de Gizé (a que no Egipto se chama Guiza). &lt;br /&gt;Porém, as pirâmides de Gizé, tal como a enigmática esfinge, ao lado delas, são apenas algumas das que restam do conjunto de antigos monumentos funerários egípcios, sobretudo do período do Império Antigo (séculos 30 a séculos 21 a.C). Ficam mesmo no limite urbano do Cairo e por isso são facilmente acessíveis aos turistas. Além disso, estão bem conservadas, ao contrário do que acontece com muitas outras das que se encontram na região que as envolve.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-JcZA99hnEJQ/TVRyNzXSTbI/AAAAAAAADls/78THMOPjG18/s1600/2.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" height="300" src="http://1.bp.blogspot.com/-JcZA99hnEJQ/TVRyNzXSTbI/AAAAAAAADls/78THMOPjG18/s400/2.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Porém, as pirâmides de Gizé não são as mais antigas que se conhecem. Em Sakkara, região que fica entre o limite do vale do Nilo e o deserto, a sul do Cairo, ainda é possível visitar aquela que foi a precursora de todas as pirâmides egípcias, construída para servir de sepultura ao faraó Djoser, da 3ª dinastia (portanto, entre 2700 e 2600 antes de Cristo).&lt;br /&gt;Até esta altura, os faraós eram sepultados em profundas covas escavadas na rocha, sobre as quais depois era construída uma mastaba, completamente rasa, que cobria a sepultura. As mastabas eram feitas de tijolos de barro e não tinham câmara funerária no interior, ao contrário do que veio acontecer com as pirâmides. Apenas cobriam uma câmara funerária muito profunda, escavada na rocha. Todavia, Imhotep, talvez o primeiro de todos os arquitectos, em meados do século 27 a. C., optou por fazer uma mastaba de pedra, sobre a qual colocou outra mastaba, e outra, e outra, cada vez mais estreitas, em forma de pirâmide. E assim, esta mastaba convertida em pirâmide foi a precursora das todas as outras que ulteriormente vieram a ser construídas. &lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-DON-Xthntdk/TVRyQfLPPiI/AAAAAAAADlw/04AM9yHlpug/s1600/dd3.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" height="354" src="http://4.bp.blogspot.com/-DON-Xthntdk/TVRyQfLPPiI/AAAAAAAADlw/04AM9yHlpug/s640/dd3.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&amp;nbsp;A pirâmide de Sakkara foi construída em pedra, enquanto todas as mastabas que a antecederam foram construídas em tijolos de barro. Foi assim, provavelmente, o primeiro edifício do mundo a ser construído em pedra. É, em todo o caso, o mais antigo que se conhece. &lt;br /&gt;Sakkara, onde foi construída a pirâmide, foi a necrópole real do período em que a capital do Egipto era em Mênfis, portanto no período do Império Antigo – de 3100 a 2200 aC. &lt;br /&gt;Fica a cerca de 30 km do Cairo. A entrada no recinto custa 60 libras egípcias (um pouco menos que 8 €). A forma mais fácil de chegar aqui, a partir do Cairo, é de taxi.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-kS5aBbxKbcM/TVRyTVwcEPI/AAAAAAAADl0/eC5z9Iuhofo/s1600/4.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" height="300" src="http://4.bp.blogspot.com/-kS5aBbxKbcM/TVRyTVwcEPI/AAAAAAAADl0/eC5z9Iuhofo/s400/4.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-5854813547863955905?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/5854813547863955905/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=5854813547863955905&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/5854813547863955905'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/5854813547863955905'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/02/sakkara-egipto.html' title='Sakkara, Egipto'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-qO7jDk63tcI/TVRyJ769OoI/AAAAAAAADlo/zBH0iPTxpYY/s72-c/ww1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-168525238616417884</id><published>2011-02-10T01:32:00.002Z</published><updated>2011-02-10T23:15:08.179Z</updated><title type='text'>Recife Velho, Pernambuco, Brasil</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TUoGYScay4I/AAAAAAAADlE/xJxdKoLWoLI/s1600/2009.07.23+brasil+1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="300" s5="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TUoGYScay4I/AAAAAAAADlE/xJxdKoLWoLI/s400/2009.07.23+brasil+1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT;"&gt;Modelou o viajante na sua memória as cidades do hemisfério sul, sobretudo do Novo Mundo, como imensos aglomerados de pessoas, algumas das quais trabalham em altíssimas torres de escritórios no centro e vivem em condomínios fechados, enquanto a esmagadora maioria da população vivem em bairros pobres e em favelas, que crescem nos morros próximos. Neste tipo de cidades, não tem o viajante encontrado propriamente um centro, no sentido europeu – costumam ter algumas ruas comerciais, com caríssimas lojas de marcas internacionais globalizadas, uma zona com altas torres de bancos e consultoras financeiras, por vezes, uma zona de hotéis e embaixadas. Tudo muito compartimentado e isolado, sem aparente ligação. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TUoGbCTFvvI/AAAAAAAADlI/bwyKEjcUHE0/s1600/2009.07.23+brasil+2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="300" s5="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TUoGbCTFvvI/AAAAAAAADlI/bwyKEjcUHE0/s400/2009.07.23+brasil+2.jpg" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;Muito menos tem o viajante encontrado nestas cidades aquilo a que habitualmente se chama um centro histórico – aquela zona mais antiga e cuidada, onde terá estado a sua origem. Têm, é certo, zonas mais polarizadoras de interesse, que vão variando ao longo do tempo, com a construção de novos edifícios de escritórios, hotéis e restaurantes. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TUoGdX0V7LI/AAAAAAAADlM/xae0p-GsVhQ/s1600/2009.07.23+brasil+3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="277" s5="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TUoGdX0V7LI/AAAAAAAADlM/xae0p-GsVhQ/s400/2009.07.23+brasil+3.jpg" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;Foi por isso uma surpresa verificar que em Recife, capital do brasileiro Estado de Pernambuco, a herança portuguesa (e - vá lá -, também alguma holandesa), deixaram na malha urbana um conjunto grande de quarteirões antigos, sucessivamente renovados e remodelados sem que ficasse prejudicada a sua traça e o ambiente de contexto. Na zona conhecida como Recife Antigo, zona mais interessante desta megacidade de 3 milhões de habitantes, implantada em ilhas que separam o mar da foz do rio Capibaribe, encontram-se edifícios dos séculos XVIII e XIX, igrejas barrocas e maneiristas e ainda fortes militares construídos para defender a cidade na época colonial.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TUoGkO-_ahI/AAAAAAAADlQ/WhZkQoM-5hg/s1600/2009.07.23+brasil+4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="243" s5="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TUoGkO-_ahI/AAAAAAAADlQ/WhZkQoM-5hg/s400/2009.07.23+brasil+4.jpg" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;Merece particular visita o Forte das Cinco Pontas. A versão actual, após a reconstrução portuguesa, tem planta quadrangular e quatro bastiões em forma de ponta, mas quando os holandeses o edificaram, em 1630, durante a ocupação espanhola, teria de facto uma original forma, de estrela com cinco pontas. Foi construído para defender o Recife de ataques vindos do mar e para proteger o seu acesso ao Atlântico – começava na altura a exportação do açúcar, a grande riqueza da região.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TUoGmVPEC5I/AAAAAAAADlU/eIxaLRVpIbg/s1600/2009.07.23+brasil+5.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="320" s5="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TUoGmVPEC5I/AAAAAAAADlU/eIxaLRVpIbg/s400/2009.07.23+brasil+5.jpg" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;Algumas das suas ruas fizerem o viajante julgar estar num Portugal tropical. Foi o caso da muito fotografada Rua da Aurora ou da Rua do Bom Jesus, onde fica a antiga sinagoga Kahal Zur Israel, a primeira que foi construída na América do Sul, em 1642, período de alguma distensão e tolerância, sob domínio holandês. Não longe, fica a Igreja da Madre de Deus, construída no século XVII, em estilo por aqui conhecido como colonial e que se diria ser barroco. Ainda na zona, não pode o viajante deixar de visitar o Convento Franciscano de Santo António, que inclui a sua igreja, do século XIX e uma capela lateral, do século XVIII, conhecida como &lt;/span&gt;&lt;a href="http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2009/07/capela-dourada-recife-brasil.html"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Capela Dourada&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt; (da qual já deu aqui o viajante conta), por ser folheada a ouro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Este património religioso foi a resposta com que os portugueses do século XVII (conhecidos como Mascates) quiseram marcar a expulsão dos holandeses destas paragens, que ocorreu por essa altura.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TUoGoxm2x9I/AAAAAAAADlY/a_JOreDgKpg/s1600/2009.07.23+brasil+6.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" s5="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TUoGoxm2x9I/AAAAAAAADlY/a_JOreDgKpg/s400/2009.07.23+brasil+6.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-168525238616417884?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/168525238616417884/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=168525238616417884&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/168525238616417884'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/168525238616417884'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/02/recife-velho-pernambuco-brasil.html' title='Recife Velho, Pernambuco, Brasil'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TUoGYScay4I/AAAAAAAADlE/xJxdKoLWoLI/s72-c/2009.07.23+brasil+1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-3651159425996005489</id><published>2011-02-05T12:32:00.002Z</published><updated>2011-02-05T12:32:00.942Z</updated><title type='text'>Mechelen, Bélgica</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TUQJFuIkCdI/AAAAAAAADkk/jPW28sotUSY/s1600/2010.11.29+bruxelas+001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="228" s5="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TUQJFuIkCdI/AAAAAAAADkk/jPW28sotUSY/s400/2010.11.29+bruxelas+001.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;De vez em quando, inesperadas curvas da estrada revelam ao viajante pérolas escondidas. Assim aconteceu numa ocasional passagem em Malines (em francês), ou Mechelen (em flamengo), uma pequena cidade a meio caminho entre Bruxelas e Antuérpia. Esta pequena cidade, actualmente de província, já foi, em tempos, capital de todos os Países Baixos e é ainda a sede do arcebispado católico da Bélgica&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TUQJI4oMmkI/AAAAAAAADko/ImmF6N32DoA/s1600/2010.11.29+bruxelas+002.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="284" s5="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TUQJI4oMmkI/AAAAAAAADko/ImmF6N32DoA/s640/2010.11.29+bruxelas+002.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Calhou o viajante chegar a Mechelen de comboio, vindo de Bruxelas (breve percurso de 20 minutos) e ficar desiludido com o aspecto vulgar da zona da gare, bem como com o perfil comum da zona pedonal onde passou a caminho do centro histórico. Mas ao chegar ao &lt;em&gt;Grote Markt&lt;/em&gt;, a principal praça da cidade, reconciliou-se com a terra. O &lt;em&gt;Grote Markt&lt;/em&gt; é uma praça de piso empedrado, bordejada de casas em estilo hanseático, bem conservadas, algumas das quais com origem no século XVI. Foi essa a altura em que Mechelen era a capital, no tempo da regente Margarida de Áustria, tia daquele que viria a ser o imperador Carlos V, que também aqui cresceu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Num dos topos do &lt;em&gt;Grote Markt&lt;/em&gt; fica a magnífica catedral de &lt;em&gt;Sint Rumbold&lt;/em&gt;, com uma altíssima torre sineira e ricas pinturas dos séculos XVII e XVIII – uma das mais conhecidas é uma pintura de &lt;em&gt;Anton Van Dijck&lt;/em&gt;, representando Cristo Crucificado, no altar de Santa Ana (óleo sobre tela de 1630). Ficou o viajante muito impressionado com a invulgar altivez da torre. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TUQJMP2VnQI/AAAAAAAADks/fAfyGjmjg4c/s1600/2010.11.29+bruxelas+003.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="262" s5="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TUQJMP2VnQI/AAAAAAAADks/fAfyGjmjg4c/s400/2010.11.29+bruxelas+003.jpg" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No outro topo, fica o fantástico palácio gótico tardio e renascença onde actualmente está instalada a sede do município local. A toda a volta da praça há cafés e cervejarias (a cidade tem a sua própria cerveja – a &lt;em&gt;Gouden Carolus&lt;/em&gt; –, dita a preferida do imperador Carlos V).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mechelen foi portanto uma interessante paragem. É uma típica cidade flamenga, muito mais tranquila que Bruges ou Gent e sem as hordas de turistas daquelas. É também muito mais modesta, mas valeu a pena fazer o desvio, pelo agrado do passeio pelas ruas pedonais e pelo conjunto de edifícios antigos, muito bem preservados. Valeu também pela evocação histórica: esta cidade que agora tem apenas cerca de 80 mil habitantes já foi um dos mais importantes centros da arte flamenga – em particular assim foi durante o período do renascimento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Fica a meio caminho entre Bruxelas e Antuérpia, a uma curta distância de ambas. A viagem de comboio, desde Bruxelas, custa 4 € e há 2 a 3 comboios por hora.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TUQJPmyhTVI/AAAAAAAADkw/Nt8iCbr2Q8g/s1600/2010.11.29+bruxelas+004.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" s5="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TUQJPmyhTVI/AAAAAAAADkw/Nt8iCbr2Q8g/s400/2010.11.29+bruxelas+004.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-3651159425996005489?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/3651159425996005489/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=3651159425996005489&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/3651159425996005489'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/3651159425996005489'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/02/mechelen-belgica.html' title='Mechelen, Bélgica'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TUQJFuIkCdI/AAAAAAAADkk/jPW28sotUSY/s72-c/2010.11.29+bruxelas+001.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-3962539372932492106</id><published>2011-02-01T12:25:00.001Z</published><updated>2011-02-01T12:25:00.414Z</updated><title type='text'>Canary Wharf, Londres</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TUQHcYopPTI/AAAAAAAADkY/57ZBD6pP8tA/s1600/Londres+1.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="295" s5="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TUQHcYopPTI/AAAAAAAADkY/57ZBD6pP8tA/s400/Londres+1.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;É engraçado perceber como cada específico local causar sensações únicas, por vezes difíceis de explicar a quem não esteve ali, ou impressões que vão muito para além daquilo que se vê. Não deixa o viajante de se impressionar com esta capacidade que os sítios têm de o impressionar, de uma forma ou outra. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;Canary Wharf&lt;/em&gt;, nas docas do sueste londrino, construída a partir de destroços industriais, em décadas recentes, nas margens do Tamisa, é um desses locais de impressão muito clara. Essa impressão passa pelos figura dos majestáticos arranha-céus de vidro, sóbrios mas muito imponentes, a recortar o horizonte plano e a dar cor e luz à paisagem. Sentiu o viajante algo de futurismo, de desafio ao tempo que se vive. Mas também opressão pelos edifícios, e pela densidade deles. Nas esquinas das ruas, olhando para cima não se vê o céu: vê-se uma cruz azul, entre paredes espelhadas que sobem vertiginosamente na vertical.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TUQHiLxJAII/AAAAAAAADkc/RGv9N0o4KkI/s1600/Londres+2.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="262" s5="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TUQHiLxJAII/AAAAAAAADkc/RGv9N0o4KkI/s640/Londres+2.JPG" width="640" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Nesta zona empresarial de Londres há muita gente na rua, a circular ordenada mas apressadamente, sobretudo em horas de entrada ou saída do trabalho. Percebe-se bem que o tempo desta gente vale muito dinheiro. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas a opressão é também dos nomes: estão aqui instaladas as sedes dos mais poderosos bancos e outras instituições financeiras do mundo. Sente-se muito poder e grande, embora discretíssima, riqueza. Será talvez aqui que tem mais fiel recriação em versão moderna o já extinto ambiente dos &lt;em&gt;gentlemen&lt;/em&gt;, de chapéu de coco, da antiga &lt;em&gt;City&lt;/em&gt;. Não há chapéus, nem guarda chuvas, nem &lt;em&gt;The Times&lt;/em&gt;, agora substituído pelos jornais gratuitos, distribuídos na entrada do metro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TUQHkJDAVxI/AAAAAAAADkg/WPSU95ZizAo/s1600/Londres+3.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="197" s5="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TUQHkJDAVxI/AAAAAAAADkg/WPSU95ZizAo/s400/Londres+3.JPG" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;Canary Wharf&lt;/em&gt; fica na parte oriental de Londres, na zona do &lt;em&gt;East Ham&lt;/em&gt;. Tem estação de metro e por isso facilíssimo acesso. A visita vale pelo ambiente exterior do bairro. Pode ainda passear-se pelos antigos bairros das docas, em tempos ocupados por armazéns portuário, que agora foram adaptados a &lt;em&gt;trendy&lt;/em&gt; casas de habitação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A linha do &lt;em&gt;skyline&lt;/em&gt; é também muito impressiva, sobretudo vista das antigas docas. Do outro lado do rio Tamisa, na margem sul, fica o antigo &lt;em&gt;Millenium Dome&lt;/em&gt;, o pavilhão feito para comemorar o início do segundo milénio e que depois da passagem da sua época ficou como sala de concertos, agora com o nome de &lt;em&gt;O2 Arena&lt;/em&gt;. Nada longe, para sul, fica &lt;em&gt;Greenwich&lt;/em&gt;, a do meridiano e do tempo médio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-3962539372932492106?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/3962539372932492106/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=3962539372932492106&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/3962539372932492106'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/3962539372932492106'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/02/canary-wharf-londres.html' title='Canary Wharf, Londres'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TUQHcYopPTI/AAAAAAAADkY/57ZBD6pP8tA/s72-c/Londres+1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-3053834235152634046</id><published>2011-01-29T12:24:00.000Z</published><updated>2011-01-29T12:24:48.133Z</updated><title type='text'>Catedral de Siena, Itália</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TUQE3cGG5CI/AAAAAAAADkE/-0xw4c8q1uQ/s1600/siena1.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="300" s5="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TUQE3cGG5CI/AAAAAAAADkE/-0xw4c8q1uQ/s400/siena1.JPG" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Siena, a&amp;nbsp;segunda cidade da Toscana, a &lt;metricconverter productid="90 quil�metros" w:st="on"&gt;90 quilómetros&lt;/metricconverter&gt; de Florença, vive ofuscada pela cidade dos Medici. Tem muito menos turistas que aquela e o seu núcleo antigo é bem menos exuberante. Não obstante, são ainda assim milhares os turistas que todos os anos visitam Siena. E vêm atraídos por dois motivos principais: por um lado, o célebre &lt;em&gt;Il Campo&lt;/em&gt;, uma das praças góticas mais famosas do mundo, onde anualmente se realiza o &lt;em&gt;Palio&lt;/em&gt;, uma das festas tradicionais mais conhecidas de Itália; por outro, a catedral de Siena, o&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;Duomo&lt;/em&gt;, que foi um dos edifícios mais marcantes da arquitectura da sua época&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TUQE6Nyqc9I/AAAAAAAADkI/9dlfCsH_aNY/s1600/siena2.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="300" s5="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TUQE6Nyqc9I/AAAAAAAADkI/9dlfCsH_aNY/s400/siena2.JPG" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;Tem o viajante que confessar que o &lt;em&gt;Duomo&lt;/em&gt; de Siena foi uma grande surpresa. Já tinha lido que era um edifício majestoso. Mas na verdade achou que é muito mais que isso. A torre sineira é o edifício mais alto da harmoniosa cidade, ainda mais alta que a torre do palácio municipal, no &lt;em&gt;Campo&lt;/em&gt;. Quer a torre, quer a abóbada da catedral, ao lado, estão revestidas de mármore preto e branco, formando um conjunto de uma elegância fantástica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Quanto à fachada do &lt;em&gt;Duomo&lt;/em&gt;, é exuberantemente rendilhada, no mais exuberante gótico italiano, de mármore branco, muito bem recuperado, aqui e ali marcado pelo mármore rosa – todo o resto do edifício é também de mármore, por vezes matizado de preto, outras vezes de verde-escuro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TUQE9IiupZI/AAAAAAAADkM/lLHtN7X4rVM/s1600/siena3.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="300" s5="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TUQE9IiupZI/AAAAAAAADkM/lLHtN7X4rVM/s400/siena3.JPG" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;A entrada no interior do &lt;em&gt;Duomo&lt;/em&gt; é paga (6€). Mas vale bem a pena, sobretudo pelo magnífico piso de composição em ladrilhos, que nem sempre está aberto para visita - esteve-o no verão de 2009, altura em que o viajante por ali passou.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os mosaicos do piso representam sobretudo histórias bíblicas (uma magnífica representação do sacrifício dos inocentes, painéis sobre a história de Jesus, ou de Moisés, ou o sacrifício de Isaac) mas também de outros motivos – por exemplo, há uma roda da fortuna com nomes de filósofos gregos. Por toda a catedral há imensa estatuária e altares, mas toda a sua riqueza é ofuscada pela exuberância do piso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TUQE_wo0w6I/AAAAAAAADkQ/4V7YZTxSBTE/s1600/siena4.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="300" s5="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TUQE_wo0w6I/AAAAAAAADkQ/4V7YZTxSBTE/s400/siena4.JPG" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ao lado, fica a biblioteca da catedral, a &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Libreria Piccolomina&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;, compartimento especialmente construído para ser biblioteca, profusamente decorado no tecto e nas paredes, com cenas da época e da vida do próprio abade construtor. Em armários laterais podem ver-se imensos livros de salmos, com riquíssimas iluminuras. Achou o viajante que a riqueza da decoração desta sala, só por si, valeu a visita à catedral&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" height="227" s5="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TUQFCHdMPoI/AAAAAAAADkU/Ewz1TL5ZkAg/s400/siena5.JPG" width="400" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-3053834235152634046?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/3053834235152634046/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=3053834235152634046&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/3053834235152634046'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/3053834235152634046'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/01/catedral-de-siena-italia.html' title='Catedral de Siena, Itália'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TUQE3cGG5CI/AAAAAAAADkE/-0xw4c8q1uQ/s72-c/siena1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-7886188797124444777</id><published>2011-01-23T00:05:00.000Z</published><updated>2011-01-23T00:05:13.076Z</updated><title type='text'>Maurício, a ilha de todas as cores</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TTtuugvo42I/AAAAAAAADi4/lCBne5apHK4/s1600/mau1.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="272" s5="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TTtuugvo42I/AAAAAAAADi4/lCBne5apHK4/s400/mau1.JPG" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;Como ideia geral, a ilha Maurício causou no viajante a impressão de ser uma espécie de antecipação histórica da aldeia global, aglomerada nesta isolada paragem do Índico ainda antes do sociólogo canadiano Marshall McLuhan ter criado o conceito. Na verdade, vários povos ocuparam, apenas desde há cerca de 5 séculos, uma ilha paradisíaca onde antes não vivia ninguém. E desde então, todos têm vivido ali em conjunto. São de diferentes etnias, oriundos de diferentes continentes, professando diversas religiões, mas dão-se bem entre eles.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;De facto, na ilha Maurício, indianos (hindus e tamiles), crioulos e brancos (católicos) e paquistaneses (muçulmanos) partilham uma ilha superpovoada, mas onde vai havendo riqueza para todos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TTtuyQ63zII/AAAAAAAADi8/8X6_NoTbdus/s1600/mau2.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="327" s5="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TTtuyQ63zII/AAAAAAAADi8/8X6_NoTbdus/s400/mau2.JPG" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;Claro que, pelo caminho, quase desapareceu a vegetação endémica da ilha, para ser plantada no seu lugar, de forma intensiva, cana-de-açúcar, o sustento económico tradicional e histórico de quase toda a população. Por outro lado, depois do dodó (o castiço passaruço que foi sendo caçado até ser dado como extinto, a bem dos estômagos dos marinheiros holandeses que aqui aportaram no século XVIII) há hoje em dia outras espécies, sobretudo marinhas ameaçadas pelo incessante crescimento do turismo, que já ultrapassou em muito o açúcar como fonte de receitas da ilha. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Apesar disso, os maurícios são gente alegre e simpática. Claro que já descobriram que os turistas podem dar-lhes dinheiro a ganhar. Têm por isso razões para os tratar bem. Mas, ao contrário de outros povos que o viajante tem conhecido (por exemplo o italiano ou o egípcio), não deixam de ser simpáticos quando percebem que não vão fazer negócio. Pelo contrário: em geral esforçam-se mesmo por agradar e fazem-no de uma forma genuína.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TTtu2-su3DI/AAAAAAAADjA/QsW_zvY3iwU/s1600/mau3.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="300" s5="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TTtu2-su3DI/AAAAAAAADjA/QsW_zvY3iwU/s400/mau3.JPG" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;Não deixou o viajante de pensar, quando passou pela ilha, que nesta hospitalidade sincera estava a marca genética dos portugueses, que foram os primeiros humanos (que se saiba) que pisaram a ilha. O navegador português Pedro de Mascarenhas terá chegado à ilha entre 1503 e 1507. Aliás, o arquipélago de que a Maurício faz parte, conjuntamente com a vizinha Reunião e com a longínqua Rodrigues, ficou desde então baptizado como “Arquipélago das Mascarenhas”. Quanto à ilha propriamente dita, deram-lhe os portugueses o nome de ilha do Cisne, com o qual terão achado parecido o agora extreminado dodó.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Porém, este baptismo lusitano rapidamente foi substituído. Metade de um século depois os holandeses vieram ocupá-la a ilha e, em homenagem ao seu regente, Maurício de Nassau, passaram a chamá-la Ilha Maurício.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TTtu7aXQ0aI/AAAAAAAADjE/G9z9dqZXeKI/s1600/mau4.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="480" s5="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TTtu7aXQ0aI/AAAAAAAADjE/G9z9dqZXeKI/s640/mau4.JPG" width="640" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;Além de comerem os dodós todos, os holandeses trouxeram também a cana-de-açúcar. E com ela tiveram que vir os escravos africanos, para trabalhar na sua plantação, na colheita e nos engenhos. Depois da abolição da escravatura na Europa, os donos das plantações da ilha, entretanto ocupada pelos ingleses, viraram-se para a Índia e passaram a recrutar trabalhadores livres, que aqui acorreram com as suas famílias.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E assim se povoou, com população colorida, esta ilha antes deserta, onde agora vive mais de um milhão e duzentos mil habitantes, numa pequena área de apenas 1.800 quilómetros quadrados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Além do colorido das gentes, das suas religiões e roupas, a Ilha Maurício é também uma ilha colorida pela sua natureza. Surgem flores por todo o lado, durante todo o ano, sobretudo amarelas e vermelhas. Além das flores comuns, há árvores muito floridas – é o caso da flamboyant, a exuberante árvores de flores vermelhas, típica da ilha.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TTtu_CnRDgI/AAAAAAAADjI/Yh9gkFZoRFk/s1600/mau5.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="315" s5="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TTtu_CnRDgI/AAAAAAAADjI/Yh9gkFZoRFk/s400/mau5.JPG" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow'; mso-ansi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas, a Maurício é ainda colorida nas línguas que fala. Todos aqui falam crioulo, derivado do francês. Falam crioulo entre eles, em casa, entre amigos, independentemente da sua etnia ou religião. Mas se a conversa envolver um desconhecido, ou se for formal, ou profissional, então será em francês. Não será assim se o contacto for escrito (num email, por exemplo, ou num requerimento a uma entidade pública). Nesse caso usado o inglês, a única das três que é qualificada como língua oficial. Da mesma forma, na estrada, os sinais de trânsito têm texto em inglês, mas os nomes das localidades são franceses, tal como estão escritos em francês os anúncios comerciais, na beira da estrada. Apesar disso, a circulação faz-se à inglesa, pela esquerda. Mas as informações diárias sobre o estado do trânsito são transmitidas na rádio em crioulo. Tudo com muita tranquilidade…&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TTtvCZnWRtI/AAAAAAAADjM/gSyOms7fHXY/s1600/mau6.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="235" s5="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TTtvCZnWRtI/AAAAAAAADjM/gSyOms7fHXY/s400/mau6.JPG" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow'; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A Ilha Maurício fica no Oceano Índico, a &lt;metricconverter productid="3000 quil�metros" w:st="on"&gt;3000 quilómetros&lt;/metricconverter&gt; de Moçambique. É pequena (de norte a sul a distância máxima é de &lt;metricconverter productid="63 quil�metros" w:st="on"&gt;63 quilómetros&lt;/metricconverter&gt; e de leste a oeste é de &lt;metricconverter productid="47 quil�metros" w:st="on"&gt;47 quilómetros&lt;/metricconverter&gt;). Tem voos a partir de Paris (diários) e de Londres (4 vezes por semana) que normalmente fazem o percurso para lá durante a noite e regressam logo de manhã, chegando à Europa ao fim do dia (o voo durará &lt;metricconverter productid="11 a" w:st="on"&gt;11 a&lt;/metricconverter&gt; 12 horas). É um destino turístico muito procurado pelas suas praias de águas coralinas, verde-esmeralda e pelo seu interior, com natureza pouco explorada. O clima é bom, com tempo agradável durante todo o ano, mas em Janeiro e Fevereiro chove muito.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-7886188797124444777?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/7886188797124444777/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=7886188797124444777&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/7886188797124444777'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/7886188797124444777'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/01/mauricio-ilha-de-todas-as-cores.html' title='Maurício, a ilha de todas as cores'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TTtuugvo42I/AAAAAAAADi4/lCBne5apHK4/s72-c/mau1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-4120657586160363663</id><published>2011-01-01T01:58:00.000Z</published><updated>2011-01-01T01:58:58.502Z</updated><title type='text'>As igrejas românicas de Andorra</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TR6HUx4kJsI/AAAAAAAADig/20Pc_an8ZLc/s1600/1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="400" n4="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TR6HUx4kJsI/AAAAAAAADig/20Pc_an8ZLc/s400/1.jpg" width="327" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT;"&gt;A Andorra vai-se às compras ou para o esqui. Em ambos os casos, na versão low cost. Nas compras, porque os impostos são muito reduzidos e os modelos de fim de linha, já ultrapassados, de roupa, sapatos, máquinas fotográficas e outras tecnologias se vendem baratos. No esqui, porque a oferta de hotéis é simpática e, por preços mais modestos, prestam serviços parecidos com os dos Pirenéus de Espanha ou França. Além disso, há portugueses em todos os lados, quer como clientes quer, sobretudo, como empregados da hotelaria. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TR6Hba6ul0I/AAAAAAAADik/MOX0IgFPyuA/s1600/2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="291" n4="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TR6Hba6ul0I/AAAAAAAADik/MOX0IgFPyuA/s640/2.jpg" width="640" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O viajante tem um fraquinho pelo românico. Já &lt;/span&gt;&lt;a href="http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2005/10/o-romnico-pirenaico.html"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;aqui &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;deixou nota da passagem pelo vale de Boí, ao lado, na Catalunha, onde as igrejas românicas são de facto um fenómeno notável, a justificar a viagem. Não poderá dizer o mesmo das igrejas românicas de Andorra. Também elas são uma versão mais simples, menos sofisticadas e ricas que as do outro lado da montanha. Mas apesar disso valem o desvio no regresso do esqui.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;São em geral igrejas de estilo lombardo, que bem revelam a importância da religião e da religiosidade no período medieval, quando foram construídas. Vem dessa altura a instituição do co-principado de Andorra, em que um dos co-príncipes é o bispo católico de la Seu d’ Urgell, na província espanhola de Lleida. Esta importância justificará a grande densidade de igrejas românicas no pequeno principado pirenaico: em Andorra ainda subsistem 44 destes templos católicos, num território de apenas 468 quilómetros quadrados. Este conjunto de edifícios religiosos constitui, aliás, o património cultural e arquitectónico mais valioso do país.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TR6HkSvGJwI/AAAAAAAADio/6ThNQfmqN9w/s1600/3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="266" n4="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TR6HkSvGJwI/AAAAAAAADio/6ThNQfmqN9w/s400/3.jpg" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT;"&gt;Em geral são edifícios pequenos e simples, muito sóbrios, com interior de uma única nave, coberta com telhado de madeira. No topo costumam ter uma abside redonda, semicircular. Algumas delas conservam frescos, mas a maior parte deles foi retirada e está em museus fora de Andorra – em particular assim acontece com o Museu Nacional de Arte da Catalunha, em Barcelona.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TR6Hs1dZaII/AAAAAAAADis/ZsBWdFw26uE/s1600/4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="400" n4="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TR6Hs1dZaII/AAAAAAAADis/ZsBWdFw26uE/s400/4.jpg" width="382" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;As autoridades do turismo de Andorra criaram uma rota do românico, que começa em Canillo e acaba em Grau Roig. Ninguém o percorre todo. Alguns visitantes fogem ao esqui e procuram Santa Coloma, próxima de Andorra la Vella, uma das mais representativas, que figura em todos os guias. Outros, Sant Climent, na zona de La Massana.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Achou o viajante que bastaria ficar pelo mais fácil, visitando a igreja de Sant Joan de Caselles, em Canillo, na beira da estrada e com facilíssimo acesso para quem pretenda cruzar o principado pela estrada principal, de sul para norte. É um edifício dos séculos XI e XII, ligeiramente alterado nos séculos XV e XVI. Notou de especial um campanário externo, unido à nave principal por um alpendre que os paroquianos usavam como sala de reunião comunal.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-4120657586160363663?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/4120657586160363663/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=4120657586160363663&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/4120657586160363663'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/4120657586160363663'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2011/01/as-igrejas-romanicas-de-andorra.html' title='As igrejas românicas de Andorra'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TR6HUx4kJsI/AAAAAAAADig/20Pc_an8ZLc/s72-c/1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-8933681169381620151</id><published>2010-12-06T00:10:00.004Z</published><updated>2011-03-08T23:34:37.972Z</updated><title type='text'>Kiev, cidade vibrante</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TPwo4W6GjNI/AAAAAAAADhc/3UpZQ5bW-2c/s1600/1+kiev.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="362" ox="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TPwo4W6GjNI/AAAAAAAADhc/3UpZQ5bW-2c/s400/1+kiev.jpg" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;A capital da Ucrânia já foi uma cidade soviética modelo. No centro urbano abundavam conservadoríssimos e monumentais edifícios públicos, todos restaurados após a IIª Guerra Mundial. Ali havia também edifícios novos, no chamado estilo estalinista, muito neoclássico, em pedra rendilhada. Mas também eram tipicamente estalinistas alguns modernaços edifícios de vidro e aço, no pior gosto dos anos 70, condizentes com outros frutos da época, como os colarinhos compridos, as longas bigodaças ou as calças de boca-de-sino. Portanto, o centro de Kiev era feio, nessa época.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TPwo7FnCYJI/AAAAAAAADhg/G71pRw2gQV8/s1600/2+kiev.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="250" ox="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TPwo7FnCYJI/AAAAAAAADhg/G71pRw2gQV8/s400/2+kiev.jpg" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;Depois, na periferia havia bairros gigantescos, com incontáveis prédios onde vivia o proletariado urbano: edifícios muito pouco engraçados e de má construção, todos iguais (para serem igualitários, claro) em bairros todos iguais, a quilómetros uns dos outros e a ainda mais quilómetros do centro. Tudo, em obediência ao planeamento. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh3.googleusercontent.com/-Id_wPfXrOuI/TXa8rhlOPGI/AAAAAAAADpc/W1Mus3jwaAg/s1600/2011.03.04+kiev+023.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="248" q6="true" src="https://lh3.googleusercontent.com/-Id_wPfXrOuI/TXa8rhlOPGI/AAAAAAAADpc/W1Mus3jwaAg/s400/2011.03.04+kiev+023.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;Hoje em dia, a par destas velhas realidades, surgem edifícios de escritórios e centros comerciais, de vidro e aço, decorados com coloridos néones que por todo o lado marcam as longas noites. As outrora amplas avenidas de majestáticos edifícios estalinistas tornaram-se pequenas para escoarem o trânsito de um dos parques automóveis mais luxuosos da Europa. Na rua, onde antes havia medo e discreto cinzentismo, há agora gente elegante e bem vestida, orgulhosa da sua liberdade, que exerce exuberantemente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TPwpIq57nWI/AAAAAAAADho/pYS0RvB7t5E/s1600/4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="211" ox="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TPwpIq57nWI/AAAAAAAADho/pYS0RvB7t5E/s400/4.jpg" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;Iguais, permanecem os imensos parques arborizados de Kiev, talvez o mais importante legado do período soviético dos comunistas à cidade. Sobretudo ao longo do rio Dnipro (Dnieper em russo), estende-se um dos maiores parques urbanos que o viajante conhece, se não o maior. Fica entre o mosteiro de São Miguel, no coração da cidade e o mosteiro de Pechersk-Lavra. Ao longo dele sucedem-se monumentos, memoriais, pracetas (incluindo a do Parlamento Nacional – o Verkhovna Rada) e, sobretudo, muitos quiosques onde se vendem bebidas e comida ligeira. Calhou ter o viajante passado por aqui em dia de bom tempo e surpreendeu-o a enorme quantidade de pessoas que passeavam ou apenas descansavam.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TPwpKcBqW2I/AAAAAAAADhs/U91RYEe2wx4/s1600/5+kiev.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="251" ox="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TPwpKcBqW2I/AAAAAAAADhs/U91RYEe2wx4/s400/5+kiev.jpg" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;Noutra perspectiva, Kiev é a cidade das máfias, com ligações a oligarcas do antigo regime. Esta gente circula pelo trânsito em automóveis de luxo, conduzidos por guarda-costas privados e espalham o seu controlo por todo o tecido social. Apesar disso, diz-se que apenas 60% dos juízes são corruptos, o que é um bom score, se comparado com os 80% dos restantes funcionários públicos ou com os 90% dos professores, que exigem subornos para dar notas altas. Diz-se, claro, mas não se sabe ao certo…&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TPwpMQQ2acI/AAAAAAAADhw/U7BDCGqR4lQ/s1600/6+kiev.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;img border="0" height="348" ox="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TPwpMQQ2acI/AAAAAAAADhw/U7BDCGqR4lQ/s640/6+kiev.jpg" width="640" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Portanto, Kiev reinventa-se sobre a herança do passado e não será por acaso que tantos ucranianos abandonam o país, até para Portugal, em busca de uma vida mais tranquila.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas também se reinventa procurando as suas raízes na antiga Ucrânia, profundamente cristã e ortodoxa. Será talvez por isso que Kiev é hoje a cidade das igrejas e dos mosteiros. Foi aqui que o viajante encontrou dos mais impressionantes templos ortodoxos que se conhecem. Neste vertente, a visita Kiev vale a pena pelo conjunto do mosteiro de São Miguel, pelo lindíssimo conjunto da igreja de Santa Sofia, no cento histórico da cidade e, sobretudo, pelo mosteiro de Pechersk-Lavra.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-9YqqIJBrkPE/TXa83-xTTgI/AAAAAAAADpg/LaLCm3-VOnw/s1600/2011.03.04+kiev+037.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" q6="true" src="https://lh5.googleusercontent.com/-9YqqIJBrkPE/TXa83-xTTgI/AAAAAAAADpg/LaLCm3-VOnw/s400/2011.03.04+kiev+037.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-8933681169381620151?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/8933681169381620151/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=8933681169381620151&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/8933681169381620151'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/8933681169381620151'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2010/12/kiev-cidade-vibrante.html' title='Kiev, cidade vibrante'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TPwo4W6GjNI/AAAAAAAADhc/3UpZQ5bW-2c/s72-c/1+kiev.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-779298443283148533</id><published>2010-10-25T02:17:00.002+01:00</published><updated>2010-10-25T02:31:25.514+01:00</updated><title type='text'>Patagónia, Argentina</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TMTZ1zcCkfI/AAAAAAAADeQ/sEgEBdjGhrA/s1600/2010.10.16+argentina+1.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="172" nx="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TMTZ1zcCkfI/AAAAAAAADeQ/sEgEBdjGhrA/s400/2010.10.16+argentina+1.JPG" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Voando da Patagónia para Buenos Aires, durante a noite,&amp;nbsp; o viajante recordouSaint-Exupéry, que em &lt;em&gt;Voo Nocturno&lt;/em&gt; descrevia os medos e apreensões daqueles que, em 1931, data da publicação daquele livro, cruzavam pelo ar o deserto da Patagónia, na escuridão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Tal como o principezinho, viu o viajante, de longe em longe, muito de longe em longe, um ou outro pontinho de luz a quebrar a noite. Claro que em 2010, a viagem faz-se confortavelmente, sentado num moderno voo comercial, pilotado por profissionais e monitorizado por atentíssimos computadores.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas ainda agora, "&lt;em&gt;após cem quilómetros de charnecas mais despovoadas do que o mar, se&amp;nbsp;cruzava com uma herdade perdida&lt;/em&gt;”.&amp;nbsp;Assim é&amp;nbsp;boa parte do percurso, de dois mil quilómetros, do Estreito de Magalhães até Buenos Aires.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TMTZqcoBmkI/AAAAAAAADeM/A0FdKpmtrtU/s1600/2010.10.16+argentina+2.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="256" nx="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TMTZqcoBmkI/AAAAAAAADeM/A0FdKpmtrtU/s400/2010.10.16+argentina+2.JPG" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A Patagónia impressionou o viajante pela permanente cor castanha carregada do deserto estéril. Ainda no relato de Saint-Exupéry, campos “&lt;em&gt;luminosos, duma luminosidade perene: naquela região, os campos não cessam de espalhar o seu ouro, assim como no inverno não findam a sua apoteose de neve&lt;/em&gt;”. Além da cor quente, encontrou o viajante vento fortíssimo e persistente. Este vento dificulta o crescimento de árvores e plantas. Árvores, só as há nas raras povoações e foram plantadas por mão humana. Outras plantas, são todas elas muito baixas e até rastejantes, sem grandes ramos nem folhagens, para sobreviver à ventania: são em geral arbustos de muito pequeno porte, espinhosos e de folhas duras. A Patagónia é deserta e não chove quase nunca, apesar de a região contar com inúmeros lagos de águas muito azuis, vindas dos glaciares dos Andes. No fundo, esta é uma terra desgraçada, onde a vida é penosa e a sobrevivência muito difícil. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TMTZcZqf3gI/AAAAAAAADeI/Yh4fDyyBwbc/s1600/2010.10.16+argentina+3.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="263" nx="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TMTZcZqf3gI/AAAAAAAADeI/Yh4fDyyBwbc/s400/2010.10.16+argentina+3.JPG" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;É difícil perceber a atracção que este pedaço de terra exerce sobre viajantes de todos os quadrantes, tal como exerceu no passado sobre pioneiros e aventureiros. A sua costa é recortada e inóspita. Talvez por isso – e por ter pouquíssima população -, ainda vivem nesta costa muitos leões-marinhos que, de vez em quando, servem de almoço a orcas. Assim é, em particular, na Península Valdez, aliás o único lugar do mundo onde foram vistas orcas a atacar leões-marinhos nas praias, para se alimentarem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TMTZNGApPSI/AAAAAAAADeE/C10cRd7vaMA/s1600/2010.10.16+argentina+4.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="207" nx="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TMTZNGApPSI/AAAAAAAADeE/C10cRd7vaMA/s400/2010.10.16+argentina+4.JPG" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O primeiro europeu a chegar a esta terra foi Fernão de Magalhães, em 1520, mas esta vastíssimo território continuou por explorar até ao século XIX, altura em que a Argentina independente levou a cabo, simultaneamente, uma campanha de povoamento do interior e uma guerra contra os indígenas Mapuches e Tehuelche (estes últimos foram mesmo inteiramente exterminados).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TMTYvftM1EI/AAAAAAAADeA/B3scPmcWPW0/s1600/2010.10.16+argentina+5.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="374" nx="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TMTYvftM1EI/AAAAAAAADeA/B3scPmcWPW0/s640/2010.10.16+argentina+5.JPG" width="640" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT;"&gt;Calhou o viajante parar em El Calafate, uma terra com menos de um século, construída nas margens do Lago Argentino, o maior do país. Mas não foi o lago que fez aqui ocorrer povoadores: antes foi a proximidade do Parque Nacional dos Glaciares, onde se integra o mundialmente famoso Glaciar Perito Moreno. Mesmo sendo primavera, encontrou o viajante uma terra ainda com neve e baixas temperaturas, embora durante o dia e com sol aberto tivesse registado 15 graus. Nada, claro, que se comparasse com as nevadas e as noites geladas do inverno, altura em que chegam a atingir-se 20 graus abaixo de zero! E, anote-se, El Calafate é considerada, no contexto do grande sul, uma estância com temperaturas moderadas! O pior, na primavera e no verão, é mesmo o vento, vindo da cordilheira, em regra gelado, mas sempre muito forte. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TMTXtsgWmVI/AAAAAAAADd8/OsgOnNCr39M/s1600/2010.10.17+ushuaia+6.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="211" nx="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TMTXtsgWmVI/AAAAAAAADd8/OsgOnNCr39M/s400/2010.10.17+ushuaia+6.JPG" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-779298443283148533?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/779298443283148533/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=779298443283148533&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/779298443283148533'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/779298443283148533'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2010/10/patagonia-argentina.html' title='Patagónia, Argentina'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TMTZ1zcCkfI/AAAAAAAADeQ/sEgEBdjGhrA/s72-c/2010.10.16+argentina+1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-1468004103855111860</id><published>2010-10-24T01:20:00.001+01:00</published><updated>2010-10-24T01:23:24.303+01:00</updated><title type='text'>Teotihuican, México</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TMN7AVNNMLI/AAAAAAAADd0/bjbLBrrDh8g/s1600/2010.08.25+m%C3%A9xico+1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="300" nx="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TMN7AVNNMLI/AAAAAAAADd0/bjbLBrrDh8g/s400/2010.08.25+m%C3%A9xico+1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT;"&gt;Das aulas de história, na escola secundária, não recorda o viajante qualquer referência às civilizações centro-americanas anteriores à chegada de Cristóvão Colombo à América. Sentiu pois alguma dificuldade em localizar a cultura olmeca, que terá surgido um milénio antes do início da era de Cristo (e se desenvolveu na actual zona de Tabasco e de Vera Cruz, nas costas do golfo do México). Ou a cultura azteca, que ocupou o mesmo espaço daquela, um milénio depois. Ou ainda a civilização maia, que surgiu na península do Iucatão e na Guatemala, na segunda parte do primeiro milénio da nossa era. Custou-lhe algo distinguir e individualizar estas civilizações e etnias, que foram tão diferentes entre elas como o terão sido na Europa a fenícia, da grega ou esta da romana.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TMN6wKl_gjI/AAAAAAAADdw/gnvfLmx_W3o/s1600/2010.08.25+m%C3%A9xico+2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="412" nx="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TMN6wKl_gjI/AAAAAAAADdw/gnvfLmx_W3o/s640/2010.08.25+m%C3%A9xico+2.jpg" width="640" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Porém, mesmo depois de assimilar todas estas nuances, ainda sentiu perplexidade ao procurar saber o contexto em que surgiu e se desenvolveu a cidade de Teotihuican, que ficou a &lt;metricconverter productid="45 quil�metros" w:st="on"&gt;45 quilómetros&lt;/metricconverter&gt; da actual cidade do México. Aliás, a origem da cidade é pouco ou nada conhecida. Terá surgido pelo menos um século antes de Cristo e chegou a atingir os 200 mil habitantes, tendo nessa época palácios, pirâmides e templos. Mas sem se saber porquê, colapsou lá para o século VIII depois de Cristo, altura em que chegaram a estas terras os aztecas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TMN6DFLyMGI/AAAAAAAADds/UWZ6LBRfmf4/s1600/2010.08.25+m%C3%A9xico+3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="355" nx="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TMN6DFLyMGI/AAAAAAAADds/UWZ6LBRfmf4/s640/2010.08.25+m%C3%A9xico+3.jpg" width="640" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O nome originário da cidade é também desconhecido, já que aquele que se conhece lhe foi dado pelos aztecas e quererá dizer “lugar onde os deuses são feitos”, por julgarem que foi aqui que os deuses criaram o universo. É talvez isso que explica que os dois mais importantes edifícios da cidade, tal como ela subsiste, sejam as pirâmides do Sol e da Lua. Nas civilizações do México central, ao contrário do que acontecia com a egípcia, as pirâmides não tinham funções tumulares, sendo apenas templos nomeadamente destinados a ritos sacrificiais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TMN5wMiJtdI/AAAAAAAADdo/JtCjYI9EZCg/s1600/2010.08.25+m%C3%A9xico+4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="250" nx="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TMN5wMiJtdI/AAAAAAAADdo/JtCjYI9EZCg/s640/2010.08.25+m%C3%A9xico+4.jpg" width="640" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A pirâmide do Sol impressionou o viajante, pela sua gigantesca dimensão. Diz-se ser a terceira maior pirâmide do mundo (sendo a maior a de Quéops, no Egipto e a segunda maior a de Cholula, próximo de Puebla, igualmente no México Central).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A sua base tem 220 metros e atinge 62 metros de altura (o que equivale a um prédio de 22 andares). Na sua construção foram usados três milhões de toneladas de pedras empilhadas, sem uso de ferramentas metálicas ou animais de carga, que por aqui, na época, não se conheciam, sendo certo que também ainda não tinha chegado aqui a invenção da roda. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Subiu o viajante ao topo, não sem algum esforço, mas valeu a pena. Após 248 degraus, chegou à antiga plataforma onde ficava o templo. Daqui avista-se todo o conjunto das ruínas da cidade: a pirâmide da Lua, a norte e o antigo palácio de Quetzalcoatl (que quer dizer, literalmente, serpente emplumada). A uni-los, a calçada dos mortos, ladeada de templos e de palácios, nalguns dos quais ainda é possível ver frescos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TMN4655H_6I/AAAAAAAADdk/GhirqfQeWu0/s1600/2010.08.25+m%C3%A9xico+5.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="191" nx="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TMN4655H_6I/AAAAAAAADdk/GhirqfQeWu0/s400/2010.08.25+m%C3%A9xico+5.jpg" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT;"&gt;Quanto ao Palácio de Quetzalcoatl, o seu recinto é igualmente visitável e a visita vale a pena, porque ainda se podem ver, numa das suas fachadas, enormes esculturas, em particular de cabeças de serpentes e de jaguares. Este palácio é identificado como sendo a residência do mais importante sacerdote da cidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TMN4t9kR3II/AAAAAAAADdg/dLUzbE1hQhI/s1600/2010.08.25+m%C3%A9xico+6.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="247" nx="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TMN4t9kR3II/AAAAAAAADdg/dLUzbE1hQhI/s400/2010.08.25+m%C3%A9xico+6.jpg" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT;"&gt;A entrada no recinto das ruínas é paga e a visita supõe andar bastante a pé. Da cidade do México pode vir-se de autocarro. Ou então, com mais conforto, em visitas organizadas (poderão custar 30 €) ou ainda, em alternativa, individualmente, de táxi, que esperará que se faça a visita (poderá custar 100 €).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-1468004103855111860?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/1468004103855111860/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=1468004103855111860&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/1468004103855111860'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/1468004103855111860'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2010/10/teotihuican-mexico.html' title='Teotihuican, México'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TMN7AVNNMLI/AAAAAAAADd0/bjbLBrrDh8g/s72-c/2010.08.25+m%C3%A9xico+1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-4868240453827438182</id><published>2010-09-25T02:21:00.001+01:00</published><updated>2010-10-25T02:32:01.680+01:00</updated><title type='text'>Castelo de Santo Estêvão, Chaves</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TMTb0nCXaZI/AAAAAAAADeY/GNviJ9x61kY/s1600/2006.07+1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="300" nx="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TMTb0nCXaZI/AAAAAAAADeY/GNviJ9x61kY/s400/2006.07+1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A aldeia de Santo Estêvão, localizada na veiga do rio Tâmega, dista cinco quilómetros de Chaves, sede do concelho do qual faz parte. Grande e populosa, é atravessada por uma estrada municipal, que ligas às estradas nacionais de Bragança (a EN 103) e da fronteira espanhola (a EN 103-5). Na parte mais elevada da povoação, contornado pela estrada, abre-se um terreiro inclinado no topo do qual fica uma esbelta torre. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Esta torre de pedra é o que resta da fortificação medieval de Santo Estêvão. Sólida e airosa, é tipicamente medieval, encimada por ameias e decorada com seteiras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Pensa-se que foi construída no tempo do rei D. Sancho I, mas as características do edifício levam a concluir que sofreu obras no tempo de D. Dinis. Supõe-se que aqui se refugiou a população da vizinha vila de Chaves durante a ocupação muçulmana, sendo por isso aqui que se reorganizou o município flaviense depois da reconquista. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TMTbQzmkecI/AAAAAAAADeU/v_MxKs4wDE0/s1600/2006.07+2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="300" nx="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TMTbQzmkecI/AAAAAAAADeU/v_MxKs4wDE0/s400/2006.07+2.jpg" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="datahora1"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow'; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Arial; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A torre é granítica, tendo adquirido a cor acastanhada dos velhos edifícios de pedra. Não tem o habitual aspecto inóspito e agressivo dos castelos, antes se aparentando muito urbana e civilizada, com muitas aberturas para o exterior. Tem quatro pisos, todos eles acessíveis. Anota-se a curiosidade das seteiras, boa parte das quais geminadas. É possível visitar o interior da torre, pedido que a mesma seja aberta. Tem a chave uma zeladora, que vive próximo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-4868240453827438182?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/4868240453827438182/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=4868240453827438182&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/4868240453827438182'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/4868240453827438182'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2010/09/castelo-de-santo-estevao-chaves.html' title='Castelo de Santo Estêvão, Chaves'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/TMTb0nCXaZI/AAAAAAAADeY/GNviJ9x61kY/s72-c/2006.07+1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-7401657734818298011</id><published>2010-08-29T14:42:00.000+01:00</published><updated>2010-08-30T14:50:27.753+01:00</updated><title type='text'>Museu Miró, Barcelona</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/THu1qI8jYdI/AAAAAAAADa4/Vq1ZgzAWivI/s1600/2009.04.25+barcelona+01.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="332" ox="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/THu1qI8jYdI/AAAAAAAADa4/Vq1ZgzAWivI/s400/2009.04.25+barcelona+01.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O Museu e Fundação Miró são referidos pelos guias turísticos como uma das mais interessantes visitas que actualmente se podem fazer em Barcelona. É bem certo, desde logo porque Joan Miró é catalogado com um dos mais emblemáticos artistas espanhóis de sempre. Não ficou o viajante desiludido com a visita, mesmo tendo que esperar para ultrapassar uma boa fila, nas bilheteiras, talvez mais razoável do que a que haverá quando chegam à Catalunha as habituais hordas de turistas dos meses de verão. &lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/THu1wilD01I/AAAAAAAADbA/TuTzWo89x6E/s1600/2009.04.25+barcelona+02.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="242" ox="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/THu1wilD01I/AAAAAAAADbA/TuTzWo89x6E/s400/2009.04.25+barcelona+02.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;O edifício, discreto na paisagem, revela-se amigável e muito adequado à função. É profusamente inundado pela luz do sol e está cheio de recantos muito agradáveis. Recorda o viajante o pátio onde fica a esplanada do bar. Embora seja interior e fechado, é muito airoso e arborizado. &lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/THu18VMXwWI/AAAAAAAADbI/PjokPmQLySM/s1600/2009.04.25+barcelona+03.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="327" ox="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/THu18VMXwWI/AAAAAAAADbI/PjokPmQLySM/s400/2009.04.25+barcelona+03.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;A colecção do museu, que requer gosto pelo estilo, claro está, é muito interessante. Comporta evidentemente, sobretudo, peças de Joan Miró. Impressionou verdadeiramente o viajante um célebre mural em tapeçaria, feito de propósito para a Fundação. Tem que ser visto a partir de dois andares diferente. Ficou ainda o viajante com memória da discreta pintura “Maio de 68”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Aquilo que normalmente mais cativa na obra de Miró é a cor, de uma frescura viva e magnética. Mas também a desconcertante irregularidade das formas.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/THu2DhtsD-I/AAAAAAAADbQ/lIXpBtVI_ho/s1600/2009.04.25+barcelona+04.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" ox="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/THu2DhtsD-I/AAAAAAAADbQ/lIXpBtVI_ho/s400/2009.04.25+barcelona+04.jpg" width="398" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;Noutras zonas da cidade de Barcelona é igualmente possível ver obras de Miró. Deu o viajante sobretudo conta do célebre mural em azulejos, que reveste a parede exterior do aeroporto do Prat, e ainda do falo que ocupa o centro da praça que ladeia o Carrer de Tarragona. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A Fundação Miró fica em Barcelona, no Parc de Montjuic. Está aberta de terça-feira a sábado, das 10 às 19 horas (no verão, até às 20 horas e aos domingos apenas até às 14 horas e 30 minutos). A entrada, para adultos, custa 8,5 €, mas há várias tarifas reduzidas disponíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/THu2KI4FlKI/AAAAAAAADbY/jVRxaqhZ6W0/s1600/2009.05.24+barcelona+05.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="304" ox="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/THu2KI4FlKI/AAAAAAAADbY/jVRxaqhZ6W0/s640/2009.05.24+barcelona+05.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-7401657734818298011?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/7401657734818298011/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=7401657734818298011&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/7401657734818298011'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/7401657734818298011'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2010/08/museu-miro-barcelona.html' title='Museu Miró, Barcelona'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/THu1qI8jYdI/AAAAAAAADa4/Vq1ZgzAWivI/s72-c/2009.04.25+barcelona+01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-8768779066764558933</id><published>2010-08-27T22:34:00.005+01:00</published><updated>2010-08-28T14:20:31.888+01:00</updated><title type='text'>O Egipto e os egípcios</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/THgtEZnUBQI/AAAAAAAADXo/K2bVWCV49t8/s1600/qq1.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/THkMLpL1IOI/AAAAAAAADZY/LAFIPvc8pOM/s1600/qq1.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="198" ox="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/THkMLpL1IOI/AAAAAAAADZY/LAFIPvc8pOM/s400/qq1.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Do Egipto tinha o viajante a imagem, das aulas de História, de um país de agricultores que viviam nas margens do Nilo, criando riqueza para que o faraó pudesse mandar construir templos e pirâmides onde vinha a ser venerado e sepultado. Verificou que ainda actualmente se trata de um país de agricultores, mas que uma boa parte destes, no decurso do século XX, descobriu a vida urbana e migrou, sobretudo para o Cairo, que se tornou uma megalópole, poluída e caótica, com perto de vinte milhões de habitantes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Apesar disso, o riquíssimo vale do Nilo continua a ser cultivado, tal como o era há 50 séculos. Esta estreita faixa de terra das margens do grande rio, onde chegam as cheias que tornam a terra fértil (ou chegavam, já que actualmente o caudal está regularizado, precisamente para evitar cheias) é a única zona cultivável do país – todo o restante território é absolutamente desértico. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/THgtMHkJAtI/AAAAAAAADXw/HHQi4r4LEBY/s1600/qq2.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="362" ox="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/THgtMHkJAtI/AAAAAAAADXw/HHQi4r4LEBY/s640/qq2.JPG" width="640" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os egípcios são muito conservadores. Teve o viajante oportunidade de observar como, num determinado serviço público, no Cairo, todos os funcionários eram homens. Apenas havia por ali meia dúzia de senhoras, com tarefas de secretariado e de relações públicas com o estrangeiro (porque falavam línguas estrangeiras…) e todas elas, sem excepção, usavam roupa larga (de modo a disfarçar-lhes as formas do corpo) e lenço na cabeça (o célebre &lt;em&gt;hijáb&lt;/em&gt;). Talvez fosse, pensou o viajante, por causa dos ensinamentos oficiais que se aprendem nas madraças (o texto que segue pode ser consultado em &lt;em&gt;http://ptislam.webnode.com&lt;/em&gt;, uma espécie de página não oficial da Comunidade Islâmica em Portugal) “&lt;em&gt;é necessário que as mulheres se cubram, baixem os olhares e guardem a modéstia na sua interacção com os homens com os quais elas não tenham parentesco, de acordo com as normas islâmicas. A vestimenta da mulher deve cobrir todo o corpo, excepto a face, as mãos (palmas e dedos) e os pés. O cabelo não deve ser exposto, pois o Islão considera-o metade da beleza da mulher. (…). Se colocarmos carne fresca à disposição, sem qualquer cobertura, e os cães comerem-na, a culpa será dos animais ou da carne destapada? É óbvio que o problema estará na carne destapada, pois se a mesma estivesse constantemente tapada, nada disso teria acontecido. Da mesma forma, se a mulher cobrir convenientemente o seu corpo, assim como ditam as regras do Hijáb, e demonstrar a sua modéstia, muitos desastres e imoralidades poderão ser evitados&lt;/em&gt;”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/THkKZ1gcZ1I/AAAAAAAADZI/xa1-bs_mlMc/s1600/qq3a.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="185" ox="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/THkKZ1gcZ1I/AAAAAAAADZI/xa1-bs_mlMc/s640/qq3a.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Embora o Egipto seja habitualmente considerado um país islâmico moderado e moderno, o Islão é, segundo a Constituição, a religião oficial do Estado – apesar de 10 por cento da população ser cristã copta. O Cairo é uma das tradicionais cidades das Mil e Uma Noites e é na cidade que fica a escola corânica da Mesquita de Al-Azhar, a mais antiga madraça de todas, criada em 970 d.C.. Al-Azhar é também a mais antiga universidade do mundo, sendo igualmente a mais respeitada pelos muçulmanos sunitas de todo o mundo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/THkMZSVP3dI/AAAAAAAADZg/hLqe04fmesA/s1600/qq4.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="205" ox="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/THkMZSVP3dI/AAAAAAAADZg/hLqe04fmesA/s400/qq4.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Recordou o viajante por estas terras que Maomé, o Profeta da revelação islâmica, teve um número não determinado de esposas. Sabe-se que na última década da sua vida terá casado com pelo menos dez. É oficial a explicação islâmica de que foi ao casar-se com a última delas que o Profeta teve a revelação pela qual um homem não deve ter mais que quatro esposas, a menos que tenha posses para sustentar todas elas e os respectivos filhos. E a este propósito recordou também o viajante aquilo que foi uma verdadeira antecipação histórica deste postulado islâmico da nossa era, que terá sido feita por Ramsés II, talvez o mais poderoso faraó da história do Egipto, que reinou durante o Império Novo e ergueu templos e obeliscos por todo o reino. Este faraó, evidentemente muito rico, teve cerca de 200 filhos…&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/THkMmxuoWCI/AAAAAAAADZo/-RUQxkRJgK4/s1600/qq5.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="263" ox="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/THkMmxuoWCI/AAAAAAAADZo/-RUQxkRJgK4/s400/qq5.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em geral, os egípcios são muito simpáticos com estrangeiros. E ainda mais se tiverem a expectativa de virem a ganhar dinheiro com eles. Todos falam muito alto e têm profundas convicções. Evidentemente, todos os discursos e alocuções públicas, começam com a sacramental expressão “&lt;em&gt;em nome de Alá&lt;/em&gt;”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Curiosamente, se por um lado não têm como hábito lavar as mãos antes ou depois das refeições, por outro nunca deixam de fazer as abluções antes das orações: lavam a cara, as mãos e os braços até aos cotovelos, passam água no cabelo e, se usarem sapatos e peúgas, passam água nestas últimas, para simbolicamente ficarem purificados. Não consegue o viajante esquecer o sentimento estranho que sentiu quando, perguntando-se porque tinham, uma boa percentagem dos homens com quem se cruzou no Cairo, marcas negras na testa, realizou que essas marcas eram o resultado de pancadas no chão, durante as orações. Os egípcios são exuberantes e, no momento actual, é bem visto deixar claro que se é muçulmano bem convicto e praticante.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/THgsbR6R0YI/AAAAAAAADXQ/Ch8xgBfNhz8/s1600/qq6.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="242" ox="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/THgsbR6R0YI/AAAAAAAADXQ/Ch8xgBfNhz8/s640/qq6.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13922298-8768779066764558933?l=cadernosdeviagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/feeds/8768779066764558933/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13922298&amp;postID=8768779066764558933&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/8768779066764558933'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13922298/posts/default/8768779066764558933'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernosdeviagem.blogspot.com/2010/08/o-egipto-e-os-egipcios.html' title='O Egipto e os egípcios'/><author><name>pv</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/THkMLpL1IOI/AAAAAAAADZY/LAFIPvc8pOM/s72-c/qq1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13922298.post-5577924320658859702</id><published>2010-08-26T14:51:00.000+01:00</published><updated>2010-08-30T14:57:19.514+01:00</updated><title type='text'>Natal, Rio Grande do Norte, Brasil</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/THu3qyJSb9I/AAAAAAAADbg/IR-n5DKqo8s/s1600/2009.07.23+brasil+1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="215" ox="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/THu3qyJSb9I/AAAAAAAADbg/IR-n5DKqo8s/s400/2009.07.23+brasil+1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;A 25 de Dezembro de 1599 fundeou na foz do rio Potengui o Capitão-Mor de Pernambuco Manuel Mascarenhas Homem e decidiu estabelecer aqui uma nova povoação. Dias depois, a 6 de Janeiro de 1600, ordenou que se começasse a construção de um fortim, que viesse a defender a foz do rio e a futura vila.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/THu3yqkP_gI/AAAAAAAADbo/ZaVXMU_jE2o/s1600/2009.07.23+brasil+2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" ox="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/THu3yqkP_gI/AAAAAAAADbo/ZaVXMU_jE2o/s400/2009.07.23+brasil+2.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;Esse forte, desde essa data conhecido como Forte dos Reis Magos, foi construído nos recifes da embocadura do rio, no local onde este encontra o mar. Para os padrões portugueses europeus, é modesto, mas está muito bem preservado e é visitável. É, talvez, o único local da cidade a merecer especial visita. Todo o demais interesse dos milhares de turistas que aqui chegam todos os anos (15% dos quais são portugueses), vai para as muitas praias, a norte e a sul da cidade, ao longo de toda a costa do Estado de Rio Grande do Norte.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/THu35ihcJKI/AAAAAAAADbw/l39jDI6daVE/s1600/2009.07.23+brasil+3++grande.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="418" ox="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/THu35ihcJKI/AAAAAAAADbw/l39jDI6daVE/s640/2009.07.23+brasil+3++grande.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Uma boa parte dos turistas escolhe a Praia da Ponta Negra, na zona sul, próxima do chamado Morro do Careca, uma imensa duna de 120 metros de altura, actualmente de acesso interdito, por razões de protecção ambiental. Aliás, a protecção das zonas dunares é muito importante em Natal. No centro da cidade, ao longo da orla costeira, foi delimitado o Parque das Dunas, uma imensa reserva de dunas e bosque, onde ainda há exemplares do quase extinto pau-brasil. &lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/THu4Dcr5xfI/AAAAAAAADb4/1Mm1l2mXjc4/s1600/2009.07.23+brasil+4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" ox="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/THu4Dcr5xfI/AAAAAAAADb4/1Mm1l2mXjc4/s400/2009.07.23+brasil+4.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;Aquilo que mais apreciou o viajante em Natal foi, porém, a tranquilidade. Nesta cidade de 800 mil habitantes há menos crimes que noutras. Não há engarrafamentos e foi justamente a tranquilidade que as autoridades potiguares (apodo que assumem como seu todos os norte-riograndenses) escolheram como seu slogan turístico. Invocam até estudos oficiais que concluem que esta cidade de sol é a capital estadual mais tranquila do Brasil. Admite o viajante que assim seja mas, apesar disso, não logrou compreender como funcionará um tranquilómetro. &lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_kpU7fwH2RKE/THu4Kj-HB6I/AAAAAAAADcA/Pbuc0kAQzbs/s1600/2009.07.23+brasil+5.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" ox="true" src="http://3.bp.blogsp
