
A capital da Baviera é uma das maiores cidades da moderna Alemanha unificada.
Fica a sul, muito a sul, já próximo da Áustria e a devastadora destruição da última guerra mundial, não a esmagou tanto. Por isso, tem um centro histórico um pouquito menos pobre que o das outras grandes cidades alemãs.
Durante muito anos, uma das grandes atracções da cidade foi o Estádio dos Jogos Olímpicos de 1972, palco da primeiro grande acto do violento terrorismo moderno. Agora, foi reformado, com a chegada do Campeonato do Mundial de Futebol de 2006.
No século XXI, a cidade preferiria ser conhecida pelas colecções de arte dos seus museus e pelas suas manifestações de arte, sobretudo a música, o teatro e o bailado.
Porém, incontornavelmente, Munique é sobretudo sinónimo das canecas de cerveja de um litro, que aos milhões se bebem na Festa de Outubro. Não será fácil passar nessa altura do calendário pela cidade. Porém, em qualquer outra altura do ano é interessante beber uma caneca ao fim da tarde numa das enormes cervejarias tradicionais da cidade (a Hofbrau ou a Paulaner). Costuma haver música típica ao vivo (aqueles calções tiroleses e os chapéus com penas…) e comida ligeira. A
E tudo começou com um par de corvos, porventura abundantes nos campos ingleses, mas estranhos nos habitats de Lisboa. São Vicente morreu em Valência (a do arroz à valenciana), no século IV A.C., portanto ainda no tempo do Império Romano. Só no século XII os seus restos (concerteza em estado deplorável), foram transportados para Lisboa, num barco onde viajaram, simbolicamente, dois corvos que – evidentemente - não sabiam que iriam ser um dos grandes ícones de Lisboa. O actual mosteiro começou a ser construído no século XVI e foi inaugurado em 1629.





As fotografias não são da Semana Santa, mas podiam ser. Sevilha tem festas santas durante todo o ano. Há centenas de igrejas e dezenas de confrarias religiosas, cada uma com o seu padroeiro e dia de festa. E rivalizam na dimensão das suas procissões pelas ruas do seu bairro.



























