Normalmente, o nome de Karl Marx não suscita indiferença.Houve quem o venerasse. Há ainda quem o recorde com respeito. Outros, no passado, combateram frontalmente as suas construções teóricas e o que delas resultou.
Após a decadência (mesmo falência) do seu modelo sócio-político, Marx viu reduzido o seu estatuto e passou a ser apenas mais um dos muitos vultos da história de que se ouve falar no ensino secundário e a quem se dedicam casas museus que poucos visitam. A de Marx fica na sua cidade natal de Trier, no Estado alemão da Renânia onde, diz-se, era conhecido como grande apreciador do riesling produzido na região.
A Casa Karl Marx é, anote-se, gerida pela poderosa Friedrich-Ebert Stiftung, como bem se sabe ligada ao Partido Social Democrata da Alemanha.
O cronista destas linhas não visitou a Casa Museu, porque já tinha fechado. Foi pena, porque seria interessante ver como o actual poder político alemão interpreta o fundador do marxismo, quase duas décadas após a decadência e queda dos regimes políticos e governativos que inspirou.
Ficou porém o cronista a saber que a rua a que Marx deu nome, na sua cidade, foi a escolhida para nela se instalarem os bares de prostitutas, as sex-shop e outros estabelecimentos similares.
A Karl Marx Haus está na Brückenstrasse, 10, em Trier, Alemanha.Está aberta todos os dias das 10 às 18 horas.












E tudo começou com um par de corvos, porventura abundantes nos campos ingleses, mas estranhos nos habitats de Lisboa. São Vicente morreu em Valência (a do arroz à valenciana), no século IV A.C., portanto ainda no tempo do Império Romano. Só no século XII os seus restos (concerteza em estado deplorável), foram transportados para Lisboa, num barco onde viajaram, simbolicamente, dois corvos que – evidentemente - não sabiam que iriam ser um dos grandes ícones de Lisboa. O actual mosteiro começou a ser construído no século XVI e foi inaugurado em 1629.





As fotografias não são da Semana Santa, mas podiam ser. Sevilha tem festas santas durante todo o ano. Há centenas de igrejas e dezenas de confrarias religiosas, cada uma com o seu padroeiro e dia de festa. E rivalizam na dimensão das suas procissões pelas ruas do seu bairro.















