Como meio de transporte, sabe-se que a bicicleta é o mais comum nos países baixos. Não o é só na Holanda. Esta particularidade estende-se a todos os países do centro e do norte da Europa, onde as estradas são planas. Ou ao menos não tem grandes subidas. E, claro, o clima é fresco e os calores da metade quente do ano não sacrificam quem pedala.Não obstante, foi na Holanda que a bicicleta se converteu num ícone nacional. Talvez porque aqui as há em maior número. Ou talvez porque o relevo (será apropriado chamar-lhe assim?) favorece verdadeiramente esta forma de locomoção. É à Holanda que associamos a senhora elegantemente vestida que vai para o seu escritório de bicicleta, ou o estudante que leva presa no guiador a sua mochila, ou a avozinha que transposta no cesto as suas compras. É também da Holanda que se diz ser mais interessante de visitar indo-se de bicicleta.
Talvez só se consiga perceber esta idiossincrasia holandesa quando se sai de uma estação de comboios e se depara com o parque de estacionamento especial para velocípedes. As imagens que ilustram esta anotação são da estação central da Haia.
As estações de comboios são, por sinal, locais privilegiados para alugar bicicletas.
O edifício é discreto e não se dá por ele. Baixo, revela preocupação com a sua inserção no ambiente campestre. O jardim, está primorosamente cuidado, abrindo a passagem para o campo de golfe, aberto e arborizado. O ambiente é pacífico e tranquilizador. Em toda a volta o campo é ondulado, com pequenas colinas. O hotel fica no meio de verde e pouco mais: lagos, o campo de golfe, coelhos e patos.

















E tudo começou com um par de corvos, porventura abundantes nos campos ingleses, mas estranhos nos habitats de Lisboa. São Vicente morreu em Valência (a do arroz à valenciana), no século IV A.C., portanto ainda no tempo do Império Romano. Só no século XII os seus restos (concerteza em estado deplorável), foram transportados para Lisboa, num barco onde viajaram, simbolicamente, dois corvos que – evidentemente - não sabiam que iriam ser um dos grandes ícones de Lisboa. O actual mosteiro começou a ser construído no século XVI e foi inaugurado em 1629.





As fotografias não são da Semana Santa, mas podiam ser. Sevilha tem festas santas durante todo o ano. Há centenas de igrejas e dezenas de confrarias religiosas, cada uma com o seu padroeiro e dia de festa. E rivalizam na dimensão das suas procissões pelas ruas do seu bairro.








