Os mercados de Natal são uma tradição germânica, expandida por todo o centro da Europa. No mês que antecede o Natal, nas ruas das cidades mais importantes, organizam-se mercados, especificamente virados para produtos sazonais, embora também se vendam outras coisas. Em França são também realizados mercados de Natal nalgumas cidades (em particular em Paris), mas o mais notável deles é o de Estrasburgo.Podem comprar-se produtos de Natal e muito artesanato. Duas coisas em particular, devem provar-se: o vin chaud (preparado e vendido nas barracas do mercado, em geral com vinho da Borgonha, laranja e especiarias, sendo aquecido ao ar livre e servido quente) e os bolinhos de Natal, com gengibre, em forma de figuras natalícias.
O Mercado de Natal de Estrasburgo costuma realizar-se na Praça Broglie e na Praça da Catedral, no centro (e zona antiga) da cidade.


O edifício é discreto e não se dá por ele. Baixo, revela preocupação com a sua inserção no ambiente campestre. O jardim, está primorosamente cuidado, abrindo a passagem para o campo de golfe, aberto e arborizado. O ambiente é pacífico e tranquilizador. Em toda a volta o campo é ondulado, com pequenas colinas. O hotel fica no meio de verde e pouco mais: lagos, o campo de golfe, coelhos e patos.

















E tudo começou com um par de corvos, porventura abundantes nos campos ingleses, mas estranhos nos habitats de Lisboa. São Vicente morreu em Valência (a do arroz à valenciana), no século IV A.C., portanto ainda no tempo do Império Romano. Só no século XII os seus restos (concerteza em estado deplorável), foram transportados para Lisboa, num barco onde viajaram, simbolicamente, dois corvos que – evidentemente - não sabiam que iriam ser um dos grandes ícones de Lisboa. O actual mosteiro começou a ser construído no século XVI e foi inaugurado em 1629.





As fotografias não são da Semana Santa, mas podiam ser. Sevilha tem festas santas durante todo o ano. Há centenas de igrejas e dezenas de confrarias religiosas, cada uma com o seu padroeiro e dia de festa. E rivalizam na dimensão das suas procissões pelas ruas do seu bairro.





