Esta Torre Agbar, construída a noroeste da cidade, na Plaça de Les Glories Catalanes, no fim da Avenida Diagonal, foi desenhada por Jean Nouvel, o arquitecto francês que mais recentemente (em 2006) deu forma ao Museu Quai Branly, nas margens do Sena, em Paris – é um edifício com estrutura em vidro onde encaixam 28 cubos coloridos e se destina a alojar peças representativas das artes e civilizações de Africa, das Américas, da Ásia e da Oceânia. Em Paris, Jean Nouvel já tinha desenhado, no final do consulado do Presidente François Miterrand, o edifício do Instituto do Mundo Árabe, construído na rive gauche, próximo do Quartier Latin, em 1987.
Quanto à torre Agbar, tem 142 metros de altura e 34 andares, com estrutura de betão. Por fora, é flamejante, por ter revestimento de alumínio lacado e de placas de vidro colorido, que vão variando na tonalidade, produzindo uma multitude de efeitos ópticos. Tem o formato de uma bala, pretendendo evocar os píncaros rochedos de Montserrat, na Catalunha Central. Vê-se de toda a cidade. Está ocupada por escritórios. À noite está iluminada.















































