
Varsóvia foi uma das cidades mais martirizadas pelos horrores da IIª Guerra Mundial. A desgraça maior aconteceu em 1944, quando a heróica população polaca se sublevou, desafiando a ocupação dos nazis que, em resposta, pura e simplesmente arrasaram a cidade.
Por isso, o que resta do tempo anterior à guerra são apenas ruínas. Ou então meticulosas reconstruções dos edifícios originais. É o que acontece com a Praça do Castelo, centro principal de acolhimento de turistas, de visita à cidade antiga (imagem acima), onde se destaca o "castelo", pintado em cores avermelhadas.

A cidade antiga é uma rede bem organizada de ruas, encaixadas numa cintura de muralhas de tijolos, do século XVI, bem visível, embora arruinada. Todas as ruas da cidade antiga convergem na Praça do Mercado, coração do bairro desde que foi construída na sua versão original, no início do século XV (imagem em baixo).
A zona está muito bem conservada, o que não admira, porque foi toda ela reconstruída nos últimos 60 anos, pedra sobre pedra, como é explicado aos turistas, utilizando como referência fotografias e gravuras antigas.


E tudo começou com um par de corvos, porventura abundantes nos campos ingleses, mas estranhos nos habitats de Lisboa. São Vicente morreu em Valência (a do arroz à valenciana), no século IV A.C., portanto ainda no tempo do Império Romano. Só no século XII os seus restos (concerteza em estado deplorável), foram transportados para Lisboa, num barco onde viajaram, simbolicamente, dois corvos que – evidentemente - não sabiam que iriam ser um dos grandes ícones de Lisboa. O actual mosteiro começou a ser construído no século XVI e foi inaugurado em 1629.





As fotografias não são da Semana Santa, mas podiam ser. Sevilha tem festas santas durante todo o ano. Há centenas de igrejas e dezenas de confrarias religiosas, cada uma com o seu padroeiro e dia de festa. E rivalizam na dimensão das suas procissões pelas ruas do seu bairro.


































