A Giralda é o ícone mais conhecido da cidade e é também o emblema da catedral de Sevilha. E, no entanto, já existia quando esta última começou a ser construída. Ficou como um dos últimos vestígios da antiga mesquita almóada de dezassete naves que aqui existia (o outro que resta é o conhecido Patio de los Naranjos), ao lado da actual catedral. A Giralda tem 97 metros, sendo assim o edifício histórico mais alto da cidade.Actualmente, desde o século XV, serve de campanário da catedral. No seu topo, que é mais recente que a sua base, foi colocada uma estátua representativa da fé católica, com um estandarte. Este, o estandarte, gira ao sabor do vento, servindo como catavento. Serve portanto, em castelhano, como giraldillo. Foi esta, aliás, a origem do nome da torre.
A visita da torre é paga e, nas épocas de férias, costuma ter muita afluência de turistas.















E tudo começou com um par de corvos, porventura abundantes nos campos ingleses, mas estranhos nos habitats de Lisboa. São Vicente morreu em Valência (a do arroz à valenciana), no século IV A.C., portanto ainda no tempo do Império Romano. Só no século XII os seus restos (concerteza em estado deplorável), foram transportados para Lisboa, num barco onde viajaram, simbolicamente, dois corvos que – evidentemente - não sabiam que iriam ser um dos grandes ícones de Lisboa. O actual mosteiro começou a ser construído no século XVI e foi inaugurado em 1629.





As fotografias não são da Semana Santa, mas podiam ser. Sevilha tem festas santas durante todo o ano. Há centenas de igrejas e dezenas de confrarias religiosas, cada uma com o seu padroeiro e dia de festa. E rivalizam na dimensão das suas procissões pelas ruas do seu bairro.























